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EDIÇÃO 385 - 2ª quinzena de abril/2020
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Jornal do Belém Ed 2 - 12/03/2020
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Prezados Amigos,
Prezadas Amigas,


Permitimo-nos apresentar para sua apreciação, a primeira edição do Jornal do Belém, de portas abertas e páginas abertas à disposição dos moradores da região, empresários, autoridades, lideranças comunitárias e simpatizantes, com a mesma dedicação dos mais de 30 anos de nosso Jornal do Brás.
Ao ensejo, rogamos seu incentivo para essa nova bandeira da Região Brás/Belém.

Abraço Fraterno,
Milton George

 


 
Pandemia reduz força do comércio
Classificação: / 0
09-Abr-2020


Medidas de isolamento social e a restrição de funcionamento de atividades consideradas não-essenciais, como venda de eletrodomésticos, levaram a uma queda média de 53,4%

 

Com os efeitos da pandemia de coronavírus, e as medidas de isolamento social se intensificando no país a partir do último dia 15 de março, as vendas do comércio paulistano registraram queda média de 53,4% na segunda quinzena de março ante igual período de 2019. 

Os dados, do Balanço de Vendas da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), mostram que, no período, o movimento de vendas a prazo, que incluem bens duráveis como eletrodomésticos, registrou queda de 61,7%. Já as vendas à vista, ou de bens não-duráveis, como vestuários e calçados, desaceleraram 45%. 

Já na comparação mensal, ou seja, com março de 2019, a queda média foi de 27%, sendo que 30,4% referem-se à diminuição nas vendas a prazo, e 23,6% foi o recuo nas vendas à vista. 

Olhando o mês como um todo, se na primeira quinzena a alta média nas vendas ficou em 5,3%, ainda sob efeitos da última semana de fevereiro, na segunda, quando o comércio considerado não-essencial (exceto supermercados e farmácias, por exemplo) precisou fechar as portas por força de decreto estadual, o cenário mudou.  
"Começamos o mês com uma conjuntura, mas encerramos com outra", afirma Alfredo Cotait, presidente da ACSP. "Porém, vale lembrar que esses são dados preliminares do comércio físico, que não incluem o setor supermercadista nem as vendas pela internet, já que muitos que não conseguiram comprar em lojas físicas, acabaram comprando on-line.”

Cotait cita também um levantamento da Boa Vista, realizado entre os dias 22 e 29 de março, para medir como ficava o movimento à medida que o efeito das restrições de funcionamento do comércio se intensificaram: a queda nas vendas nesta semana, ante igual período de 2019, ficou em 61,2%.
"Essa queda no movimento geral, que se aprofundou mais ainda, reflete tanto as medidas adotadas para controlar a epidemia como a  própria cautela do consumidor, que tem preferido comprar o essencial", diz Cotait. "A expectativa agora é que (a pandemia) possa ser mitigada o quanto antes, e que dure o menor tempo possível."

O Balanço de Vendas é elaborado pelo Instituto de Economia da ACSP, com base em amostra fornecida pela Boa Vista Serviços. 

 

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Rua Maria Marcolina

 

 
Jornal do Brás abre a sua mídia digital
Classificação: / 0
09-Abr-2020
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Logo após a grande farra do carnaval com milhões de foliões vibrando em alegres blocos em todas capitais do País, eclodiu, surpreendentemente e de forma aterrorizante, a bombástica notícia do surgimento de uma nova e perigosíssima doença denominada Coronavírus Covid 19.

O primeiro alerta começou presumivelmente em São Paulo, gerando impacto imediato em todo o Brasil, abrangendo imediatamente o mundo inteiro.

Doença contagiosa e letal, o Coronavírus está agora na fase de combate maciço, graças às urgentes providências de nossas autoridades, com a principal recomendação de isolamento social.

Em paralelo à batalha, porém, a nova doença obrigou a determinação do fechamento do comércio geral, com exceção de essenciais.

FIQUE EM CASA

Um dos principais protagonistas da campanha de combate ao vírus e busca da cura, é o Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Enquanto o grave problema tem gerado colapso igualmente social e econômico, inclusive com discórdias na esfera política, o povo aguarda com ansiedade, o socorro necessário no atendimento da saúde, abrigo e meios de sobrevivência.

 

JORNAIS DE BAIRRO

Entre todos empresários e profissionais afetados com a questão, estamos nós também, os cerca de 200 jornais de bairro de São Paulo, atados ante à paralisação das empresas e comércio em geral.

 

MÍDIA DIGITAL

Na mesma expectativa do restabelecimento, os jornais de cada região estão se comunicando com as respectivas comunidades, através de suas mídias digitais.

 

JORNAIS BRÁS/BELÉM

De nossa parte, colocamo-nos à disposição, através do site:

www.jorbras.com.br - atualmente com mais de 7.600.000 pesquisas, média de 5.000 por dia.

Redação às ordens: 2692-6694 ou este WhatsApp 99241-8055 ou ainda 95241-8939 e 98214-1533.

Facebook Jornal do Brás - https://www.facebook.com/jornaldobrasoficial

 

BANNERS NO SITE

Basta entrar em contato para definição da colocação. O tamanho é 468 x 60, formato jpeg ou gif.

Deus Salve o Brasil

Allaur Akbar

 
Minha autobiografia para o livro das colunas do Jornal do Brás
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09-Abr-2020
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Antão Ouriques de Farias

São rastros da história de um menino de fazenda do Riacho do Padre.

Aos horizontes da capital bandeirante, terra do padre Anchieta, São Paulo,

Antão Ouriques de Farias nasceu em 3 de abril de 1926, na fazenda Riacho do Padre, município de São João do Cariri, atual Gurjão, Paraíba. Filho de João Antão de Farias e Francisca Ouriques de Farias.

Aos 18 anos com inspirações para novos horizontes, foi para Picuí, Paraíba, casa do seu tio Samuel Antão de Farias aprender com seu primo, Evaldo Agra de Farias Alfaíde, músico e coletor estadual.

Em abril de 1947, fui instalar alfaiataria e camisaria em Recife, onde enfrentei barreiras, até ficar conhecido. Depois tudo foi normalizado em 1949, e contraí matrimônio com Isaura Ferreira Neves. Do matrimônio, nasceram três filhos, João, Samuel e José Antão, este faleceu aos 3 meses. Em 1955, a minha esposa adoeceu, o médico me aconselhou mudar de clima, melhor, menos calor. Eu escolhi Campina Grande, por ser cidade serrana. Lá estabeleci-me com camisaria e calçados. Em 1963, minha esposa faleceu.

Em 1965, contraí matrimônio com Laura Catão, desse matrimônio nasceram Verônica e Dione. Reiniciei o ginásio, concluindo em 1968.

Em 1969, vim para São Paulo, para o ramo de representação comercial, com o fim de continuar os estudos. Fiz o colegial dos 42 aos 45 anos. Em 1971, fiz o vestibular de Direito, aos 49 anos. Concluindo, fiz os estágios de Direito, me preparando para Concurso de Juiz, não consegui pelo grau da idade, 52 anos. Na época, montei uma pequena indústria de metais, fivelas e botões, a Fibotões. Montei lojas de aviamentos, assessórios para vestuários, que mantenho até o presente com Samuel meu filho.

Em 1987 filiei-me ao PMDB e em 1990 me candidatei a deputado federal, faltando poucos votos para me eleger na suplência de 1991 a 1994. Na mesma época fiz o curso de Governante na Escola de Governo do Estado de São Paulo -IPESP.

Estudei teclado na Escola Diocesana de Música de Guarulhos, de 2002 a 2005. Fiz um trabalho musical com 5 composições minhas e 5 do cantor João Miguel.

Em 2005, por indicação do Dr Daniel Duarte fui nomeado para o Instituto Histórico e Geográfico do Cariri Paraibano, sócio efetivo na cadeira do Capitão Mor Teodósio de Oliveira Ledo.

Em breve será lançado livro com todas as minhas colunas do Jornal do Brás. Sobre as matérias históricas e religiosas.

Sou sócio remido da Confederação Brasileira de Jornalismo (Genebra) desde 16 de fevereiro de 1986, número 1092. Compositor registrado na Sicam - Sociedade Independente de Compositores e Autores Musicais, número 2094.

 

Antão Ouriques de Farias, ministro da Comunhão Eucarística, é escritor, historiador e pesquisador, cronista e poeta lírico.

 

 
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