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EDIÇÃO 379 - 2ª quinzena de janeiro/2020
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Jornal do Belém Ed 1 - 20/01/2020
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Cidade lembra odisseias de Anchieta
Classificação: / 0
20-Jan-2020


Eduardo Martellotta

 

Cidade mais populosa do Brasil, quarta maior aglomeração urbana do mundo, com 12.252.023 habitantes (Estimativa IBGE – 2019), São Paulo completa 466 anos de história no dia 25 de janeiro.

História essa que começou nos idos de 1553, ocasião em que os padres José de Anchieta e Manuel da Nóbrega subiram a Serra do Mar, para a busca de um lugar seguro a fim de se instalarem e catequizarem os índios. Os religiosos, quando aqui chegaram, encontraram o lugar de "ar frio e temperado como a Espanha" e "uma terra mui sadia, fresca e de boas águas".

O Pateo do Collegio é o marco inicial no nascimento da cidade de São Paulo. O local, no alto de uma colina entre os rios Tamanduateí e Anhangabaú, foi o escolhido para iniciar a catequização dos indígenas.

Em 25 de janeiro de 1554, foi realizada, diante da cabana coberta de folhas de palmeira de cerca de noventa metros quadrados - ou, como descrita pelo padre José de Anchieta, de dez por catorze passos craveiros (passo craveiro era uma medida linear portuguesa) - a missa que oficializou o nascimento do colégio jesuíta.

A data comemora a conversão do apóstolo Paulo. O padre Manuel de Paiva celebrou a primeira missa na colina. A celebração marcou o início da instalação dos jesuítas no local, e entrou para a história como nascimento da cidade de São Paulo.

Em 1556, o padre Afonso Brás, precursor da arquitetura brasileira, foi o responsável pela construção em taipa de pilão de um colégio e igreja anexa. Brigas entre os colonos e os religiosos que defendiam os indígenas, culminaram na expulsão dos jesuítas do local em 1640, para onde só retornariam treze anos mais tarde. Na segunda metade do século XVII, foi erigida a terceira edificação, de taipa de pilão e pedra.

 

Atrações do Pateo

Bem no centro da metrópole, o Pateo do Collegio sobrevive em meio aos arranha-céus, bancos e indústrias que abrigam a capital.
Com mais de 460 anos de muita história pra contar, o Pateo é sede de diversos eventos, casamentos
, além de abrigar o Museu Anchieta, o Museu de Arte Sacra dos Jesuítas, a Biblioteca Padre Antonio Vieira e o Café do Pateo.

Em 1757 foi construída uma galeria subterrânea- cripta - destinada à deposição final dos restos mortais dos jesuítas, atendendo a medida geral adotada em todas as igrejas da Companhia de Jesus. O Pateo do Collegio mantém a cripta de José de Anchieta, sobre os alicerces de pedra da original, aberta ao público, e a igreja no local onde foi realizada a primeira missa da cidade. O local abriga ainda um importante projeto social, as Oficinas Culturais Anchieta (Projeto OCA).

Endereço: Praça Pateo do Collegio, 2 – Centro. Contato pelo fone 3105-6899.

 

 

Os primeiros passos de São Paulo

São Paulo assistiu a um longo período de estagnação em seu crescimento econômico, durante 300 anos.

Pelo decreto do “El Rey” D. João VI, em 8 de junho de 1818, é fundado o bairro do Brás. Então uma copa verdejante, o bairro mantinha, por volta de 1769, a chácara do português José Brás, que ergueu a Capela Bom Jesus de Matosinhos (atual Igreja Bom Jesus do Brás).

O empobrecimento de São Paulo acabou a partir da chegada dos imigrantes europeus, que se instalaram na Hospedaria dos Imigrantes (atual Museu da Imigração), fundada em 1882 no Bom Retiro, mudando-se para o Brás, em 1885.

 

O café e a chegada dos europeus no Brás

Vindo do Rio de Janeiro, o café começou a ser extensivamente cultivado em São Paulo, sobretudo na região do Vale do Paraíba. Em 1850, o café já era o principal produto exportado por São Paulo. 

Após a promulgação da Lei Eusébio de Queirós e a consequente abolição do tráfico negreiro, ocorrida em 1850, os escravos negros tornaram-se escassos e cada vez mais caros. Para substituí-los, começaram a chegar os imigrantes, sobretudo italianos, espanhóis e portugueses. Um número significativo desses imigrantes fixou-se na própria capital, empregando-se nas primeiras indústrias que se instalavam nos bairros do Brás e da Mooca, a partir de investimentos provenientes dos lucros obtidos pelos empresários do setor cafeicultor.

A partir daí, a chegada dos imigrantes europeus fez com que São Paulo pulasse dos 31.385 habitantes em 1872 (data do primeiro censo nacional), para 239.820 em 1900.

 

Estação Brás e vinda de nordestinos

Em 16 de fevereiro de 1867, é inaugurada a Estação "Braz" pela São Paulo Railway – SPR. Alguns anos mais tarde, em 6 de novembro de 1875 a Estrada de Ferro do Norte (antecessora da Estrada de Ferro Central do Brasil) construiu sua estação terminal ao lado da estação da SPR, que se chamava Estação do Norte. Em 1945 teve seu nome alterado para "Roosevelt", em homenagem ao presidente americano Franklin Roosevelt, morto naquele ano. Época em que começaram a chegar os nordestinos.

Sírio-libaneses abriram diversas lojas de confecção, sobretudo na rua Oriente, a partir da década de 1940.

Hoje a Região Brás/Pari abriga, além dos nordestinos e sírio-libaneses, diversas outras nacionalidades, como bolivianos, peruanos, angolanos, senegaleses, nigerianos, congoleses, haitianos, indianos, coreanos e chineses.

 

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Pateo do Collegio

 

 

 

 

 

 

 

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Brás em 1890

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Lago existente no Parque Dom Pedro na década de 1920

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Chapéu de Couro no Monumento ao Migrante Nordestino no Largo da Concórdia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Vista aérea do Brás atualmente

 
Mosquito muda nome e ataca no Verão
Classificação: / 0
20-Jan-2020
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É uma nova ameaça que propõe redobrada atenção: além da Dengue e da famigerada Zika, o mosquito de nome Haemagogus está chegando com o novo vírus Mayaro. Detalhes nos Postos de Saúde.

 

 
Saúde mental na escola
Classificação: / 0
20-Jan-2020


Psicopedagogia ou psicologia: digladiar ou harmonizar?

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Marcos Venicio EsperI, 1; Alzira Jorri TomeiII, 2

É comum pais, professores e até mesmo alguns profissionais da saúde confundirem as funções e papéis desempenhados por profissionais da psicopedagogia ou da psicologia.

Saúde Mental na infância abarca também conceitos de deficiências, transtornos, síndromes e processos de aprendizagem. Busca-se, nesse texto, interdisciplinarizar e multiprofissionalizar os olhares para essa densa e complexa temática. Criança agitada, triste e angustiada, insociável, come demais ou come de menos, apresenta problemas de aprendizagem na escola, talentosa em excesso, tímida e violenta: há várias razões para a família ou responsáveis confiar e buscar auxílio de um profissional da saúde ou da educação. Na fase de inocência e da autoconstrução, quais são os comportamentos patológicos e os que não são? O que é da área da saúde ou educação? Onde o sofrimento psíquico começa na criança? Quando e quem consultar e buscar apoio? É necessário, desde cedo, rotular e medicalizar comportamentos atípicos? Essas questões dizem respeito à sociedade como um todo, porque refletem nossa relação com a norma, as regras e as diferenças.

Alguns pais, diante de questões de saúde mental das mais variadas com seus filhos, nem sempre procuram uma terapêutica para seus eles, mas buscam "respostas profissionais" que amenizem suas angústias diante dos eventos.

Essa é uma realidade no âmbito educacional, pois nem sempre os professores encaminham ou orientam os pais ou responsáveis de maneira ponderada. Segundo NASCIMENTO (2012), queixas escolares e comportamentais têm aumentado significativamente o número de diagnósticos psiquiátricos na infância. Esse aumento está ligado ao surgimento de inúmeras estratégias e discursos que apoiam ferramentas medicalizantes na educação, resultando assim na patologização da infância - prática terapêutica que medicaliza excessivamente a infância, propiciando que diversos comportamentos e dificuldades, principalmente quando relacionados à escola, sejam abordados como doenças, síndromes ou transtornos (Corrêa, 2010). 

 

1 Pedagogo, Psicopedagogo e Psicanalista -  Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email
2 Pedagoga e Psicopedagoga.

IUniversidade de São Paulo e Universidade do Estado de Minas Gerais
IIUninove São Paulo

Referências

CORRÊA, A. R. M. (2010). Infância e patologização: crianças sob controle. Revista brasileira de psicodrama18(2), 97-106.        

NASCIMENTO, R. T. A. D., & Serafim, A. D. P. (2012). Psicopedagogia e Psiquiatria: possibilidades de cooperação.        

 

 

 

 

 
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