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Damasco revive sua epopéia
Classificação: / 0
30-Mai-2008

"Ahlar ua Sahla" – Conheça agora um pouco da história da Síria, cuja cidade Damasco foi a Capital do Califado nos seus gloriosos tempos. Até hoje transpira os mais suaves perfumes de suas flores e até hoje se ostenta garbosa pela lealdade, justiça e paz – trinômio característico de seu povo.

Damasco foi escolhida a Capital da Cultura Árabe no ano de 2008. Para celebrar a conquista, o Centro Cultural Árabe-Sírio promoveu uma típica noite cultural, dia 20 de fevereiro último no seu Salão Nobre, sito à rua Augusta, 1.053.

O evento foi aberto com a abertura da exposição de quadros "Imagens da Síria", pelo Cônsul Geral da República Árabe-Síria em São Paulo, Ghazi Deeb e pelo diretor do Centro Cultural Árabe-Sírio no Brasil, Mohamad Al Kaddah.

 

ORIGEM DAS CIVILIZAÇÕES

Em seu discurso, Mohamad Kaddah falou sobre a eleição de Damasco no ano de 2008. A escolha de uma cidade árabe é realizada todos os anos, desde 1996, por países árabes representados pela Liga Árabe, por meio da Organização Árabe para Educação, Cultura e Ciência (Alesco), que tem como objetivo mostrar a riqueza e a herança cultural árabe nas artes e na literatura. "Damasco tem importância abrangente e muito presente na consciência árabe mundial, porque ela é a cidade da riqueza espiritual, do amor, da beleza, da paz e da origem das civilizações", explicou Mohamad. "Passeando pelas suas ruas, percebe-se no ar um perfume das antigas civilizações, da grandeza cultural e das missões celestiais. Ela é abençoada pelos profetas e encantadora frente aos olhos de grandes generais, filósofos e poetas’, completou.

OBSTÁCULOS PARA A PAZ

Depois, foi a vez do Cônsul Ghazi Deeb proferir suas palavras. Ele disse que a partir de Damasco surgiram aqueles que levavam a palavra de Jesus Cristo para todo o mundo e os líderes árabes-muçulmanos que pregavam a palavra cristã até a Andaluzia, na Espanha. Ghazi comentou ainda que a Síria tornou-se um grande problema para o mundo. "Ninguém quer o bem para aquele país. Até o presidente dos EUA George Bush não consegue dormir, tem que dar todo dia uma declaração de ataque ao nosso país", lamentou, acrescentando que o presidente da Síria, Bashar al Assad, quer a paz e os direitos de liberdade, apoiando todas as forças de resistência árabe, entre elas o Iraque, Líbano e Palestina. "Não admitimos que alguém nos atinja ou nos invada. Não somos agressores nem admitimos que sejamos agredidos. Nós queremos simplesmente ser respeitados, já que respeitamos a todos", advertiu o Cônsul.

Ato contínuo aos discursos, foi feita a projeção do filme "Damasco através da História" e a apresentação do grupo de dança Folclórica do Centro Cultural Árabe-Sírio. Em desfecho, foi servido coquetel. O filme é reprisado toda quinta-feira no auditório da entidade.

 
Brás Society - Pedagoga Kenia Mota
Classificação: / 1
30-Mai-2008

Vamos criar a Pastoral da Educação 

A educação é um dos principais caminhos que nos permite formar o ser humano a partir de uma ordem de valores que fundamente uma ética, cujo princípio seja a defesa e a valorização da vida.

A educação também cria a consciência necessária para a construção de uma sociedade capaz do diálogo e promotora dos direitos de todos os cidadãos. Sendo assim, devemos valorizar a Pastoral da Educação como um caminho privilegiado para a promoção e a defesa da vida.

 
Di Cunto chega aos 73 anos na Mooca
Classificação: / 2
30-Mai-2008

Marco Alfredo Di Cunto Jr é diretor de marketing da empresa Di Cunto, que dia 14 de março próximo estará completando 73 anos. Ele conta que seu avô, Lorenzo Di Cunto foi um dos quatro fundadores da tradicionalíssima confeitaria, localizada na Mooca, na rua Borges de Figueiredo, 61/103.

Os irmãos Vicente, Lorenzo, Roberto e Alfredo (na ordem, do mais velho para o mais novo) deram início às atividades da Di Cunto em 14 de março de 1935, no mesmo local onde hoje está instalada.

Marco Jr, expoente da terceira geração de fundadores da empresa, lembra que Alfredo tinha 12 anos quando foi fundada a Di Cunto. Atualmente estão na direção da empresa o pai de Marco Jr, Marco Alfredo Di Cunto e o Reinaldo. "Meu pai sucede a linha do Lorenzo e o Reinaldo a do Roberto. Temos também a filha do Alfredo, Paula Michelina Di Cunto", completa. Já os filhos do Vicente se desligaram da empresa.

 

O PRIMEIRO DI CUNTO

Mas um personagem em especial precisa ser lembrado na fundação da empresa: Donato Di Cunto, pai dos quatro irmãos. Ele veio ao Brasil por engano, conta Marco Jr, no ano de 1868. Oriundo da cidade de San Marco di Castellabat, ao sul da Itália e próxima a Salerno, Donato iria para Montevidéu, no Uruguai, encontrar um tio. Mas com o surgimento de uma doença contagiosa a bordo do navio, em função da falta de alimentos frescos, o navio foi obrigado a fazer uma parada em Recife, Rio de Janeiro e depois em Santos. Então com 17 anos, Donato veio com a cara e a coragem, analfabeto e sem dinheiro. "De San Marco também vieram os Matarazzo", completa ele.

 
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