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09-Abr-2020
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 Pandemia, isolamento e efeitos emocionais

Marisa Moura Verdade

           

 Vivemos uma situação inédita, traumática, de amplitude global - a pandemia causada pelo novo Coronavírus. A palavra pandemia vem do grego, “pan” e “demos”. "Pan" equivale a tudo ou todos, "demos" é o povo. Isso significa que todos os povos estão diante do mesmo acontecimento. Enfrentamos uma doença altamente contagiosa, que se espalha rapidamente entre a população do mundo. Os coronavírus que infectam seres humanos causam doença respiratória aguda, com sintomas que variam em gravidade desde um resfriado comum até uma pneumonia fatal. Nosso confronto é com uma nova versão do vírus Corona, identificada em meados de dezembro de 2019, na cidade de Wuhan, China, causadora da infecção chamada COVID-19.

A escalada do surto é espantosa. O novo coronavírus é muito veloz, não respeita fronteiras nem diferenças socioculturais. E é a velocidade de propagação o maior desafio ao enfrentamento dessa pandemia. O risco de uma pneumonia, que exige hospitalização em terapia intensiva, é de aproximadamente 4%. Embora não deva ser menosprezado, esse risco é relativamente baixo para um indivíduo. Contudo, a velocidade de propagação da doença é tão alta que, coletivamente, em poucos dias esse perigo resulta em milhares de pessoas precisando de unidades de terapia intensiva, o que leva o sistema de saúde ao colapso. Na falta de vacina disponível, até o momento, o único recurso que se mostrou eficiente para diminuir a velocidade de propagação da infecção é o isolamento social. Chegamos a essa condição de emergência totalmente despreparados! Além do isolamento, também precisamos lidar com incertezas e seus parceiros – o medo, a ansiedade, a angústia e o estresse.

            A letalidade dessa infecção pelo COVID-19  exige atenção,  é incompatível com atitudes de negação. Toda doença potencialmente fatal desperta emoções perturbadoras, que criam focos de estresse. Cada um responde a seu modo. A reação individual depende da história de vida, das características de personalidade, da conduta que diferencia uma pessoa das outras e da comunidade em que vive. Algumas atitudes refletem mecanismos de defesa incompatíveis com sofrimentos inerentes à pandemia do novo Coronavírus. A negação, por exemplo, pode estar na arrogância de quem recusa a gravidade do problema e julga que o isolamento da população é um exagero. Também pode estar na raiva que mascara o medo diante da finitude. Ainda não sabemos quanto tempo vai durar essa situação de emergência. Mas sabemos que é  preciso lidar com angústias que acompanham o recolhimento na própria casa e o não saber. 

São muitos os efeitos psicológicos do isolamento: frustração, tédio, perda da rotina, redução das trocas afetivas e do contato físico, medo da infecção etc. Tais preocupações referem ao temor sobre a saúde própria e dos entes queridos, bem como ao medo de contágio por outras pessoas. Nesse quadro, é preciso assumir a quota de incertezas que a realidade nos apresenta.

Pessoas extrovertidas, aquelas mais sociáveis e comunicativas, tendem a sentir maior desconforto no isolamento social. Seus interesses estão no mundo externo, nos objetos, nos fatos e nas trocas sociais. Essas características de personalidade beneficiam sua adaptação à realidade desse mundo exterior. É compreensível que extrovertidos sintam irritação e impaciência no isolamento social, associado ao aprisionamento e à reclusão. Ao contrário, o isolamento social parece beneficiar a introversão e seu interesse no mundo interior. A atenção das pessoas introvertidas é direcionada para o mundo das impressões, das emoções e dos pensamentos. Introvertidos dedicam-se aos processos internos, suscitados por fatos externos. Nesse caso, o isolamento social abre espaço para momentos de reflexão e autoconhecimento. Extroversão e introversão são movimentos da vida psíquica. Todos nós temos períodos de extroversão e introversão. Tomara que essa fase de isolamento nos permita cultivar a interioridade que ressignifica valores e sinaliza o que importa.

 

Mestre em Educação Ambiental, Doutora em Psicologia, especializada em Psico-Oncologia, pesquisadora do Laboratório de  Psicologia Social da Religião do IP-USP. Autora do livro Ecologia Mental da Morte. A troca simbólica da alma com a morte. (Editora Casa do Psicólogo & FAPESP. 2006). E-mail:  Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email

 
O que é uma pandemia e porque são necessários o isolamento social e a quarentena?
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09-Abr-2020
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Segundo o dicionário, pandemia significa enfermidade epidêmica amplamente disseminada. Para a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma pandemia é a disseminação mundial de uma doença, ou seja, é quando a doença se espalha por vários países com uma transmissão contínua entre as pessoas. Deixamos claro aqui que uma pandemia significa doença com alta contaminação de pessoas, mas o termo não diz respeito à gravidade da doença (que pode ser pouco ou muito severa). É claro, no entanto, que as autoridades e órgãos competentes como a OMS levam também em consideração estes critérios.

É importante destacar que ao ser declarada uma pandemia, isso deve ser levado a sério. Todas as instruções dos órgãos de saúde precisam ser rigorosamente seguidas. No caso da COVID-19, antes mesmo de ela ser anunciada, houve um imenso trabalho de investigação e tentativa de contenção da doença por diversos setores e entidades envolvidas.

Dessa forma, os órgãos de saúde orientam os melhores cuidados a serem seguidos e, quando estes são acatados pela população, torna-se possível enfrentar a situação e passar por ela sem grandes prejuízos.

Frente a esse cenário, temos dois grupos de população: os que seguem as orientações e os que não seguem. Nesse momento, todos precisam seguir as recomendações. É um momento de união e cooperação, a fim de diminuir riscos e prejuízos. Vamos citar alguns exemplos: a pandemia de H1N1 que ocorreu em 2009. Naquela época, foram infectadas cerca de 1 bilhão de pessoas e, em seu primeiro ano, foram centenas de milhares de mortos. No início do século XX também aconteceu a gripe espanhola, que tirou a vida de cerca de 50 milhões de pessoas.

Agora vamos refletir! Será que estes números não poderiam ter sido reduzidos? O que deve ter faltado para que não houvesse tantas mortes? Isso é uma coisa a se pensar, e mais do que só pensar, a ser posto em prática.

Há quem diga que a COVID-19 levará muito mais pessoas à morte e há quem ache que não. Mas, em momentos assim, não seguir as recomendações pode custar a vida de pessoas ao nosso redor. Portanto, a prevenção ainda é a melhor alternativa — como dizem, a situação de risco só ocorre quando falha a prevenção.

Vários países anunciaram a quarentena como uma medida de prevenção para conter a disseminação da COVID-19 — países estes de primeiro mundo e bem estruturados.

E você sabe o que significa quarentena? Ela diz respeito ao período de isolamento para que seja reduzida a transmissão de uma doença. A quarentena restringe a circulação, mesmo de pessoas saudáveis, mas que podem estar com a doença e ainda não sabem, ou então ainda serem assintomáticas (ou seja, que não apresentam sintomas). Desse modo, essa medida garante que essas pessoas não vão continuar a transmissão da doença, principalmente para as pessoas que são do grupo de risco — aquelas que apresentam maior risco de morte quando contraem a doença. O isolamento social separa as pessoas infectadas das que estão saudáveis para que aquela pessoa que já está com a confirmação da doença não passe para outros.

Mas quando a quarentena é recomendada? Deve ser colocada em prática em situações de contaminação comunitária, quando já não é mais possível identificar a origem da infecção e não se sabe quem passou para quem. Ela ajuda a controlar o número de casos naquela região e também auxilia no controle para redução da disseminação da doença, porque restringindo a circulação é mais difícil que o vírus seja espalhado.

Testemunhamos países de primeiro mundo que mesmo em quarentena sofreram muitas perdas. Ser otimista é ótimo, precisamos disso, mas não podemos cair na ilusão de que vamos passar por isso sem nenhum prejuízo. Este é um momento de parar e refletir sobre como podemos enfrentar a situação com o menor prejuízo possível a todos.

Se não seguirmos as recomendações dos órgãos de saúde, teremos muitas dificuldades para controlar esta situação. Portanto, cada um necessita fazer a sua parte, pois juntos somos mais fortes para enfrentarmos e logo sairmos dessa pandemia. Consequentemente, vamos retomar e reestabelecer a economia do país. 

Cristiano Caveião é coordenador do curso de Tecnologia em Gerontologia – Cuidado ao Idoso do Centro Universitário Internacional Uninter.

Fabiana da Silva Prestes é professora do curso de Tecnologia em Gerontologia – Cuidado ao Idoso do Centro Universitário Internacional Uninter.

Fonte: Pg1 Comunicação

 

 
Vendas de Páscoa são as mais fracas da história
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09-Abr-2020
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São Paulo, 3 de abril de 2020. A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) estima que as vendas de Páscoa podem ser mais fracas na comparação com anos anteriores, devido a ocorrência da pandemia de coronavírus (Covid-19).

“A expectativa de vendas do varejo para a Páscoa pode ser fraca, e também vai depender muito se até lá nós estivermos ainda no isolamento. Como está hoje, vai reduzir não só a procura, mais também a abertura de lojas. Para aquelas que vão poder abrir, como os supermercados, o movimento deve ser mais fraco do que no ano passado”, analisa Marcel Solimeo, economista da ACSP.

Ele explica que, diante do cenário atípico, é muito difícil fazer uma projeção, porque vai depender da reabertura do comércio no próximo dia 7. Porém, diante do quadro atual, com as restrições, muitas famílias não conseguirão se reunir. “Também porque as pessoas não estão nesse clima comemorativo tradicional, como é observado todos os anos”.

Quanto ao preço dos produtos mais comuns da Páscoa, itens importados, como vinho e bacalhau, podem ter preços mais altos do que no ano passado, devido a alta do dólar. Para o economista, no entanto, provavelmente nem toda a alta do dólar deverá ser repassada, porque as vendas devem ser mais fracas do que habitualmente ocorrem em anos anteriores.

Já com relação aos ovos de Páscoa, Solimeo diz que os preços podem subir na comparação com 2019. “Pois nesse um ano teve alguma inflação, além disso, alguns produtos que são usados na fabricação dos ovos de Páscoa terão aumento, mas deve ser um aumento muito mais suave do que aquele que deve ocorrer com o bacalhau e o vinho importado, por exemplo”.

“Agora, o grande problema dessa data é que os pequenos produtores de ovos de Páscoa, que vendem em pequenas quantidades em vários locais - e não nas grandes redes de supermercados - podem ter uma dificuldade muito grande para vender. Para eles, o risco do prejuízo é maior”, alerta o economista da ACSP.

De modo geral, ele comenta que as pessoas estão mais cautelosas para fazerem compras porque têm dificuldades ao acesso bancário e também porque algumas ainda não receberam seus salários.

 

 
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