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Desafios da intolerância
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24-Mai-2019
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Marisa Moura Verdade

                Tolerância e intolerância fazem parte do nosso dia a dia.  Amigos aturam as chatices um do outro, pais toleram a bagunça dos filhos, funcionários aguentam o mau humor  de chefes estressados.  Em algum grau, somos todos tolerantes e intolerantes, depende da situação e das características da personalidade. As duas palavras nomeiam atitudes mentais diante das diferenças, expressando a rejeição ou aceitação de opiniões e crenças divergentes. Tolerância significa dar permissão ou aceitação para uma ação, ideia, objeto ou pessoa. A origem do termo é latina,  vem de tolerare, no sentido de suportar, admitir, aceitar, conceder ou autorizar. O oposto, intolerantia, é traduzido como incapacidade de aguentar. Ao longo do tempo, novos sentidos foram adicionados à tolerância, incluindo a ação de  acolher alguém, dar suporte ou ser compreensivo frente ao outro.

                Quem cultiva a tolerância sabe que disputas e rixas podem ser contidas quando há disposição para o respeito mútuo. Respeitar uns aos outros não significa anular debates e oposições. Atitudes respeitosas  impõem limites no modo como os conflitos podem ser tratados. O problema é que a intolerância tende a desprezar noções básicas de respeito mútuo,  operando de modo a tornar o contato social insuportável.  Nesse viés, intolerância é fator de degradação da vida mental e social.

                Vivemos um período de explosão da intolerância, no Brasil e no mundo. Nas redes sociais, o discurso intolerante promove preconceitos, disseminando ódio e violência. A dimensão social e política da tolerância é especialmente complicada, tendo em vista que limita nossa ação contra algo que condenamos e rejeitamos.  O contrário acontece com a intolerância, que segue o impulso de transformar o “outro” na figura do inimigo. Isso ocorre quando não reconhecemos esse “outro” como alguém capaz de desenvolver convicções legítimas sobre as diversas dimensões da própria vida.

                É muito fácil apontar a intolerância dos nossos oponentes. Difícil é reconhecer e conviver com a própria intolerância. Isso implica custos e riscos pessoais,  evoca as atitudes negativas, hostis e combativas  dos intolerantes. A tolerância pessoal pode ser   entendida como uma atitude que contrasta com a tendência agressiva da intolerância, configurando um modo de discordar pacificamente. Um ponto importante: a carga emocional que acompanha a intolerância configura o desafio de conviver com as diferenças,  revelando  o fator primário que  diferencia a intolerância da discordância respeitosa. 


Mestra em Educação Ambiental, Doutora em Psicologia, especializada em Psico-Oncologia, pesquisadora do Laboratório de Psicologia Social da Religião do IP-USP.  Autora do livro Ecologia Mental da Morte. A troca simbólica da alma com a morte. (Editora Casa do Psicólogo & FAPESP). E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email

 

 
Limbo Previdenciário, injustiça e arbitrariedade
Classificação: / 0
24-Mai-2019

ImageOs jovens, Maria Faiok e Estácio, amigos de escola na adolescência, caminhavam firmes no ensino médio, ele, jogador de futebol com olhos no profissionalismo, Maria por sua vez, garota inquieta e ativa consumia inúmeros livros, e se aprofundava na arte de escrever com o intuito de ser jornalista. Suas matérias no jornal da escola faziam grande sucesso entre seus colegas. 

Contudo, o amor pela carreira jurídica e a possibilidade de ajudarem pessoas com necessidades incomuns, fizeram com que ambos estudassem direito. Os jovens desistiram de suas carreiras e de forma arrojada e intensa partiram em busca de seus ideais.

Estácio caminhou na arte sinuosa das relações do trabalho e tudo que envolvia empregados e empregadores. Faiock por sua vez, vislumbrou na legislação previdenciária, uma forma de ajudar e amparar o trabalhador com os seus benefícios sociais, num país ainda modesto em seus direitos e auxílios.

Solidários e generosos desde sempre, Dr. Estácio e Dra. Faiok, mantiveram suas posturas condizente com a ética, a justiça e o profissionalismo. Desta forma, ambos construíram sua jornada unidos sobretudo da vontade de lutar pelo direito do ser humano a condições dignas de trabalho e de existência.

Hoje, eles respondem pela SOS PREVIDÊNCIA, escritório que opera em benefício de trabalhadores que se encontram no que chamamos de  “limbo previdenciário” ou seja, pessoas que utilizavam de auxílio-doença e que tiveram seus direitos suspensos pela Operação Pente Fino do INSS, ação governamental onde  os agentes  previdenciários iniciaram uma varredura nas concessões com o objetivo de apurar possíveis fraudes, e realizar uma intensa revisão para atestar se os segurados deveriam ou não ter o seu direito renovado.

Segundo a Previdência Social, até novembro de 2018, foram feitas 1,1 milhão de perícias, o que levou ao cancelamento de mais de 552 mil benefícios concedidos irregularmente.

Porém, existem casos onde o obreiro, tem seus direitos injustamente cancelados, e na volta ao trabalho, suas atividades ainda não podem ser executadas em função de suas limitações físicas. Negado seu direito ao trabalho e também seu benefício social, o trabalhador se encontra no “limbo previdenciário”.

 

Um hiato nos seus privilégios como cidadão e ser humano

O trabalhador, impossibilitado de lutar por seus direitos, muitas vezes por seu estado de saúde debilitado, encontram na dupla Faiok e Estácio do SOS PREVIDÊNCIA, um conforto para suas privações.  Os advogados enfrentam e contestam as leis e seus peritos para adquirir a garantia do trabalhador como indivíduo inserido numa sociedade honesta e linear.

Assim trabalham os advogados, amigos e sócios do SOS PREVIDÊNCIA, Dra Faiok e Dr. Estácio, no cumprimento de seu juramento e de seu amor pela causa humana, pelos direitos do cidadão e sobretudo pelo cumprimento de uma lei mais justa e mais digna em nosso país.

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Serviço: SOS PREVIDÊNCIA

Endereço: av. Vieira de Carvalho,132, conj.92 República

Fones: 3334-1312- 93048-7724

 

Fonte: Mentorship

 
Bolsonaro sanciona lei sobre Violência Doméstica
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24-Mai-2019
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*O presidente Jair Bolsonaro sancionou dia 13 de maio último o projeto de lei 94/2018, proposto pelo deputado federal Bernardo Santana de Vasconcellos (PR/MG) para permitir que delegados e policiais possam emitir medidas protetivas de urgência para vítimas de violência doméstica. A partir de agora, a mulher que sofrer violência doméstica em uma das 2.873 cidades que não são sede de comarca -- ou seja, que não abrigam um fórum ou outra sede do poder judiciário, pouco mais da metade dos municípios brasileiros -- poderão deixar a delegacia com a medida protetiva em mãos, assinada em caráter de urgência pelo delegado ou, na ausência dele, por um policial.

Até a sanção da nova lei, a emissão do documento funcionava de forma mais lenta: o delegado tinha 24 horas para encaminhar o pedido ao juiz, que poderia levar até 48 horas para julgar o caso -- ou seja, o documento só passava a valer, de fato, três dias após a denúncia. A relatora do Projeto de Lei no Senado, Leila Barros (PSB-DF), acompanhou a sanção do PL no Palácio de Planalto e confirmou a assinatura do presidente, que transformou o projeto em lei, sem vetos.

"Hoje no finalzinho da tarde o presidente sancionou o PL 94, sobre as medidas protetivas [para as mulheres vítimas de agressão] nas primeiras 24 horas", disse a senadora. "Sabemos que nos rincões desse país existem muitos municípios que não têm comarca e muitas mulheres são vítimas de violência e não têm medida protetiva naquelas primeiras 24 horas. Sabemos que [as primeiras 24 horas] são a diferença entre a vida e a morte de muitas delas".

 

"Falsa proteção"

Em abril, quando o projeto foi aprovado no Senado, Universa ouviu duas especialistas em violência de gênero -- a advogada Marina Ruzzi, da Rede Feminista de Juristas, e a juíza Teresa Cabral, da coordenadoria dos direitos da mulher do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, As duas juristas questionaram os efeitos práticos da proposta, temem que a mudança enfraqueça a Lei Maria da Penha e deixe as vítimas ainda mais expostas.

Elas apontam para o fato de que, enquanto o agressor não for notificado por um oficial de justiça, ele não pode ser punido por descumprir a medida. Por isso, o papel assinado por um delegado ou policial não tem efeito.

"[A medida] cria uma noção de falsa proteção", acredita a juíza. Ela conta que é muito comum que os agressores passem a perseguir a mulher após a agressão e, assim, tenham conhecimento da denúncia antes mesmo de ser notificado: "Ele sabe para onde ela vai, o que faz e o que deixa de fazer. Conceber a intimação, neste caso, pode intensificar o risco que a vítima está sofrendo".

A rede Feminista de Juristas emitiu um parecer contrário à medida. "Apesar de a proposta ter como objetivo, aparentemente, dar resposta a algumas das dificuldades apontadas pelas mulheres em situação de violência, a deFEMde constatou que sua aplicação pode culminar num cenário de maior desproteção dessas vítimas", resume o documento. *com informações da Agência Brasil.

 

Fonte: Aspomil – Associação de Assistência Social dos Policiais Militares do Estado de São Paulo

 

 
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