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EDIÇÃO 362 - 1ª quinzena de maio/2019
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Por que a Grécia quebrou?
Classificação: / 0
18-Abr-2019
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Dr Emidio Severo*

 

O contentamento era grande e a euforia invadia os lares do país. O ufanismo e a militância eram galopantes. Daí, influenciado pelo populismo o Governo começou a distribuição gratuita de medicamentos para população. Era só ir a uma farmácia com a receita, pegar e levar.  O pagamento o Governo Federal fazia depois para a indústria farmacêutica! Bingo! A população estava adorando! Teve também um programa de moradias populares chamado  "minha casa minha vida" para a classe quase média, cujas obras invadiram o país. Viam-se obras em alagados, grotões, encostas, campos de futebol, onde até vereadores receberam casas. A indústria Automobilística nunca recebeu tantas renúncias, exonerações e incentivos fiscais. Era tudo igualzinho a "pinto no lixo". Só alegria!  A Industria do entretenimento, teatro, cinema e televisão nadavam de braçadas e qualquer cineasta simpático conseguia dinheiro para o longa-metragem dos sonhos. Qualquer cantor conseguia fazer shows milionários. A lei Rouanet pagava tudo.  O FIES era uma maravilha e nunca antes na história do país os pobres estudaram tanto! E sobre esse programa corria até uma boa piada: Cuidado! Não perca documentos na frente de certas faculdades, porque você pode receber um diploma em sua casa. Até os movimentos de sem-terra e sem-teto se credenciaram! Era uma festa. E se você acha que tudo isso foi excelente para o pobre, imagine como foi excepcional para os donos das empresas desses segmentos. Veja que os próprios empresários fiscalizavam as contas. Quanto dinheiro foi para o ralo! E soma-se a isso tudo,  as bolsas BNDES, Petrobrás, BB,  CEF,  Fundos de Pensões, bolsa do sistema S, bolsa imprensa, bolsa TV, bolsa Rádio, bolsa taxista, bolsa futebol americano, bolsa torneiro mecânico, bolsa oficina, bolsa dos Artistas, bolsa empreiteiras e ainda mais, as aposentadorias de favores, aumentos desenfreados às categorias do funcionalismo público, aumento do teto de gastos públicos, liberação para endividamento etc, etc, cuja soma de tudo ultrapassou os  4, 5 ou 6 trilhões de dólares, que foram drenados para o exterior ou para os bolsos de segmentos privilegiados. Oppsss! me desculpe! O meu artigo de hoje era para falar de como a Grécia quebrou. Mas não tem problema, posso dizer ainda que a Grécia quebrada teve que pegar trilhões de empréstimos e levará mais de 20 a 30 anos para sair dessas crises intermináveis. Assim, não precisamos nem falar da Grécia. O resultado é claro e a crise continua!

 

*Dr Emidio Severo é Advogado há 40 anos, inscrito na OAB-SP sob n° 58.098. Tem especialização em Direito Civil, Trabalhista, Empresarial e Imobiliário

 

 

 
Belém tem novos laureados
Classificação: / 0
18-Abr-2019


Trazemos nesta página novos flashes do harmonioso bairro Belém, que dia 18 de março último realizou o evento 67º aniversário da Sociedade Amigos:

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Dr Abdo Hadade do CENHA, fundado em 10 de outubro de 1965

 

 

 

 

 

 

 

 

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Empresário Marcelo Novato Alves, empreendedor presente nos grandes eventos do Belém

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Mauro Monzani (in memorian), saudoso morador do Belém, que trabalhou nas empresas Matarazzo e GoodYear e fez parte da diretoria da SAB. Na década de 70, foi sócio de uma construtora no bairro. Receberam a homenagem, Angelina e a neta Camila

 

 
Carlos de Campos, governador e jornalista
Classificação: / 0
18-Abr-2019


Eduardo Martellotta

 

A avenida Carlos de Campos, no Pari, homenageia o estadista, jornalista e musicista nascido em Campinas, a 6 de agosto de 1866. Fez os primeiros estudos em Amparo, cursando em seguida o Colégio Internacional de Campinas. Em São Paulo, cursou o Colégio Norton e ingressou na Faculdade de Direito, em 1883, por onde se diplomou em 1887.

Desde o tempo acadêmico, o Dr Carlos de Campos foi, como seu pai Bernardino de Campos, ardoroso republicano, propagandista da abolição dos escravos e defensor da democracia. Advogou em Amparo ao lado de seu pai, e depois em São Paulo. Eleito deputado estadual, exerceu o mandato até 1896, quando foi convidado pelo presidente Campos Salles para titular da Secretaria da Justiça.

Presidência de São Paulo

Foi novamente eleito deputado em 1901; seis anos depois Carlos de Campos foi eleito presidente da Câmara; senador Estadual em 1915; em 1918 deputado federal e líder da bancada paulista. Sucedeu a Washington Luís na presidência do Estado, assumindo a chefia do governo em 1º de maio de 1924.

 

Revolução de 1924

Em seu governo, ocorreu em São Paulo, a Revolução de 1924, iniciada a 5 de julho. O Palácio dos Campos Elísios, sede do governo paulista, começou a ser incessantemente bombardeado pelas forças revoltosas, tendo sido um de seus filhos atingido na perna por estilhaços. Carlos de Campos, depois de abrigar sua família em casa de parentes, determinou, estrategicamente, que todos membros do governo se retirassem para Quitauna, que passou a ser a sede provisória do Governo Estadual, até os revoltosos serem derrotados.

 

Realizações

Carlos de Campos foi o 12º presidente do Estado de São Paulo. De sua obra administrativa, destacam-se a remodelação da Estrada de Ferro Sorocabana, a organização do Serviço de Combate à Broca do Café, a criação do Instituto Biológico, as obras de captação das águas do Rio Claro, a fundação do Banco do Estado, da antiga Guarda Civil (1926) e do Instituto do Café. Foi jornalista durante toda a sua vida e ocupou o cargo de diretor do "Correio Paulistano". Como compositor e musicista, deixou duas peças líricas intituladas "A Bela Adormecida" e "Um Caso Singular". Carlos de Campos faleceu quando ocupava o cargo de presidente do Estado, em 27 de abril de 1927.
O logradouro foi oficializado através do Decreto nº 4.711, de 13 de maio de 1960. Legislação anterior: Ato nº 972, de 24 de agosto de 1916.
Nome anterior do logradouro: rua de mesmo nome.

 

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Retrato oficial de Carlos de Campos, quando presidente de São Paulo


 

 

 

 

 

 

 

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Início da av. Carlos de Campos na Praça Eduardo Rudge

 

 

 

 

 

 

 

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Esquina com a Rio Bonito

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Vila dos Idosos no final da avenida

 

 
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