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Plataforma oferece gratuidade
para médicos atenderem on-line

 

São Paulo, 2 de abril  de 2020 – A plataforma Mymedi, que funciona como um prontuário eletrônico, com base audiovisual para telemedicina, está oferecendo gratuidade para médicos e instituições de saúde que necessitem atender seus pacientes remotamente.
 
Para o médico e um dos idealizadores do Mymedi, Dr. Paulo Lázaro, já é esperada uma saturação dos serviços de saúde em todo o país, em decorrência do coronavírus, principalmente para aqueles que oferecem atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), que atendem 75% da população brasileira.  Mesmo consultórios e clínicas particulares precisam encontrar maneiras para dar apoio e orientação aos pacientes que não podem sair de casa.

 A consulta direta do paciente com seu médico de confiança ajuda não só a sanar dúvidas e eliminar angústias como conter informações incorretas que são amplamente disseminadas em períodos de propagação de novas doenças.

 "Hoje é imprescindível o isolamento, como orienta a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde. Só assim poderemos garantir que o vírus Covid-19 não se propague em uma velocidade absurda. Um paciente idoso, que está no grupo de risco, por exemplo, pode ter um simples problema de saúde, que uma orientação online poderá resolver, sem a necessidade de locomoção até o consultório. Por conta disso, liberaremos gratuitamente o acesso a nossa plataforma, onde é possível consultar o prontuário e fazer o atendimento de pacientes de forma remota, priorizando consultas presenciais apenas para casos de maior gravidade", explica o médico.

O conceito da telemedicina ganhou força nos Estados Unidos a partir dos anos 1950, enquanto no Brasil o debate sobre o tema só começou muitos anos depois. Hoje, em meio à pandemia é um conceito que se faz necessário. 

No prontuário eletrônico - que já funciona em algumas clínicas privadas - é possível ter uma sala de consultório virtual, onde o médico se conecta por um link.  Não é necessário baixar nenhum programa. O médico apenas faz sua inscrição e cria a sua sala de atendimento.  Depois, encaminha o endereço eletrônico para seu paciente, marca o horário e realiza a consulta remotamente.

 A vantagem do Mymedi, segundo Lázaro, é que, além de atender virtualmente o paciente, o médico poderá preencher o prontuário, armazenar exames,  preservando todo o histórico das consultas em um mesmo ambiente, o que não é possível fazer em outros ambientes como como aplicativos de mensagens e vídeo-chamada, e-mails e redes sociais. 

O sistema oferece ainda informações sobre a bula de medicamentos, o CID e atestado aos pacientes. Um fator importante é todos os dados do paciente são mantidos em segurança, respeitando a confidencialidade médico-paciente. 

 "Além de oferecer assistência virtual, por meio do Mymedi também é possível realizar prescrições e pedido de exames com assinatura digital, mantendo a segurança dos pacientes, principalmente aqueles que precisam passar por consultas de acompanhamento, garantindo que eles se exponham menos. É ainda maneira de não sobrecarregar os sistemas de saúde nesse momento tão delicado pela qual estamos passando" diz Dr. Paulo Lázaro.

Outro idealizador da plataforma, o médico Dr. Marcelo Santoni conta que foram realizadas experiências em algumas clínicas no interior de São Paulo e a resposta foi muito positiva.  "O que nos deixou satisfeitos é que o retorno foi altamente satisfatório para a teleconsulta, tanto por parte dos médicos, como por parte dos pacientes. Os testes mostraram que a nova modalidade tem tudo para ser uma excelente opção, ainda mais neste momento de crise". 

Dr. Santoni esclarece, ainda, que o prontuário ficará armazenado para a consulta do médico solicitante, mesmo que o prazo de gratuidade do sistema tenha acabado.  Ele também salienta que o atendimento virtual não foi criado para substituir a consulta presencial e sim para agilizar e orientar condutas com maior rapidez e dar o diagnóstico prévio. Deste modo, aqueles que não podem comparecer a hospitais, consultórios e clínicas não ficam sem atendimento.

Pelo sistema do Mymedi também é possível montar uma sala de conferência, caso o profissional necessite da opinião de outros especialistas, por exemplo. "Há muito tempo vínhamos detectando a necessidade de aplicativos para a telemedicina e telesaúde. Hoje já nem é mais uma tendência. Passou a ser de extrema necessidade, em razão do perigo do risco de contágio do coronavírus", finaliza.

 
Serviço:

Mymedi
https://mymedi.com.br
E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email  

Fonte: Artifício Comunicação 
 
Arrecadação de impostos pode cair quase 40%
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02-Abr-2020

Para o economista da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Marcel Solimeo, o levantamento serve para que se tenha uma ideia numérica do que pode acontecer nos próximos meses 


São Paulo, 2 de abril de 2020Um estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) aponta que a arrecadação de impostos no Brasil pode sofrer uma queda de até 39,3% em virtude dos impactos do isolamento social recomendado por especialistas e pela própria Organização Mundial de Saúde (OMS) como a forma mais eficaz de combate ao novo coronavírus (Covid-19). Para o economista da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Marcel Solimeo, o levantamento serve para que se tenha uma ideia numérica do que pode acontecer nos próximos meses.


“São projeções baseadas em algumas hipóteses, mas o cenário de incerteza, como o que estamos atravessando, pode apresentar algumas surpresas. De qualquer forma, é um estudo interessante para que a gente possa ter alguma ideia numérica do impacto das medidas”, pondera Marcel Solimeo, economista da ACSP.


O levantamento considera receitas tributárias da União, dos estados e dos municípios e leva em conta projeção inicial feita pelo IBPT, de R$ 2,8 trilhões em impostos, com base nos dados do orçamento projetados pelo governo.


O IBPT estabeleceu quatro possíveis cenários para o fim do período de isolamento, que começou em 18 de março em muitos estados e determinou o fechamento do comércio de maneira geral, exceto estabelecimentos considerados como serviços e atividades essenciais à população, como supermercados, serviços de saúde, transportes, farmácias e postos de combustíveis, por exemplo.


Pela projeção, se o isolamento for encerrado no fim de abril, a queda na arrecadação será de 26,49%; se for em maio, 32,38%; caso ocorra em junho, 35,35%; na ocorrência de o confinamento ser finalizado apenas em julho, o tombo seria de 39,32%.


“A situação é por demais preocupante, pois os governos estão injetando dinheiro na economia para mitigar os problemas causados pela crise sanitária e a queda sensível de arrecadação, em qualquer dos cenários, causará no mínimo uma recessão”, afirma o coordenador de estudos do IBPT, Gilberto Luiz do Amaral.

O estudo do IBPT aponta ainda as quedas médias por esfera de governo, isto é, federal, estadual e municipal. Além de detalhar os meses de maiores perdas na arrecadação, com destaque para agosto, caso haja um isolamento até o fim de julho, podendo atingir até 70% naquele período.


O levantamento fez também uma estimativa com cálculo de perdas diárias e mensais: se o isolamento acabar em abril, perda média mensal será de R$ 78,01 Bilhões, equivalente a uma perda diária de R$ 2,57 bilhões; em maio, a perda média mensal será de R$ 95,41 Bilhões, equivalente a uma perda diária de R$ 3,14 bilhões; em junho, a perda média mensal sobe para R$ 104,18 bilhões, equivalente a uma perda diária de R$ 3,42 bilhões; em julho, a perda média mensal será de R$ 115,86 bilhões, equivalente a uma perda diária de R$ 3,81 bilhões.


Veja estudo na íntegra:
Queda da arrecadação tributária em decorrência dos efeitos da pandemia de coronavírus

 

 
Governo amplia Vivaleite para Idosos
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01-Abr-2020


 

Suplementação alimentar será entregue a moradores de abrigos e residenciais socioassistenciais por 60 dias

 

O governador João Doria anunciou nesta quarta-feira (1º) a ampliação do programa Vivaleite para reforçar a nutrição de mais de 21 mil idosos residentes de abrigos e residenciais socioassistenciais. A suplementação proteica visa fortalecer essa população em reforço ao combate à COVID-19.

 

"Vamos ampliar um programa social de grande sucesso e atender pessoas com mais de 60 anos que têm necessidade de acolhimento, de assistência e de atendimento especial", disse Doria.

 

Os idosos acolhidos receberão 15 litros de leite por mês, enriquecido com ferro e vitaminas A e D, além de doses diárias de suplementação proteica para idosos doada pela Nestlé. A ação ocorrerá durante 60 dias, entre 6 de abril e 6 de junho.

 

“A garantia de segurança alimentar é ainda mais importante neste momento, pois fortalece a saúde deste grupo de risco que, além de estar em isolamento social, muitas vezes não tem mais vínculo familiar ou o vínculo já foi rompido, ou foram vítimas de violência”, afirmou a Secretária de Estado de Desenvolvimento Social, Célia Parnes.

 

Para esta ação, o Governo do Estado recebe a doação de 77 mil latas de suplementação alimentar da Nestlé, em um valor de aproximadamente R$ 4,6 milhões. Cada idoso vai receber quatro latas de suplemento por mês. 

 

Criado pelo Governo do Estado de São Paulo em 1999, o Vivaleite é o maior programa de distribuição gratuita de leite pasteurizado do Brasil. Cinco milhões de litros são distribuídos por mês a crianças de 6 meses a 5 anos e 11 meses, e idosos acima de 60 anos em estado de vulnerabilidade, especialmente famílias com renda mensal de até 1/4 do salário mínimo per capita.

 
SPTrans amplia frota de ônibus
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01-Abr-2020

SPTrans amplia a frota de ônibus em circulação

 

Serão mais 50 ônibus para reforçar 24 novas linhas a partir de 1/04, totalizando 201 veículos a mais em operação 

 

A SPTrans aumentará em mais 50 ônibus em operação no sistema a partir de quarta-feira, 1° de abril. Com esses veículos, já são 201 ônibus incluídos à operação durante a semana e o percentual da frota é ampliado para 41,35% de um dia útil. Os 50 veículos irão reforçar a frota de 24 linhas que apresentaram demanda expressiva de passageiros de acordo com o monitoramento operacional.

A SPTrans seguirá monitorando diariamente a movimentação de passageiros e fará os ajustes necessários para adequar a frota à demanda.  

O acréscimo destes veículos busca equilibrar a oferta do transporte público à demanda de passageiros em algumas linhas específicas, uma vez que o número de passageiros está em 25% em comparação a um dia útil comum.


 
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