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EDIÇÃO 380 - 1ª quinzena de fevereiro/2020
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Prezados Amigos,
Prezadas Amigas,


Permitimo-nos apresentar para sua apreciação, a primeira edição do Jornal do Belém, de portas abertas e páginas abertas à disposição dos moradores da região, empresários, autoridades, lideranças comunitárias e simpatizantes, com a mesma dedicação dos mais de 30 anos de nosso Jornal do Brás.
Ao ensejo, rogamos seu incentivo para essa nova bandeira da Região Brás/Belém.

Abraço Fraterno,
Milton George

 


 
Lixo das ruas vai para as fábricas reciclado
Classificação: / 1
15-Out-2009
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Tem sido comum fiscais da Prefeitura vistoriarem o comércio do Brás e lacrarem firmas constituídas que trabalham com produtos recicláveis.

Segundo a própria Prefeitura, embora sejam microempresas legais perante o fisco, não se concede alvarás para esse tipo de comércio.

Ocorre que, trabalho é trabalho, os carroceiros precisam ganhar o pão e ao mesmo tempo tiram o lixo das ruas, vendendo-o às firmas de reciclagem e, estas, por sua vez, separam o plástico do pano e do papel, embalando e repassando para indústrias. O plástico é transformado em grãos, o papel derretido para mil fins e os retalhos de pano são usados em outras mil utilidades, como estopa, tapetes, esfregões, acolchoamento de sofás, bancos de carros, e enfim, ao que se destina.

Como o Brás é Brás de problemas com o lixo sem fim, impõe-se que as autoridades sejam condescendentes com a questão, encontrando um meio para facilitar o trabalho dessas microempresas que no todo somam centenas de famílias que precisam trabalhar, de acordo com a própria cartilha do MEI.

 

Todos precisam trabalhar

Wesley trabalha há três anos com reciclagem no Brás. “As lojas jogam o lixo nas ruas do Brás e nós pegamos o material”, diz ele. Ele é em seguida reciclado. E com isso ajudam na limpeza do bairro.

Ele trabalha com plástico e pano. “Com o pano, fazemos tapete, estopa e enchimento”, conta. O destino deste material são as fábricas de São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina. Parte do material é comprado dos carroceiros, acrescenta Wesley. O material é muito bem separado antes de ser reciclado.

Com o plástico, pega-se o grão para se fazer, por exemplo, sacola de mercado. O plástico mole, diz ele, serve para embalagem.

A quantidade de material que chega por dia no local varia muito, explica. Seis pessoas garantem o sustento de suas famílias com este trabalho.

Wesley finaliza dizendo que o estofamento do banco de carro também é feito com os restos de pano.

 

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Wesley faz o lixo ser usado em mil utilidades

 

 

 

 

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Rodrigo embala os produtos separados

 
Igreja Santo Antonio já reforma torres
Classificação: / 3
15-Out-2009
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Já está em andamento a restauração das torres da Igreja Santo Antonio do Pari, com a colocação do telhado. A primeira torre a receber as melhorias não é a atingida pelo incêndio na festa do Santo Casamenteiro em 2006. A torre sinistrada será restaurada na sequência.

Colaboração: Wagner Wilson

 

 
Psoríase, tema na Câmara Municipal
Classificação: / 1
15-Out-2009

Dia 26 de setembro último, a Câmara Municipal de São Paulo sediou o 5º Encontro Nacional e 7º Encontro Municipal de Psoríase, uma doença sistêmica que atinge 2% da população mundial (aproximadamente 190 milhões de pessoas) entre homens, mulheres de todas as idades, inclusive crianças. No Brasil, a psoríase atinge aproximadamente 3 milhões de pessoas.

Placas avermelhadas e escamativas nos joelhos, cotovelos, couro cabeludo e nas regiões lombares, podendo em alguns casos se espalhar por todo o corpo são os principais sintomas da doença.

De origem genética, a doença se manifesta por fatores psicológicos, estresse, exposição ao frio e uso de certos medicamentos. Apesar de benigna e não contagiosa, a psoríase pode ser confundida com hanseníase ou vitiligo, o que contribui para o preconceito e discriminação com relação às pessoas que tem a doença.

O vitiligo também foi abordado no evento, uma doença caracterizada pela despigmentação natural da pele que atinge 1% da população. Assim como a psoríase, o vitiligo é uma doença não contagiosa e pode surgir em qualquer idade e em diversos tamanhos. Os locais mais comuns são a face, mãos e genitais.

Diante deste cenário, o dermatologista e diretor do Centro Brasileiro de Psoríase – CBP, Dr. Cid Yazigi Sabbag, e o médico e vereador Dr. Gilberto Natalini promovem anualmente um evento nacional que esclarece a doença, suas causas e tratamentos.

O evento, este ano sob o tema “Psoríase e Vitiligo na teoria e na prática: Aprendendo com as experiências”, reuniu portadores de psoríase, familiares, profissionais de saúde entre médicos, esteticistas, podólogos, enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas e imprensa.

Para o Dr. Cid Yazigi Sabbag, a melhor forma de enfrentar a discriminação é encarar o problema e mostrar à sociedade que é possível levar uma vida tranquila e saudável com psoríase.

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Dr. Cid Sabbag

 

 

 

 

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Vereador médico Gilberto Natalini

 
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