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EDIÇÃO 358 - 2ª quinzena de fevereiro/2019
        
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Sobrevento apresenta espetáculo “Noite”
Classificação: / 0
21-Fev-2019
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O Espaço Sobrevento da rua Coronel Albino Bairão, 42 – Brás, apresentará até o dia 24 de março (sexta e sábado – 20h30, domingo – 18h) o espetáculo “Noite”. Reservas no Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email . Contato pelo fone 3399-3589.

 
C U R I O S I D A D E S
Classificação: / 0
21-Fev-2019


          A n o   2119

 

    Se o "Papa Gregório VI" em 1.506 não tivesse alterado o "Calendário Juliano" que existia desde o Império Romano, 300 anos Antes de Cristo, adicionando 2 meses ao mesmo "Janeiro e Fevereiro" e assim portanto, esses meses seriam mês 11 e 12, cujo Calendário Juliano terminava em Dezembro, Mês 10, todavia, na França houve rebeldia porque o Natal cairia no mês 12 em Fevereiro e então o Papa Gregório VI, puxou Janeiro e Fevereiro para o começo do Ano, ficando assim uma distorção aritmética, porque Setembro (7)  passou  a mês 9,  Outubro (8) passou a mês 10, Novembro (9) passou a mês 11 e Dezembro (10) passou a mês 12, como as próprias palavras eram afirmadas.

     Com essa " Alteração " no Calendário Juliano, foram acrescidos em 500 anos 2.000 meses nesse Calendário, o que representam 100 anos alterados e portanto, os anos ficaram maiores e correram mais lentos em relação ao tempo, e caso continuasse o Calendário Juliano de 10 meses os anos corriam mais rápidos e então estaríamos agora no Ano 2.119.

     Dessa forma ao "Calendário Gregoriano" os meses ficaram representados da seguinte forma:

     JANEIRO:  Homenagem ao Deus Janos, Grego/Romano. FEVEREIRO: A  Febre das Plantações. MARÇO:  Deus Marte, Deus do Fogo, Grego/Romano. ABRIL: Abrir das Flores. MAIO: Maioridade das Flores.

     JUNHO: Homenagem a Deusa Junus, Grego/Romana. JULHO: Homenagem ao Imperador Romano Julio César.  AGOSTO: Homenagem ao Imperador Augusto Cesar. Depois os meses SETEMBRO (Mês 9), OUTUBRO (Mês 10), NOVEMBRO (Mês 11) e DEZEMBRO (Mês 12), mesmo assim o Calendário Gregoriano, só foi definitivamente aprovado pelo Vaticano no Ano de 1.582.

   Ainda podemos observar que com essa alteração de 2 meses em cada ano, os seres humanos passaram a ter menos anos e hoje poucas pessoas na humanidade conseguem passar dos 100 (Cem) anos, o que era mais fácil pelo Calendário Juliano, bem como, outras observações podem ser notadas, como os acontecimentos anteriores à modificação do Calendário Juliano.

   Para nós "Seres Humanos" só temos que pensar que: Cada dia que passamos é um dia a menos e não a mais nas nossas existências.

 

  ImageAdriano Augusto da Costa Filho pertence à Casa do Poeta de São Paulo e ao Movimento Poético Nacional.

             

 

 
A matemática no Parlamento
Classificação: / 0
21-Fev-2019
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            *José Renato Nalini

           

            Cédric Villani é um famoso matemático, vencedor em 2010 da Medalha Fields, considerada o “Nobel” da Matemática. Participou recentemente do 28º Congresso Internacional de Matemáticos realizado no Rio de Janeiro e é um pop-star dessa disciplina. Suas conferências são prestigiadas porque ele é um entusiasta e dissemina seu fervor pela Matemática, de forma a contaminar jejunos e aqueles que enfrentam dificuldades nessa área tão importante.

            Tornou-se tão famoso, que foi estimulado a disputar uma cadeira no Parlamento francês, pelo “La République en Marche”, partido do Presidente Émmanuel Macron. Elegeu-se, mas não acha fácil atuar no Legislativo: “Cientistas não são preparados para a política. É um ambiente violento, cheio de mentiras e fofocas. A visibilidade, além disso, faz de você um alvo. Todo dia vem alguém te insultar nas redes sociais”.

            De qualquer forma, está convencido de que a política precisa de cientistas. Seja para trazer a ciência para dentro das discussões técnicas, notadamente a questão do meio ambiente, o aquecimento global, as mudanças climáticas, a preservação das espécies, seja para ajudar na comunicação entre a política e as ciências.

            Durante o primeiro ano de legislatura, preparou um relatório com propostas para reformular o ensino da matemática na escola pública e elaborou os alicerces de uma estratégia da França no campo da inteligência artificial.

            Mas o seu amor está mesmo na Matemática. “Ela tem estado comigo há tanto tempo que é como se tivesse nascido dentro de mim, não algo que eu tenha descoberto algum dia”. E apaixona-se por todos os campos matemáticos: “Na adolescência, a geometria clássica foi o meu grande amor. No início dos meus estudos superiores me apaixonei pela álgebra”. Seu namoro atual é com as equações diferenciais parciais. Publicou “Théorème Vivant”, ou “Teorema vivo”, obra em que procura mostrar que apreciar Matemática depende do coração, das emoções, não exatamente do conhecimento técnico.

            Para Villani, a matemática não é uma aventura científica, mas uma aventura humana. Aborda-se a matemática por três vertentes de aventuras: “uma é por meio da aventura das pessoas que participaram delas, seu lado humano. Há também a aventura dos projetos, em que o foco são as questões que ainda faltam ser resolvidas. Por fim, existe uma aventura das ideias, um percurso no qual vamos passando de um problema para o seguinte, mostrando como foram superados”.

            Precisamos de mais Villanis, apaixonados pela Matemática, para transmitir essa paixão ao alunado brasileiro. É sabido que não somos os campeões nessa disciplina, que é sempre um ponto vulnerável na escola pública e na escola particular.

 

*José Renato Nalini é Reitor da Uniregistral, docente universitário, palestrante e autor de “Ética Geral e Profissional”, 13ª ed., RT-Thomson.        

 
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