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EDIÇÃO 351 - 2ª quinzena de outubro/2018
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Turbulência eleitoral pode afetar Comércio
Classificação: / 0
03-Out-2018
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Dennis Luna

 

O Brasil vive mais um momento de tensão política. O período eleitoral, na maioria dos países, já é considerado uma época complicada. Mudanças de administração geram inseguranças, muitas vezes infundadas, mas por vezes justificáveis. No caso do Brasil, que já vem enfrentando instabilidades, o medo é compreensível e isso afeta ainda mais o país, em um ciclo vicioso de receios e inações de quem mais movimenta a econômica, o empresariado.

Justamente por isso, a despeito das eleições, é preciso que empresários de todo o país tenham planos para blindar suas empresas para o período de incerteza, e se foquem na continuidade dos negócios. A verdade é que problemas econômicos não são novidade, e o Brasil sempre os superou, e continuará superando. Parte disso se deve justamente aos empresários que quebram o ciclo de inação e de forma planejada e segura lidam com qualquer crise, e não simplesmente a temem.

A situação política tende a tomar destaque na mídia e na mente dos cidadãos, mas na maioria das vezes ela nem mesmo é a culpada por uma queda de vendas. Na maior parte das vezes as eleições não apresentam se quer uma ameaça, independente de qualquer vencedor. O problema é que é mais fácil culpar a tensão política, do que prestar atenção na própria empresa, estar bem planejado e pronto a se esforçar para consertar problemas sistêmicos de épocas muito anteriores ao ano eleitoral.

Um exemplo claro é que na época das “vacas gordas” as empresas tendem a não dar a devida importância à prospecção ativa de clientes. Nessa época onde as pessoas estão mais tranquilas, elas costumam vir às empresas, e isso gera uma falsa segurança de que não há necessidade de ativamente buscar novos clientes. É somente quando a situação aperta que as empresas voltam a buscar clientes, porém, o timming de iniciar relacionamentos já passou, e a prospecção se torna mais difícil.

Ao invés de aproveitar o bom tempo para ter contatos devidamente próximos e relacionados com a empresa, para enfrentar o tempo de dificuldade, os gestores costumam relaxar. Parte do problema é justamente essa falta de visão planejada a longo prazo, que precisa começar imediatamente a tomar conta dos empresários. Se pararmos para refletir, é justamente no momento em que as coisas vão bem que as empresas deveriam atuar mais fortemente na busca por clientes.

Dessa maneira, cria-se mais condições de se sustentar e um plano financeiro para segurar em épocas de baixa. Aquela famosa sensação de “nadar e não sair do lugar” pode surgir, enquanto se investe esse saldo de emergência na empresa, mas muitas vezes não sair do lugar é o necessário para não ir para trás ou afundar de vez, se mantendo até que novas oportunidades surjam.

Claro que esses são apenas dois pontos de atenção e ação para lidar com o período eleitoral, existem muitos outros movimentos possíveis, inclusive coisas que parecem intimidadoras, como investimento em capacitações novas, novos produtos, estudo, e até mesmo um auxílio na gestão empresarial. Essas ações podem ajudar a melhor direcionar a empresa para fazer mais com menos inclusive superar a crise de maneira mais competitiva. 

 

Dennis Luna é empresário, treinador de empresários e sócio da ActionCOACH São Paulo.

 

 
Reta final da campanha requer moderação
Classificação: / 0
03-Out-2018
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O ambiente eleitoral e cada dia mais tenso. Além da tentativa de homicídio a Jair Bolsonaro e da vitimização que os petistas ainda insistem em pregar quanto a Lula, verifica-se pelas redes sociais um alto índice de agressividade entre os partidários das diferentes tendências. Para potencializar ainda mais o clima de desavenças, candidatos desesperados por não verem suas campanhas decolarem, partem para a agressão aos concorrentes que lideram as pesquisas. Já começaram a surgir, embora em pequena escala, casos de simpatizantes partindo para o desforço físico, e a choradeira de alguns que se apresentam como vítimas.

Uma eleição deve se prestar apenas para o povo escolher seus representantes no governo e nas casas legislativas. É uma temeridade quando descamba para a agressão física e mesmo para o ataque irresponsável, fora de contexto e até mentiroso entre os concorrentes e seus simpatizantes. Quando isso ocorre, o que é concebido para ser um evento cívico acaba se tornando ocorrência policial e não atende às finalidades de melhora do país para a população. Demostra o baixo nível de candidatos, de lideranças partidárias e o despreparo da militância, transformada em manada ignóbil.

Espera-se que o candidato Jair Bolsonaro saia do hospital e esteja em condições de cumprir os últimos compromissos de campanha. Que o mesmo se dê com Ciro Gomes, também hospitalizado nesta terça-feira, e que todos os concorrentes estejam íntegros para cumprir sua jornada. Dos militantes, o que se tem a aguardar é que atuem de forma positiva, buscando evidenciar as qualidades de seus preferidos e jamais mirando o lado negativo dos adversários através de fatos mentirosos ou mesmo verdadeiros. Os artistas, que desfrutam de nome público, deveriam se abster e com isso evitar a antipatia daqueles que não concordam com suas posições políticas mas podem ser simpáticos às suas obras artísticas.

Moderação é o que se pede a todos os envolvidos no processo eleitoral. Só assim é que poderemos aferir e desfrutar da verdadeira opinião do eleitor. A grande massa não comprometida com ideologia ou esquemas político-partidários está aí para ser conquistada. E para conquistá-la é preciso propostas que a convençam a dar seu voto a este ou àquele candidato. Com xingação, ardis e mistificações ninguém vai conquistá-la. Pelo contrário, só conseguirá potencializar o nojo que muitos dizem ter de política e dos políticos. Pensem nisso e baixem a bola, até porque, independente do resultado das eleições, depois de contados os votos, todos nós continuaremos tendo um país para viver e por ele trabalhar. Haverá vida depois da eleição...

Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves - dirigente da ASPOMIL (Associação de Assist. Social dos Policiais Militares de São Paulo) - Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email                    

 

 
Erramos
Classificação: / 0
03-Out-2018


Diferentemente do que foi publicado na edição passada, a professora Vera Langellotti, que esteve recentemente visitando nossa redação, foi assessora de gabinete da Subprefeitura Mooca e hoje ocupa o cargo de pedagoga concursada, trabalhando na Secretaria de Assistência Social da Prefeitura – Cras Mooca.

 

 
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