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Qualidade de Vida
Classificação: / 0
18-Abr-2019
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A maldade e seus opostos: empatia e compaixão  

 

Marisa Moura Verdade*

 

O que leva uma pessoa a prejudicar e ferir os outros, sem motivo aparente? A pergunta exclui psicopatas e condenados por crimes violentos. O tema refere a maldades e maledicências, ódios e desonestidades presentes nas redes sociais e nos jornais do dia a dia. As facetas sombrias da  humanidade cercam e ameaçam a vida de todos nós. Como negar os incontáveis prejuízos e sofrimentos que nos são impostos por condutas desonestas? A produção de notícias falsas (fake news) para promover discursos de ódio, não é intencional? E o bullying, como é destrutivo ao ecoar a desumanidade de agressores que repetidamente intimidam, humilham e maltratam pessoas mais frágeis! Quanto desespero acarreta a crueldade dos ataques terroristas e dos massacres nas escolas? Sabemos que a maldade humana sempre existiu e continua a existir, em todos os lugares, nas mais variadas formas. Sabemos também que a maldade mais pavorosa é a contemporânea, aquela que cada um precisa reconhecer e confrontar. 

Pesquisas sobre comportamentos maldosos revelam que é muito fácil pessoas comuns assumirem condutas danosas para seus semelhantes. A violência aleatória, que geralmente acompanha ataques terroristas, é um exemplo trágico dessa tendência humana. Nesses casos, a ação terrorista instala o medo e a raiva, que incitam a agressão contra pessoas de diferentes etnias ou religiões, estimulando o racismo e novas formas de terror. Essa violência não é uma atuação demoníaca, tampouco é insanidade ou ausência do bem. A brutalidade é intencional, implica alguma satisfação em provocar sofrimento nos outros. Personalidades maldosas apresentam um conjunto sombrio de características pessoais que incluem egoísmo, vaidade, sagacidade e malícia, desobrigação moral na defesa da autoestima e confiança no excesso de merecimento próprio.  Frequentemente, pessoas más são  sedutoras e até simpáticas, apesar da frieza, indiferença e dureza de coração. Essa falta de sensibilidade corresponde a uma incapacidade de agir  com  empatia e compaixão: -  qualidades humanas inseparáveis da vontade de conhecer, compreender e amar o próximo. 

Empatia  é a capacidade de se colocar no lugar do outro. Essa habilidade pressupõe compreender e reagir emocionalmente de acordo com o que alguém está pensando ou sentindo. Quem não sente empatia tende a ver os demais como simples objetos. Compaixão é a lástima diante da dor alheia, é a afinidade que compartilha o sofrimento do outro. Pode ser considerada como virtude e sentimento. A virtude da compaixão opõe-se à crueldade, que é a maldade maior, e ao egoísmo, o princípio de todos os males. Como sentimento, a compaixão só pode ser oferecida, pois nunca é obrigação ou dever, sempre é dádiva e doação pessoal. Quem sente compaixão preocupa-se com a dor do outro e participa das suas aflições. 

Falta de empatia e de compaixão não é uma explicação adequada para personalidades maldosas, tampouco para os atos de violência mais perigosos. Isso não significa que a maldade individual encerra a discussão. É importante entender, do ponto de vista biológico, psicológico e social, como alguém se torna cruel e indiferente. Igualmente importante, é condenar as ações destrutivas dessa pessoa. As duas posições não são mutuamente exclusivas. É bom lembrar que nossas reações afetivas flutuam conforme as situações. O estresse e a  irritabilidade tendem a diminuir os níveis da empatia e da compaixão. As mudanças transitórias indicam que ambas podem ser ensinadas e restauradas. É provável que crenças particulares tenham impacto nesse circuito que inclui virtudes e atitudes, sentimentos e pensamentos,  razão e emoção.  Empatia e compaixão não substituem a justiça social, mas inspiram narrativas capazes de recuperar a linguagem do coração. Afinal, buscar maneiras de melhorar os níveis da empatia da compaixão não  pode ser uma coisa ruim!

 

 

* Mestra em Educação Ambiental, Doutora em Psicologia, especializada em Psico-Oncologia, pesquisadora do Laboratório de Psicologia Social da Religião do IP-USP.  Autora do livro Ecologia Mental da Morte. A troca simbólica da alma com a morte. (Editora Casa do Psicólogo & FAPESP). E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email

 

 
Gratidão ao Hospital Cruz Azul
Classificação: / 0
18-Abr-2019

 

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ImageMaud Maria Albuquerque (foto), com seus bem vividos 85 anos, foi internada no Hospital Cruz Azul em 8 de março último, acometida de insuficiência respiratória.

De quarto para a UTI e vice-versa várias vezes, a paciente recebeu o peculiar atendimento do tradicional Hospital Cruz Azul, em que seu marido capitão Miguel de Albuquerque, 92 anos, acompanhando todos os dias nas idas e vindas, seu leito, Miguel Albuquerque externa por aqui, sua gratidão ao enfermeiro Wander e à enfermeira Alessandra que se empenharam à dedicação e carinho a sua esposa Maud Albuquerque.

 
Por que a Grécia quebrou?
Classificação: / 0
18-Abr-2019
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Dr Emidio Severo*

 

O contentamento era grande e a euforia invadia os lares do país. O ufanismo e a militância eram galopantes. Daí, influenciado pelo populismo o Governo começou a distribuição gratuita de medicamentos para população. Era só ir a uma farmácia com a receita, pegar e levar.  O pagamento o Governo Federal fazia depois para a indústria farmacêutica! Bingo! A população estava adorando! Teve também um programa de moradias populares chamado  "minha casa minha vida" para a classe quase média, cujas obras invadiram o país. Viam-se obras em alagados, grotões, encostas, campos de futebol, onde até vereadores receberam casas. A indústria Automobilística nunca recebeu tantas renúncias, exonerações e incentivos fiscais. Era tudo igualzinho a "pinto no lixo". Só alegria!  A Industria do entretenimento, teatro, cinema e televisão nadavam de braçadas e qualquer cineasta simpático conseguia dinheiro para o longa-metragem dos sonhos. Qualquer cantor conseguia fazer shows milionários. A lei Rouanet pagava tudo.  O FIES era uma maravilha e nunca antes na história do país os pobres estudaram tanto! E sobre esse programa corria até uma boa piada: Cuidado! Não perca documentos na frente de certas faculdades, porque você pode receber um diploma em sua casa. Até os movimentos de sem-terra e sem-teto se credenciaram! Era uma festa. E se você acha que tudo isso foi excelente para o pobre, imagine como foi excepcional para os donos das empresas desses segmentos. Veja que os próprios empresários fiscalizavam as contas. Quanto dinheiro foi para o ralo! E soma-se a isso tudo,  as bolsas BNDES, Petrobrás, BB,  CEF,  Fundos de Pensões, bolsa do sistema S, bolsa imprensa, bolsa TV, bolsa Rádio, bolsa taxista, bolsa futebol americano, bolsa torneiro mecânico, bolsa oficina, bolsa dos Artistas, bolsa empreiteiras e ainda mais, as aposentadorias de favores, aumentos desenfreados às categorias do funcionalismo público, aumento do teto de gastos públicos, liberação para endividamento etc, etc, cuja soma de tudo ultrapassou os  4, 5 ou 6 trilhões de dólares, que foram drenados para o exterior ou para os bolsos de segmentos privilegiados. Oppsss! me desculpe! O meu artigo de hoje era para falar de como a Grécia quebrou. Mas não tem problema, posso dizer ainda que a Grécia quebrada teve que pegar trilhões de empréstimos e levará mais de 20 a 30 anos para sair dessas crises intermináveis. Assim, não precisamos nem falar da Grécia. O resultado é claro e a crise continua!

 

*Dr Emidio Severo é Advogado há 40 anos, inscrito na OAB-SP sob n° 58.098. Tem especialização em Direito Civil, Trabalhista, Empresarial e Imobiliário

 

 

 
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