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EDIÇÃO 383 - 2ª quinzena de março/2020
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Para o economista da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Marcel Solimeo, o levantamento serve para que se tenha uma ideia numérica do que pode acontecer nos próximos meses 


São Paulo, 2 de abril de 2020Um estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) aponta que a arrecadação de impostos no Brasil pode sofrer uma queda de até 39,3% em virtude dos impactos do isolamento social recomendado por especialistas e pela própria Organização Mundial de Saúde (OMS) como a forma mais eficaz de combate ao novo coronavírus (Covid-19). Para o economista da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Marcel Solimeo, o levantamento serve para que se tenha uma ideia numérica do que pode acontecer nos próximos meses.


“São projeções baseadas em algumas hipóteses, mas o cenário de incerteza, como o que estamos atravessando, pode apresentar algumas surpresas. De qualquer forma, é um estudo interessante para que a gente possa ter alguma ideia numérica do impacto das medidas”, pondera Marcel Solimeo, economista da ACSP.


O levantamento considera receitas tributárias da União, dos estados e dos municípios e leva em conta projeção inicial feita pelo IBPT, de R$ 2,8 trilhões em impostos, com base nos dados do orçamento projetados pelo governo.


O IBPT estabeleceu quatro possíveis cenários para o fim do período de isolamento, que começou em 18 de março em muitos estados e determinou o fechamento do comércio de maneira geral, exceto estabelecimentos considerados como serviços e atividades essenciais à população, como supermercados, serviços de saúde, transportes, farmácias e postos de combustíveis, por exemplo.


Pela projeção, se o isolamento for encerrado no fim de abril, a queda na arrecadação será de 26,49%; se for em maio, 32,38%; caso ocorra em junho, 35,35%; na ocorrência de o confinamento ser finalizado apenas em julho, o tombo seria de 39,32%.


“A situação é por demais preocupante, pois os governos estão injetando dinheiro na economia para mitigar os problemas causados pela crise sanitária e a queda sensível de arrecadação, em qualquer dos cenários, causará no mínimo uma recessão”, afirma o coordenador de estudos do IBPT, Gilberto Luiz do Amaral.

O estudo do IBPT aponta ainda as quedas médias por esfera de governo, isto é, federal, estadual e municipal. Além de detalhar os meses de maiores perdas na arrecadação, com destaque para agosto, caso haja um isolamento até o fim de julho, podendo atingir até 70% naquele período.


O levantamento fez também uma estimativa com cálculo de perdas diárias e mensais: se o isolamento acabar em abril, perda média mensal será de R$ 78,01 Bilhões, equivalente a uma perda diária de R$ 2,57 bilhões; em maio, a perda média mensal será de R$ 95,41 Bilhões, equivalente a uma perda diária de R$ 3,14 bilhões; em junho, a perda média mensal sobe para R$ 104,18 bilhões, equivalente a uma perda diária de R$ 3,42 bilhões; em julho, a perda média mensal será de R$ 115,86 bilhões, equivalente a uma perda diária de R$ 3,81 bilhões.


Veja estudo na íntegra:
Queda da arrecadação tributária em decorrência dos efeitos da pandemia de coronavírus

 

 
Adeus Dr Sampaio
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23-Mar-2020
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Em recente edição publicamos a alegria dele nessa foto, comemorando seus 82 Verões dia 16 de fevereiro, defronte a casa em que nasceu na rua São Leopoldo no Belém. E agora repetimos a mesma foto, lastimando seu falecimento sexta-feira dia 13 de março.

Amigo e vizinho há mais de 20 anos, o Dr Joaquim Sampaio foi sepultado com a bandeira do Corinthians seu time querido, no Cemitério Quarta Parada.

 
Coronavírus, união e, até, patriotismo...
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23-Mar-2020
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                A morte do primeiro brasileiro pelo coronavírus traz uma sensação incômoda: ele não era um dos casos suspeitos da doença. Isso leva a pensar na ausência de controle efetivo e na possibilidade de um quadro de infestação superior ao divulgado. Mas é importante manter a calma e a racionalidade. Que as pessoas evitem a exposição às diferentes formas de contágio e procurem socorro caso apresentem os sintomas da doença. Tudo, no entanto, sem a histeria e o medo, que só serviriam para agravar o quadro. Até o momento, mesmo com a primeira morte já confirmada e outras a confirmar como resultantes do corona, o maior impacto da pandemia ainda é econômico e social. Tanto que o governo se mobiliza para a liberação de recursos que possam substituir as rendas que deixarão de existir pela falta de trabalho e produção. Luta-se para atravessar o período em que o coronavírus colocará reclusa boa parte da população e da massa de trabalho. É importante encontrar mecanismos que evitem a inviabilidade de negócios, tanto das grandes empresas quando dos pequenos que dependem da produção de hoje para continuar abertos amanhã. O governo estuda, até, o oferecimento de ajuda emergencial aos 40,8 milhões de trabalhadores informais, que constituem 43,3% do número de pessoas ocupadas. Um benefício de largo cunho social, sem dúvida.

                O cidadão brasileiro comum – que também pode ser chamado de “Zé Povinho” ou “Zé Povão”, tanto de forma pejorativa quando na positiva – espera que cada uma das autoridades e detentores de alguma forma de poder, faça a sua parte no esforço de combate ao mal. Os três poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário – atuem com o máximo de sua força e representatividade e que os setores específicos da Saúde Pública, Assistência Social, Educação e outros envolvidos diretamente tenham à disposição os recursos necessários ao enfrentamento da tormenta.

                Desagrada-nos, nesse momento de angustia nacional (que deriva da mundial e pode ainda se ampliar em muito), ver os detentores do poder se digladiando. Presidente, governadores, senadores, deputados, ministros, líderes políticos e forças da sociedade deveriam, a essa altura, deixar para depois as suas diferenças políticas, ideológicas e até pessoais para concentrar todo seu foco e trabalho no combate ao coronavírus, o inimigo comum, que pode acometer a todos com a mesma gravidade e sem distinção de raça, classe social, condição econômica, ideologia, nível cultural ou qualquer outra excludente. Tudo o que se puder fazer para evitar o sofrimento do povo é bem-vindo, pertinente e, até, patriótico. O quadro que hoje se apresenta traz os componentes de uma guerra, onde a união é a única chance de sobrevivência.

                Pensem nisso, senhores do poder. Não decepcionem (mais uma vez) a Nação...

Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves - dirigente da ASPOMIL (Associação de Assist. Social dos Policiais Militares de São Paulo) - Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email                      

 

 
Deputados reformam Previdência em São Paulo
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23-Mar-2020
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Com 59 votos favoráveis, reforma deve gerar economia de R$ 32 bilhões em 10 anos

 

Os deputados da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovaram na manhã de 3 de março último, em 2° turno, com 59 votos favoráveis, a reforma da Previdência para os servidores estaduais, apresentado pelo Governo do Estado. Com a medida, o Governo espera uma economia aos cofres públicos de R$ 32 bilhões em 10 anos.

A reforma é essencial para a sustentabilidade financeira dos recursos públicos e a recuperação da capacidade de investimento do Estado. Garantindo aos servidores o direito à aposentadoria sem atrasos ou redução, assim como a manutenção e ampliação de serviços públicos essenciais, como saúde, segurança e educação.

Em 2019 o rombo com a previdência em São Paulo foi de R$ 27,7 bilhões, ou seja, esse foi o gasto dos cofres públicos apenas para cobrir aposentadorias e pensões. O total destinado foi R$ 34 bilhões, tendo sido apenas R$ 4,8 bilhões vindos de contribuições de servidores e R$ 1,5 bilhão de royalties. Sem a reforma, a despesa com aposentadorias e pensões do funcionalismo paulista poderia superar o pagamento de salários a servidores da ativa já em 2023.

 

 
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