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Governo promove prevenção
Classificação: / 0
07-Fev-2020
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Medidas incluem compra de equipamentos de proteção, reforço de diagnósticos e assistência a casos suspeitos

 

O governador João Doria, o prefeito de São Paulo Bruno Covas e o secretário de Estado de Saúde José Henrique Germann anunciaram dia 31 de janeiro último o plano de prevenção e a formação de um comitê estratégico para ações relacionadas ao coronavírus.

Inicialmente, serão destinados R$ 200 mil para aquisição de kits diagnósticos para o Instituto Adolfo Lutz. O recurso também será empregado na compra de insumos e EPIs (Equipamentos de Proteção Individual), como máscaras, luvas, óculos e aventais para profissionais de saúde dos hospitais e laboratórios estaduais. Se necessário, o Governo de São Paulo ampliará o repasse de verba.

“O plano de contingência do Governo de São Paulo se dá ao lado de todos os 645 municípios do estado. Reforço aos jornalistas presentes a importância de uma comunicação precisa para melhorar a qualidade da informação, a correta percepção e evitar o pânico”, declarou Doria.

A Saúde também instituiu um centro de operações de emergências que contará com representantes de instituições estaduais, municipais e federais. A finalidade é auxiliar a pasta na organização e normatização de ações de prevenção, vigilância e assistência referentes à infecção humana pelo novo coronavírus.

 

 
Infectologista informa medida mais adequada contra o coronavírus
Classificação: / 0
07-Fev-2020
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Infectologista afirma que a medida mais adequada no momento contra o coronavírus é impedir que chegue ao Brasil

 

Dr. Jorge Garcia, do São Cristóvão Saúde, diz que essa é a melhor opção de medida preventiva para um vírus que pouco se sabe e que não há tratamento disponível para a população

 

O coronavírus tem preocupado o mundo todo pela transmissão de pessoa para pessoa, devido a rápida disseminação para outros países e a inexistência de tratamento. Até 29 de janeiro, os dados divulgados mostram que o vírus matou pouco mais de 130 pessoas e infectou cerca de 5.500 na China, país onde surgiram os primeiros relatos. Não há histórico de casos confirmados no Brasil, mas há três casos suspeitos.

Pouco se sabe ainda sobre a nova variante do coranavírus, denominada 2019-nCoV, até mesmo sua origem não foi confirmada. Acredita-se que a fonte primária do vírus seja um mercado de frutos do mar e animais vivos em Wuhan (China).

O infectologista do São Cristóvão Saúde, Jorge Garcia, informa o que se sabe até o momento sobre a doença e tira dúvidas frequentes. “Os principais sintomas são febre, tosse e dificuldade para respirar. Esses sintomas podem causar desde um resfriado comum até pneumonia e a síndrome respiratória aguda grave. O quadro clínico é muito similar ao causado por outros vírus respiratórios, tais como influenza, parainfluenza, rinovírus, vírus sincicial respiratório, adenovírus, outros coronavírus, entre outros.”, afirmou o infectologista.

Complexo e sem muitas informações, o diagnóstico do coronavírus não é simples de ser detectado como explica o Dr. Jorge. “O diagnóstico é realizado por técnicas de biologia molecular processados em laboratórios específicos e determinados pelo Ministério da Saúde.”, disse.

Ainda não se sabe exatamente o período de incubação do 2019-nCoV. Presume-se que o tempo de exposição ao vírus e o início dos sintomas seja de até duas semanas. Além disso, pode acontecer do paciente não apresentar sintomas.

Como há poucas informações sobre o coronavírus e não existe tratamento específico, o infectologista reforça que a melhor medida no momento é se precaver para que o vírus não chegue ao Brasil. “Como medida preventiva, deve-se controlar portos e aeroportos para detecção de casos suspeitos, notificação imediata se houver suspeitas, sensibilização e treinamento dos profissionais da saúde, informativos e orientações para a população.”, finalizou o Dr. Jorge Garcia.

 

Fonte: PR Consulting Americas

 

 
Sanitarista indica métodos de prevenção
Classificação: / 0
07-Fev-2020


De acordo com especialista, este é o segundo subtipo do vírus e medidas de prevenção são higienização das mãos e evitar aglomerações

 

Apesar de ter provocado receio coletivo em toda a população mundial, é preciso ter calma ao se falar sobre o coronavírus, para não causar medo desnecessário. O alerta vem do médico sanitarista Dr. Alexandre Chieppe, especialista em saúde coletiva e diretor da MedLevensohn.
De acordo com o Dr. Chieppe, trata-se de um vírus respiratório conhecido há alguns anos. “Este subtipo atual é novo e está associado a casos de pneumonia e insuficiência respiratória”, diz o médico.
Mesmo com milhares de pessoas chegando ao Brasil diariamente, ele explica que não há motivos para histeria. “Risco sempre vai existir, porque o vírus se espalha com o contato humano e é praticamente impossível restringi-lo a um único local”, afirma. A comunicação de risco é importante para que os países fiquem atentos.
Na terça-feira, 28/1, o Ministério da Saúde aumentou o nível de alerta no País, subindo do 1 para o 2, em uma escala que vai até três. De acordo com o Governo Federal, o Brasil é classificado como tendo perigo iminente de entrada do vírus. Nove casos são estudados como suspeitos.
Para o Dr. Chieppe, ainda não é possível dizer qual é o grau de letalidade do coronavírus, pois a doença causada por ele é muito recente. Os sintomas envolvem febre, tosse e secreção, podendo evoluir para pneumonia ou encefalite viral. A transmissão é de pessoa para pessoa, através do contato com secreção expelida em tosses e espirros, pelo ar, ou contato com superfícies contaminadas pela secreção.
“Em caso de surto, o que podemos fazer é lavar as mãos com frequência e evitar o contato com pessoas doentes, como em aglomerações, assim como em outros surtos virais”, afirma o médico. As medidas para se evitar a disseminação da doença envolvem vigilância de viajantes vindos de lugares onde o surto já ocorreu e identificação precoce de casos. Não há restrição para viagens e comércio.

 

Fonte: Ricardo Viveiros & Associados — Oficina de Comunicação

 

 
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