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EDIÇÃO 364 - 1ª quinzena de junho/2019
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 Equipe Jornal do Brás

 
Sabáticos e minimalistas...
Classificação: / 0
10-Mai-2019
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Emidio Severo*

 

Vemos hoje em dia muitos famosos, principalmente artistas e jornalistas, saindo de seus empregos e falando em dar um tempo em suas vidas, porque não aguentam mais a estafa. Vemos até casos de Síndrome de Burnout comprovados.

Esses famosos, como a maioria da população, levantam às 5 da manhã, trabalham o dia todo e ainda, às vezes, trabalham ou curtem à noite. Lógico que o corpo humano não aguenta.

Veja que vivem experiência do mesmo modo que o operariado   durante 30, 40 anos de suas vidas numa mesma fábrica todos os dias. A rotina estressante acaba por levar a síndromes, stress, depressão, dores generalizadas, peso na alma, dor de estômago e todo tipo de distúrbio que só sabe o que é, quem sente. É como se patinasse no gelo ou na lama e não saísse do lugar. E o pior:  no outro dia tem que recomeçar tudo novamente. Afinal os boletos estão chegando.

Alguém dirá. Ora, isso é frescura pois ter um emprego é a melhor coisa da vida. Veja que o equilíbrio de aguentar uma vida estressante de jornalista, advogado, médico, dentista, comerciante, enfermeiro ou operário é para poucos e assim mesmo, esses mais "equilibrados" sentirão o fardo nas costas na velhice, com certeza.

Além do stress no trabalho, muitos ainda se enchem de compromissos como reuniões sociais, baladas, almoços, jantares, amigos malas, problemas familiares, casa de praia, casa de campo, três carrões e tudo o que se possa imaginar para manter o status e mostrar pose. Alguns colocam os filhos para estudar em escola pública, fazem bico, frila, horas extras, mas não abrem mão de seus carrões financiados.

Ainda juntam coisas, bens, trecos, cacarecos e passam a ter que conviver com 5 mil DVDs, 2 mil livros, 300 gravatas, 50 ternos, 100 pares de sapatos e um monte de quinquilharias e certificados que nunca vão usar.

Embora não existe um comportamento padrão para acabar com isso, pois cada um é cada um, na verdade existem meios de se equilibrar e tornar a vida menos estressante. É preciso simplificar, cortar excessos e se conscientizar que existe vida fora do emprego e das rodas sociais. É preciso mudar o comportamento, o pensamento e o modo de vida. Mas é simples assim. Basta querer.

Não falo obviamente em deitar numa rede e fumar um cachimbo pelo resto da vida. Mas deixar as gravatas, paletós e barbeadores de lado não tem preço! Ficar barbado, usar bermudas, chinelos e passear pelas praias, parques, padarias, cuidar dos filhos, netos e da vida pessoal é um alívio! Não ter chefe, rotina certa, pressão, nem compromissos estressantes é a melhor coisa que um ser humano pode ter.

Isso é o minimalismo.

Conheço pessoas que auferem renda de mais de 50 a 100 mil por mês mas que não tem vida. Vai de dono de Cartório, Imobiliária, Comércio, autônomos, intelectuais e altos empregos. Vivem um dia-a-dia estressante administrando seus negócios, aos sábados, domingos e feriados. Para alguns já até aconselhei: vendam tudo e vai viver de renda em Miami ou Portugal que levará uma vida melhor. Deixe de jogar dinheiro fora, deixe de ter prejuízo nos seus negócios, deixe que alguém cuide para você. Mas não querem. Não largam o osso porque querem ocupações, preenchimento, ou talvez ter status e preocupações. Daí tem que pagar um alto convênio médico para usar de vez em quando. Tenho amigos que escrevem três livros por ano, são professores universitários à noite e ainda tem um emprego ou outra atividade diária e recebem uma "merreca" por tudo isso. Outros são comerciantes que tem imóveis próprios e renda suficiente para levar a vida com um bom padrão, mas preferem manter a loja e comércio deficitário. Acumulam, além dos rombos, trabalhos aos sábados, domingos, feriados, natal e ano novo. Vivem estressados e esquecem que se dessem baixa no cnpj, viveria melhor com as rendas próprias da locação dos imóveis e não teria mais tantas despesas. Nem precisaria viver dependurados em dívidas bancárias. Tudo bem. Cada um vive como quer. Mas e os filhos? A vida pessoal e a família como ficam? Se simplificar e cortar os excessos, poderá fazer filantropia e ajudar os mais necessitados e ser mais útil para a sociedade.

Ah tá bom.  Não tem vocação para uma vida minimalista. Que pelo menos experimente um período sabático! Desapegue, delegue. Verás que a vida com menos é mais!

 

*Dr Emidio Severo é Advogado há 40 anos, inscrito na OAB-SP sob n° 58.098. Tem especialização em Direito Civil, Trabalhista, Empresarial e Imobiliário

 

 

 

 
Veja as luzes das Lâmpadas no Caminho
Classificação: / 0
10-Mai-2019

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Vocês são a luz do mundo. (Mateus 5,14)

A Palavra de Deus é como um alimento diário para a alma do homem. Assim como um singelo ponto de luz é capaz de romper a escuridão, basta uma fresta para que o Espírito adentre um coração e o transforme.

Lâmpadas no Caminho se propõe ser uma luz diária para iluminar as escuridões do cotidiano. Pensado de modo a ser lido sem uma ordem pré-estabelecida, este singelo livro convida o leitor à reflexão, com breves e valiosas lições que abrangem toda a Escritura.

Permita-se um momento de intimidade com Deus. Ele é um companheiro para todas as horas, especialmente aquelas em que parece que a luz se escondeu. Permita que ele seja a luz em seu caminho.

 

 

 

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Você encontra Lâmpadas no Caminho em todas livrarias e também na internet.

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Defenda o bairro onde você reside
Classificação: / 0
10-Mai-2019


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Eduardo Odloak*

 

A luta por melhor qualidade de vida deve ser uma constante e quando se trata da região onde moramos, não podemos esmorecer.

Tenho, há tempos, falado sobre a necessidade de criação de novas áreas verdes para os distritos do Brás, Belém, Pari e Mooca por tratar de regiões áridas e consideradas o centro da zona de calor da cidade, conforme destaca a imagem.

ImageO efeito do aquecimento global potencializa ainda mais os efeitos das zonas de calor e são mais percebidos em grandes cidades, como é caso da região próxima ao centro de São Paulo, devido à formação das ilhas de calor que resultam da absorção e irradiação do calor pelo asfalto, concreto e aumento da concentração de poluentes, especialmente em áreas urbanas com baixa cobertura vegetal.

É importante observar o efeito deste fenômeno na vida das pessoas. Um importante estudo feito pelo Centro de Gerenciamento de Emergências – CGE da Prefeitura de São Paulo avaliou o impacto das condições climatológicas do município na Mortalidade nos habitantes da Capital. Isso mesmo, o número de pessoas que morrem por conta da zona de calor e por falta de uma política urbana mais adequada à cidade.

Foram comparadas a média da Temperatura Mínima e Máxima diárias, a Média da Umidade Relativa do Ar, Médias Mensais de Temperatura, Umidade e Precipitação, Umidade Relativa do Ar e os Óbitos Diários no Município de São Paulo.

O resultado é surpreendente! Nos períodos de pico do ano o aumento de mortes chegou a mais de 1300 pessoas acima da expectativa. Apenas em dois dias de medições, onde a temperatura ficou em 5,5ºC acima da média dos anos anteriores e umidade relativa do ar apontou uma diferença de 20%, houve um pico de mortalidade com 743 óbitos acima da média esperada.

Doenças do Sistema Nervoso, Doenças do Aparelho Geniturinário, Transtornos Mentais e Comportamentais, Doenças da Pele e do Tecido Subcutâneo e Doenças do Aparelho Respiratório foram as principais causa de mortalidade e registraram aumento de até 110% acima da média.

Com base nestes dados acredito que a criação de um pulmão verde nesta região é uma questão de saúde pública. Trata de uma forma de corrigir erros urbanísticos e criar melhor perspectiva de futuro para quem trabalha, mora e frequenta essa região.

 

*Eduardo Odloak é Artista Plástico, Pesquisador com largo conhecimento do assunto Bairro, foi prefeito regional Mooca e prefeito regional Sé, revitalizador do Largo da Concórdia.

 
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