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EDIÇÃO 379 - 2ª quinzena de janeiro/2020
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Ciclo do Cinema chega ao triste fim
Classificação: / 0
20-Jan-2020

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ImageCineasta gaúcho nascido em Vacaria, Virgilio Roveda, de 74 anos, disse ao Jornal do Brás, durante o Jantar Oscar Brilhante, que acabou de gravar um longa-metragem chamado “Sete cidades e uma Vila Inglesa”, com uma mescla de atores antigos e novos. “Está em fase de finalização”.

Segundo ele, a produção de película não está sendo mais executada. “Os próprios laboratórios encerraram as atividades e o custo é muito diferenciado. Fui um dos últimos a realizar um filme em película, chamado ´Pé de Veludo´”, lembrou Virgilio.

Ele trabalhou com dois grandes nomes do cinema: Mazzaropi e José Mojica, o Zé do Caixão, e produziu cerca de 40 filmes. Virgilio acredita que se encerrou mais um ciclo do cinema. “O mesmo aconteceu na época do ex-presidente Collor. Depois, o Cinema se levantou de novo, no sétimo ciclo, e agora o presidente Bolsonaro meteu a caneta de novo, desarrumou tudo. Talvez a coisa reinicie de novo daqui alguns anos. A história do Cinema é cíclica”.

 

Boulevard Imprensa

Sobre a ideia do Boulevard da API, Virgilio lembrou que trabalhou na ideia durante a década de 1990. “Os presidentes Costa Carregosa e Redó não queriam realizar no início. Agora Redó abraçou o projeto. Mas ainda, naturalmente, enfrenta um grande problema que é a questão financeira para conduzir. Precisa de muito dinheiro”.

Virgilio Roveda veio ao Jantar Jornal do Brás 30 Anos com a esposa Carla, a amiga Arlete, editora de filmes, e os amigos Marco Antonio e Reinaldo Bressani, todos representando a Associação Paulista de Imprensa – API.

 

 
O amanhecer de São Paulo de Piratininga
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20-Jan-2020
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Antão Ouriques de Farias

Segundo pesquisas do Frei Gaspar de Madre Deus, o primeiro europeu a chegar nesta terra foi João Ramalho. É desconhecido como chegou no Brasil, talvez por naufrágio. Fez amizade com Jorge Tibiriçá, casou-se com Bartira filha de Tibiriçá, subiu a serra e fundou Santo André da Borda Campo. Aventureiro, viveu entre os índios do litoral a Borda do Campo. Foi chefe de uma aldeia, levando os primeiros Bandeirantes aos sertões de São Paulo.

Em 1532, D. Pedro II enviou pela 1ª vez depois do Descobrimento do Brasil, dois comandantes, Duarte Coelho Pereira e Martin Affonso de Souza.

Duarte Coelho ficou no Nordeste do Brasil e Martin Affonso de Souza seguiu a orla marítima, encontrando-se com João Ramalho que lhe deu apoio. Martin Affonso de Souza deixou um marco da Pedra Fundamental para a Vila de São Vicente. João Ramalho deu início com ajuda indígena.

Em 1549, chegou a São Vicente a expedição de Duarte da Costa para governador geral do Brasil. Juntamente dos padres jesuítas José de Anchieta e Manuel da Nóbrega, foram recebidos por João Ramalho. Eles permaneceram de São Vicente a Santo André da Borda do Campo. Em 1554, os padres José de Anchieta e Manuel da Nóbrega e João Ramalho seguiram viagem chegando ao Morro de Piratininga, atual Pátio do Colégio. Ali celebraram missa dia 25 de janeiro, dia do Apóstolo Paulo, por ser dia de São Paulo. Colocaram o nome de São Paulo.

São fatos de um passado longínquo narrados por escritores que lembram a chegada de José de Anchieta e Manuel da Nóbrega ao Planalto, acolitados de jesuítas e indígenas, oriundos de São Vicente. E ali, no topo de majestosa área plana, fundaram a cidade de São Paulo. A minha letra musical “O Bairro do Brás”, tem início com a luz do Padre Anchieta e do Pátio do Colégio, e o nascimento do bairro do Brás.  

O padre Anchieta teve o seu papel importante na fundação da cidade de São Paulo, um baluarte com sua brilhante ação de iniciativa de erguer a primeira capela com espinhoso recurso na época, no atual Pátio do Colégio. Para ensinar os tupiniquins e outras denominações, deu início a agricultura para alimentos.

No século XVIII, com a chegada do português José Brás, iniciou a chácara do bairro do Brás e depois José Brás construiu a Capela Bom Jesus de Matosinhos. Em 1818, Dom João VI homologou a fundação do bairro do Brás. Foram chegando os italianos, espanhóis e portugueses, dando início às indústrias e ao comércio, juntamente dos sírio-libaneses.

No século XIX chegou o italiano Francisco Matarazzo que deu início às grandes indústrias. O Conde Francisco Matarazzo chegou a ter 15.000 funcionários, com outros estrangeiros. São Paulo se tornou o grande polo industrial do Brasil e no vestuário, unindo todas as raças e após a 2ª Guerra Mundial, chegaram os nordestinos, muitos entrando no campo do vestuário.

O Brás cresceu no vestuário, tecidos e comércio de aviamentos. Os judeus no Bom Retiro. Atualmente o bairro do Brás é o maior polo industrial do vestuário na América Latina.

Antão Ouriques de Farias, católico praticante, é escritor, historiador e pesquisador.

 

 

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Pintura retratando a fundação de São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Antiga Hospedaria dos Imigrantes (atual Museu da Imigração)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Loja Zelo nos anos 1980. Antes funcionou lá o Cine Oberdan, de triste lembrança

 

 
O fim dos panfletos
Classificação: / 0
20-Jan-2020
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O decreto nº 59.172, que acaba de entrar em vigor pelo prefeito Bruno Covas, coloca São Paulo, mais uma vez, na vanguarda civilizatória. A cidade, que nos anos 90 foi a pioneira na exigência do uso do cinto de segurança pelos condutores e passageiros de veículos e proibiu o fumo nos restaurantes, agora impede os panfletos em via pública, distribuídos manualmente ou lançados de veículos, aeronaves e edificações ou, ainda oferecidos em mostruários. A medida regulamenta o artigo 26 da Lei Municipal nº 14.517, de 2007, que nos seus 13 anos de vigência sofreu muitas contestações judiciais e fixa multa de R$ 5 mil ao infrator e beneficiário da propaganda panfletária e estabelece o dobro do valor nas reincidências, que podem ser constatadas a partir dos 60 minutos da primeira autuação, se a infração continuar sendo cometida.

O panfleto talvez seja a mais antiga das formas de comunicação. Décadas atrás, já o vimos iconicamente utilizado nos filmes de faroeste, que reportam o desbravamento do território norte-americano, para anunciar aos cidadãos os prêmios a quem capturasse (vivo ou morto, por vezes) determinado inimigo da comunidade. E serviu, ao longo das décadas, para o anúncio dos negócios ao seu público alvo. Mas não tem razão de continuar existindo atualmente quando, além dos veículos convencionais de comunicação – rádio, jornal e televisão – a população tem acesso à internet e suas redes sociais acessadas através do computador e do smartphone. O papelório distribuído ou lançado no espaço público jamais conseguirá ter a eficiência de comunicação oferecida pelos veículos regulares. Mas, como fator negativo, constitui-se em poluição visual e (o pior), descartado aleatória e irregularmente, vai direto para a rede de galerias pluviais, entupindo-as e causando enchentes. Além desse prejuízo superveniente ao seu uso, é antiecológico, pois o papel que se consome na sua impressão é resultante do corte de árvores que oferecem a celulose para seu fabrico. Por uma série de razões, o papel vai ganhando importância econômica e ambiental e deve ser reservado a funções mais nobres do que a comunicação imediata e descartável.

Muitas cidades tentam banir o uso do papelório. De outro lado, negociantes que operam o setor, reagem e argumentam até a “função social” da distribuição de panfletos, que ocupa pessoas de baixo nível educacional e vulneráveis sociais. Uma coisa não deve justificar a outra. Os pobres e desvalidos precisam receber apoio e promoção social em vez de um trabalho que dificilmente os levaria a algum tipo de ascensão. Bom senso é o esperado para modular os problemas e encontrar as soluções...    

Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves - dirigente da ASPOMIL (Associação de Assist. Social dos Policiais Militares de São Paulo) - Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email                                                                                                      

 
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