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EDIÇÃO 358 - 2ª quinzena de fevereiro/2019
        
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Creche forma Cidadão do Amanhã
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06-Fev-2019


 

Vanilson Araújo

A creche Maria Thereza de Mello Mororó, presidida pelo padre Gildásio do Espírito Santo Lima Tanajura, tem como princípio ser mais do que um espaço onde crianças passam o dia enquanto pais trabalham, é uma entidade comprometida com a formação do caráter de cada aluno. 

Em 1977, mães deixavam seus filhos na porta da paróquia Nossa Senhora do Bom Conselho, no bairro da Mooca, onde paroquianos junto com pároco Joaquim resolveram instalar as crianças em um galpão ao lado, fundando assim a creche que no início foi nomeada de Creche Bom Conselho. Havia nessa época voluntários de todas as idades que contribuíam no cuidado pelas crianças, uma delas era Maria Thereza de Mello Mororó de apenas 11 anos de idade, que por conta de uma leucemia chegou a falecer. A comunidade achou por bem mudar o nome, para Creche Maria Thereza de Mello Mororó, em sua homenagem, a qual foi inaugurada no dia 12 de outubro de 1980.

No começo tinha condições de abrigar apenas 20 crianças e mesmo pagando as despesas com ajuda da diretoria humanitária e doações de alguns paroquianos voluntários, a Creche sempre se preocupou em oferecer um espaço digno, com toda assistência necessária para as crianças se sentirem em seu próprio ambiente. Quando em 1984 firmou convênio com a Prefeitura Municipal de São Paulo, obtendo condições para expandir seu objetivo, de criar uma grande casa com um clima educativo, social e aconchegante, conforme explicou o vice-presidente Wanderley Abrahão Miguel, ao Jornal do Brás.

Hoje a Creche Mororó atende 109 crianças na faixa etária de 1 a 3 anos, matriculadas no CEI (Centro de Educação Infantil) e 107 na faixa etária de 6 a 15 anos, inscritas no CCA (Centro da Criança e Adolescente) somando o total de 216 alunos.

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Disciplina na Infância

Também em entrevista ao Jornal do Brás, a diretora do CEI, Vivian Drobina Costa, relatou a importância do cuidado e dedicação dos primeiros 15 dias de cada ano em que recebem cerca de 46 crianças novas e a maioria nunca frequentou uma creche. “Às vezes vem bebezinho com menos de um ano e se a mãe tiver vontade de vir buscar a criança antes do horário, não há problema nenhum, depende muito de cada criança, também tem aquelas que estranham, aí a gente vai colhendo cada criança na sua necessidade, um aconchego a mais, um carinho a mais, um pouco mais de atenção, porque tudo é diferente, o ambiente as pessoas, a comida, o barulho, o contato com outras crianças que é novidade para muitas, os horários da refeição, de dormir e as disciplinas”. Além disso com os pais também é realizada uma reunião antes de iniciar o ano, a fim de que conheçam os atributos da creche e possam assim transmitir mais confiança aos filhos, completou Vivian.

Já o sistema pós-creche surgiu pela preocupação com as crianças que vão para o primário, pois estudam meio período e depois não tem com quem ficar. Enquanto as mães trabalham, foi pensando nisso que nasceu o projeto Centro para Crianças, apoiado pelo CCA, que atende crianças de 6 a 15 anos de idade em dois períodos, pela manhã das 8h às 12h e à tarde das 13h às 17h. O objetivo é evitar que a criança fique nas ruas enquanto não estiver na escola. Quem estuda de tarde vai para o CCA pela manhã, onde toma café ao chegar e almoça antes de ir à escola, e quem estuda no horário da manhã chega às 13h, almoça e depois tem o lanche da tarde. A diretora do CCA, Margherita Maria Cristina Iannone Esteves, falou sobre as quatro horas que os alunos ficam no centro de apoio. “O nosso trabalho se refere ao fortalecimento de vínculo e criar uma convivência boa para essas crianças, é mostrar que existe sim uma condição mais gostosa de vida, por meio do carinho e atenção. Procuramos oferecer o melhor para elas, inclusive com atividades, esportes, dança, temos também aulas de ioga, aulas de dança, temos aula de capoeira, tudo isso para desenvolver na criança, uma convivência gostosa e tirar todo bloqueio que existe no dia a dia e em casos mais extremos, pedimos conselho a psicólogos para saber lidar melhor com aquela criança, com aquela família”.

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De caráter filantrópico, beneficente e com 100% de gratuidade, a entidade visa um novo desafio para 2019, que é ampliar o projeto Centro para Crianças, abrindo mais uma classe no período da tarde onde poderá abrigar cerca de 30 crianças de 6 a 15 anos. A diretoria da Creche é grata a todos que apoiam desde a Prefeitura até aos voluntários, mas explicou que para expandir as atividades, também é necessário aumentar os recursos, e para isso o vice-presidente Wanderley Abrahão, não mede esforços, pois ele demonstra satisfação em fazer parte dessa história. “Aqui a gente tem esse benefício de que quando a pessoa entra e vê o trabalho que está sendo feito, mas ratifica no ato a validade da nossa creche, do nosso trabalho e isso é muito bom”. Wanderley busca incansavelmente por auxílio, seja por meio de ajuda de verba mensal, bazar que acontece todas as quartas feiras das 8h às 16h e do chá beneficente realizado de 2 em 2 meses no salão da paróquia, localizada na rua da Mooca, nº 3911. O próximo chá será no dia 4 de abril.

Mais informações no fone 2604 – 2300.

Para doações                                                  

CNPJ: 47.437.488/0001-82                          

Banco Itaú

Agência: 0672

C/C: 36214-2

 
Qualidade de Vida
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Desafios da ansiedade


                                                                                           

Marisa Moura Verdade *

 

               

                Ansiedade é o assunto do momento.  Não é para menos, os dados sobre transtornos de ansiedade são alarmantes, indicam um problema de saúde pública desafiador. Para ter uma ideia desse desafio, imagine que neste momento uma em cada quatro pessoas no mundo sofre uma crise de ansiedade. Essa pessoa está aflita com a sensação de aperto no peito, percebe as mãos suadas e o coração batendo mais rápido. Sua mente é tomada por um medo inexplicável e preocupações obsessivas com alguma coisa que ainda vai acontecer. Esses são os sintomas mais frequentes das crises de ansiedade, o transtorno psicológico predominante na atualidade. Segundo estatísticas recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS, 2017), mais de 260 milhões de pessoas já enfrentaram estados de intensa ansiedade, um aumento de 15% em relação ao índice de dez anos atrás. O Brasil é o país mais ansioso e estressado da América Latina. Aproximadamente, 10% da população brasileira apresenta altos níveis de ansiedade, levando em conta transtornos de ansiedade generalizada, estresse pós-traumático, ataques de pânico, fobias e TOC (transtorno obsessivo-compulsivo).

Todo transtorno de ansiedade apresenta sintomas psicológicos e físicos. No plano psicológico são comuns tensão e nervosismo constantes, sensação de perigo e antecipação de tragédias, dificuldade de concentração mental, medos persistentes, impossibilidade de controlar pensamentos associados a focos de tensão, preocupação exagerada a respeito da realidade das experiências ansiosas, dificuldade para dormir, agitação de pernas e braços. No plano físico são mais frequentes dor no peito, falta de ar e taquicardia, boca seca, fraqueza e cansaço, mãos e pés frios ou suados, náuseas, tensão muscular, dor de barriga e diarreia. Apesar do intenso sofrimento que provocam, a tendência geral é considerar os distúrbios de ansiedade como “frescura, piripaque, chilique ou faniquito” – termos que remetem a reações emocionais excessivas e desregradas. Na verdade, quando o nível da ansiedade aumenta demais a pessoa sente-se incapaz de enfrentar o dia a dia. Os sintomas físicos confundem os mais ansiosos, que passam a buscar ajuda em prontos-socorros temendo um colapso. A maioria consulta muitos médicos até aceitar um diagnóstico de transtorno de ansiedade.

Ansiedade é uma emoção tipicamente voltada para o futuro, envolve preocupações e expectativas. Em níveis moderados, é funcional. Supõe estado de alerta, foco e motivação para enfrentar desafios e solucionar problemas. Em níveis elevados torna-se patológica, atuando de forma perseverante e avassaladora. Diferente do medo, que sempre tem um objeto definido, o excesso de ansiedade gera ideias e fantasias negativas, criando previsões ruins e ameaçadoras. A ansiedade se torna patológica quando atrapalha a vida do paciente, aparecendo de modo inconveniente e provocando condutas inadequadas.

Na clínica psicológica consideramos que as experiências do passado exercem grande influência no aumento do nível da ansiedade, sejam elas traumatizantes ou não. O acompanhamento psicológico permite identificar como o paciente organiza seu pensamento e as linhas de raciocínio para entender as situações cotidianas.  O modo de pensar é um fator fundamental no aumento da ansiedade. A terapia desses transtornos propõe delimitação dos focos de ansiedade e enfrentamento direto das questões angustiantes. A recuperação da capacidade pessoal de administrar o dia a dia deriva da convivência com os medos e as incertezas agenciadas pelo futuro. Geralmente, transtornos de ansiedade respondem bem à psicoterapia, muitas vezes num período de tempo curto. O tratamento dessas disfunções pode implicar uma combinação de psicoterapia e acompanhamento medicamentoso. O ponto central é promover novas relações do paciente com os temíveis sintomas dos ataques de ansiedade.

 

* Mestra em Educação Ambiental, Doutora em Psicologia, especializada em Psico-Oncologia, pesquisadora do Laboratório de Psicologia Social da Religião do IP-USP.  Autora do livro Ecologia Mental da Morte. A troca simbólica da alma com a morte. (Editora Casa do Psicólogo & FAPESP). E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email

 
RECEITAS GOSTOSAS
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 Filomena Pécora

 

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Salada mista com maionese

Ingredientes:

4 batatas grandes cozidas e picadas

3 cenouras cozidas e picadas

150 g de vagem cozida e picada

1 couve-flor pequena cozida e picada

Sal e pimenta-do-reino a gosto

2 tomates picados

1 xícara de (chá) de azeitonas verdes sem caroços

250 g de maionese

Óleo para untar

Folhas de Alface e azeitonas recheadas para decorar

Modo de Preparo: Em uma tigela, misture a batata, a cenoura, a vagem, a couve-flor, o sal, a pimenta, o tomate, a azeitona e a maionese. Coloque em uma forma de buraco no meio de 20 cm de diâmetro untada, apertando levemente com uma colher. Cubra e leve à geladeira por 2 horas. Desenforme em um prato forrado com folhas de alface, decore com azeitonas e sirva.

Rende: 6 porções

Tempo de Preparo: 40 minutos (+ 2 horas de geladeira). 

 
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