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QUALIDADE DE VIDA
Classificação: / 0
09-Nov-2010
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QUALIDADE DE VIDA

 

*Marisa Moura Verdade

 

 

Estafa Profissional:

Síndrome de Burnout

 

Há muitos preceitos culturais positivos sobre o  trabalho, tais como "o trabalho enobrece". No entanto, a vida profissional é um foco importante de estresse crônico.

Vale lembrar que a palavra trabalho vem do latim, “tripalium”, instrumento de tortura para punir condenados ao trabalho forçado. Essa idéia de trabalho como castigo também aparece na tradição religiosa. Ao desobedecer à ordem divina, Adão e Eva são expulsos do Paraíso e “condenados” a obter seu sustento com o suor do rosto.

Relações pessoais com o trabalho são influenciadas por valores da cultura familiar e por pessoas significativas, principalmente aquelas que reconheceram nossas pequenas conquistas, a superação de dificuldades e as atividades criativas. O prazer do bom desempenho, o “fazer bem feito” os serviços do dia a dia, é uma das experiências essenciais do sentimento de realização associado à carreira. Esse prazer é afetado por condições negativas do ambiente organizacional.

A falta de recursos materiais para viabilizar tarefas da profissão, as relações hostis entre funcionários, a competição desleal ou sem critérios claramente definidos podem causar desencantamento com o ofício. Algumas pessoas reagem ao estresse profissional com esgotamento emocional e físico. Suas queixas expressam o sofrimento de quem se sente "acabado", "não aguenta mais" e não consegue "funcionar bem por completa falta de energia”.

Profissões que envolvem cuidados com a saúde, a educação e os serviços humanos apresentam risco maior de desenvolver esse tipo de estafa profissional. O quadro é descrito como Síndrome de Burnout. A denominação vem do inglês burnout que significa esgotar-se, apagar-se.

A descrição clínica envolve falta de realização pessoal, sentimentos de vazio e de fracasso, impotência, baixa autoestima, aumento da irritabilidade e da agressividade. Geralmente, a síndrome atinge pessoas com dificuldades de elaborar frustrações. O estresse profissional promove atitudes hostis para com os clientes, os colegas e a própria família. A fadiga é crônica, sendo frequentes dores de cabeça, complicações com o sono, úlceras digestivas, hipertensão arterial, desordens gastrintestinais, perda de peso, dores musculares e de coluna, alergias etc. Os estudos sinalizam aumento significativo no consumo de café, álcool, fármacos e drogas ilegais. Alguns profissionais, como defesa psicológica, assumem conduta cínica e atitudes de onipotência diante dos clientes. Sob essa máscara de indiferença emocional há desorientação e profundo sentimento de impotência.

O tratamento de Burnout  depende de avaliação médica e acompanhamento psicoterapêutico,  sendo comum a necessidade de medicar a ansiedade e  a tensão.  A psicoterapia avalia os conflitos vividos e reformulação das atitudes profissionais, dos objetivos existenciais e dos cuidados com a autoestima.

*Marisa Moura Verdade é Mestra em Educação Ambiental, Doutora em Psicologia do Desenvolvimento Humano e Especializada em Psico-Oncologia.

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Rotary Brás cada vez mais atuante
Classificação: / 0
09-Nov-2010

Três homenagens foram realizadas pelo Rotary Brás na sua última reunião dia 25 de outubro último no Hotel Mega Polo. Primeiro, a conhecida Marlene Capela, da Boutique Cigana, no Pari. Em seguida, o popularíssimo Alex Farias, proprietário da loja Aline Lingerie, e depois, o diretor-presidente do Jornal do Brás, Milton George.

A presidente do Rotary Brás Maria Luiza São Thiago disse que o motivo das homenagens é a preocupação deles com a comunidade do Brás e do Pari. “O Rotary sente-se orgulhoso em ter pessoas como o Milton, o padre Enivaldo, a Jane, e todos aqui, que são especiais. Todos têm um olhar diferente para a sociedade e estão trabalhando muito em prol da região”.

Marlene Cigana, ao receber a homenagem, disse sentir-se orgulhosa. Nascida no Pari, disse que seus pais, que vieram de Portugal, deixaram como herança o exemplo de trabalho e dedicação e sua formação religiosa e moral. “Eu tive uma coluna no Jornal do Brás. Todos sentem falta da coluna. Agradeço muito ao Milton pela longa amizade, e pelo convite que me fez na formação do Rotary Brás, no Clube Silva Teles”, lembrou ela, que está afastada deste Rotary, mas continua fazendo trabalhos na comunidade, entre eles a Igreja Santa Rita e o Lar Dona Cotinha.

 

Histórias de um “Pariocalista”

Ao fazer o uso da palavra, Alex disse que está no Brás há 30 anos. “O Brás é raiz do Brasil. Por aqui vieram os imigrantes europeus pela Hospedaria dos Imigrantes entre 1850 e 1900. Em 1888, 147.000 chegaram de uma só vez. Foi esse conhecimento europeu e libanês e de outras raças que nos deu essa riqueza. A minha descendência é portuguesa, mas sou um ‘pariocalista’. Nasci na Paraíba, fui para o Rio com três anos de idade e estou em São Paulo há 30 anos”, disse ele, que morou na rua Maria Marcolina. “O que eu puder fazer pelo Brás, eu vou fazer e defender”, disse ele, que faz trabalho na Igreja Santo Antônio do Pari, com suas duas torres hoje completamente restauradas, depois do terrível incêndio que a atingiu em 2006. Alex lembrou do saudoso Dedé, da Construplan, na colaboração da restauração. “Deus é supremo. Que a gente possa, cada um de nós fazer a nossa parte. A minha homenagem me incentiva a trabalhar mais para o próximo”.

Em seguida, a presidente Maria Luiza o convidou para se tornar um rotariano.

 

Jornal homenageado

Maria Luiza também homenageou o diretor-presidente do Jornal do Brás, Milton George. “A gente faz por diletantismo, idealismo, bairrismo e por amor a uma causa. E esse amor eu tenho pelo Brás. A porteira do Brás continua aberta para conversações e para a melhoria do bairro. Esse Brás buliçoso, brejeiro, bucólico e romântico. E precisa de nós, de braços dados, para consertar as lacunas e problemas que o bairro tem. Hoje tenho 70 anos e quero trabalhar mais 10 anos para o bairro, pelo menos” – disse Milton.   

 

Ligação com o Brás/Pari

O presidente do Rotary Leste, Nicolaus Simos, lembrou que morou na rua Oriente, quando 75% dos imóveis eram residências. Morou muitos anos no Pari, na esquina da rua Conselheiro Dantas com a Rio Bonito. Ele ficou ainda um tempo na João Teodoro, 1.577, coincidentemente onde hoje está instalada a Aline Lingerie. Nicolaus agradeceu o apoio do Rotary Brás no Projeto Rumo realizado recentemente na Escola Padre Anchieta.

 

Jovens no Rotary

O governador assistente do Distrito 4.430, Ricardo Kano discorreu sobre a participação dos jovens nas atividades do Rotary. “É neles que precisamos focar nossos esforços. Os Rotarys Brás e Leste já contribuíram para isto se torne uma realidade”.

Sobre o Interact, em formação no Brás, a presidente Maria Luiza disse que estão sendo formados grupos de rotarianos para dar assistência aos jovens. Fazem parte da comissão, ela, Antonio Marcio, Suzy, Doris e Jane Hatanaka. “Gostaria que o padre Enivaldo fizesse parte da comissão”, disse ela.

As reuniões-almoço acontecem toda 2ª feira ao meio-dia no Salão de Eventos Superhotel do Mega Polo, à rua Barão de Ladário, 670.

 

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O convidado Franz Yoshitoshi da empresa Provet e Lívia Pelim do Interact Vila Carrão. Ao fundo Alex, Maria Luiza e Jane

 

 

 

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Marlene Cigana, orgulho de haver nascido no Pari

 

 

 

 

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Ao receber a flâmula, Milton falou sobre os paradoxos do Brás

 

 

 

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Alex não é só comerciante. Conhece a fundo a história da região desde a vinda dos imigrantes europeus

 

 

 

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Curso de Português para Estrangeiros, cuja aula inaugural foi dia 20 de setembro último

 

 

 

 

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O presidente do Rotary Leste morou no Pari e lembrou os tempos em que a maioria dos imóveis era de residências

 

 

 

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O governador assistente Ricardo Kano quer maior participação dos jovens no Rotary

 

 

 

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Carlos Ferrara falou sobre a Prova Quádrupla. “Primeiro: é a verdade? Segundo: é justo para todos os interessados? Terceiro: criará boa vontade e melhores amizades? Quarto: Será benéfico para todos os interessados?”

 

 

 

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Dinael, Lívia e Wagner

 

 
Empresários falam sobre Economia de Comunhão
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09-Nov-2010
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Realizou-se dia 9 de outubro último na Igreja Santo Antônio do Pari, o Encontro Pastoral Mundo do Trabalho da Arquidiocese de São Paulo.

Em entrevista ao Jornal do Brás, a irmã Miriam, da Missão do Cristo Operário, que completa o seu Jubileu de Ouro em 2010, contou que o objetivo principal do encontro é a caridade dentro do Mundo do Trabalho. “Os empresários de Economia de Comunhão falaram o que é o Mundo do Trabalho com Jesus Cristo inserido no contexto, sem conflito de classes”.

Na Economia de Comunhão - EdC, teoria criada pela saudosa italiana Chiara Lubich em 1991, que, durante a sua visita ao Brasil, ficou impressionada com o contraste social, divide-se o lucro entre todas as pessoas que trabalham para o mesmo ideal. “É o ser humano, dignamente dentro do seu trabalho, como cristão e numa economia onde ele possa dizer que a empresa também é sua, não é só do patrão, porque ele é participante do lucro”, disse a irmã Miriam.

Foi a primeira reunião na Igreja Santo Antônio e a segunda na Arquidiocese. “Vamos intensificar este trabalho nas empresas para que não haja luta de classes”, finalizou ela. As reuniões são mensais. Mais informações na Casa Pastoral da Missão Cristo Operário pelo fone 3313-1747 ou 9268-4344.

 

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Alex falou sobre a responsabilidade fraterna de um para o outro. “É na fraternidade que construímos instâncias políticas”

 

 

 

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Luiz Collela, engenheiro e administrador de empresas, contou sua experiência na Economia de Comunhão. Ele pediu que empresários cristãos conscientes procurem repartir seu lucro com quem precisa. “Uma parte do lucro é para a empresa, outra para os pobres e a outra é para a formação de pessoas, principalmente jovens”, disse Luiz, completando que 750 empresas no mundo e 132 no Brasil, sendo 45 na Região Sudeste, adotaram a Economia de Comunhão

 

 

 

 
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