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EDIÇÃO 317 - 2ª quinzena de abril de 2017
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Acordo
Classificação: / 0
05-Abr-2017
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Padre Enivaldo Santos do Vale

 

 

 

 

 

 

Moisés pediu a Deus que perdoasse o povo de cabeça dura

Que persistia em não cumprir com Deus o acordo.

Ele por amor,

Permite a intimidade com o povo de novo.

 

Os profetas para cortarem os atalhos,

E o povo não persistir no caminho do perigo

Pelos pecados repetidos.

Anunciam um acordo

Com Deus misericordioso e disponível amigo.

 

Quando tem uma questão

Que tenha fundamentação, um acordo

É caminho andado para a reconciliação.

Senão quem pode ganhar

É quem pouco teve ocupação e uma parte amarga, a escuridão.

 

Cristo advogado gratuito,

Neste jogo é bom árbitro.

Se tem uma questão com teu irmão,

Negocia com ele, entra em acordo.

Para melhor orar e livre poderá ficar,

Para um mundo melhor trabalhar.

 

Ouçam o Padre Enivaldo na Rádio Nove de Julho AM 1600 kHz, domingos às 21h

 
Museu da Imigração faz Semana Mazzaropi
Classificação: / 0
05-Abr-2017
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Em parceria com o Museu Mazzaropi de Taubaté, o Museu da Imigração promove dia 8 de abril próximo das 14h30 às 17h30 uma sessão de cinema, seguida de um bate-papo sobre o filme: “O puritano da Rua Augusta”. A atividade faz parte da programação da 24ª Semana Mazzaropi que acontece em São Paulo entre os dias 3 e 9 de abril.

O MI fica na rua Visconde de Parnaíba, 1.316 – Brás. Mais informações pelo fone 2692-1866.

 

 
QUALIDADE DE VIDA
Classificação: / 0
05-Abr-2017
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Comunicação virtual e a desvalorização do diálogo

 

Marisa Moura Verdade*

 

        Dia a dia, uma cena fica mais comum: pessoas à mesa, cada uma atenta ao próprio celular, respondendo mensagens, vendo vídeos e fotos postadas nas redes sociais, desligadas de quem está lá para conversar e ouvir o que os outros têm a dizer. Faz parte do estilo de vida contemporâneo participar de alguma comunidade virtual, seja por meio das redes sociais ou dos jogos on-line. Vivemos num universo tecnológico e nele estamos sempre conectados. Os benefícios do celular inteligente (smartphones) são inegáveis, mas há certo desconforto com esse apego à comunicação digital. Gostamos das vantagens que as novas tecnologias nos oferecem e desconfiamos de prováveis implicações nocivas. O desconforto sinaliza a existência de “efeitos colaterais”, que tendem a prejudicar o encontro e o diálogo entre pessoas. Atualmente, transitamos por dois mundos: o real e o digital ou virtual.  A distinção entre o real e o virtual refere a dois modos diferentes de acessar o mundo habitado. O virtual é instalado quando usamos a tecnologia do computador ou do celular para criar um ambiente simulado. Por exemplo: a visita virtual a um museu famoso, que é bem diferente de uma visita presencial.  Neste caso, a realidade virtual é comparável ao contato com fotos, slides, catálogos etc. A conexão com o mundo real é mais completa e profunda.  Além de envolver a percepção com a materialidade dos seres e objetos, dos ambientes e das situações, o real desperta sensibilidades do corpo e da mente, da alma e do espírito, que expandem a experiência em significações e sentidos do que é vivido.

Sem dúvida, a internet interfere cada vez mais na forma como nos relacionamos com a própria interioridade, com os outros e com o mundo habitado.  No espaço virtual todos se encontram, aprendem, jogam, brincam, brigam, trocam fotos e vídeos, iniciam e terminam amizades e namoros – e alguns conseguem ganhar dinheiro. Nesse ambiente virtual, opiniões e sentimentos são submetidos ao idioma adotado por aqueles que vivem “plugados”. Abreviaturas e emoticons divulgam um jeito novo de se expressar e comunicar. As mudanças nos modos de interagir e se organizar dispensam lideranças, motivação e organização. Tudo indica que a geração digital erra sem medo – afinal, a tecla apagar está sempre disponível e o botão de deletar permite excluir o que desagrada, irrita ou perturba. Tal contexto favorece o desenvolvimento de um individualismo que distorce a comunicação. No lugar da compreensão, surgem disfarces e distanciamento afetivo. Na internet, adolescentes conseguem esconder melhor suas angústias e as incertezas da passagem para a vida adulta, as crianças encontram jogos divertidos e os perigos da pedofilia, adultos descobrem o sexo e paixões virtuais.  É evidente que muita gente acha a comunicação via internet mais atraente do que o contato pessoal.  Porém, um dos desdobramentos da conexão digital pode ser a anulação do diálogo, que depende da atenção para os outros. A desvalorização do diálogo acompanha a falta de interesse em compartilhar mensagens para ser compreendido, considerando a necessidade de colaborar com o entendimento do outro. Se a tecnologia amplia a visão de mundo e enriquece o desenvolvimento psicológico ao fornecer conhecimentos, ela não substitui o contato presencial essencial ao desenvolvimento de relacionamentos significativos. Uma conversa “virtual” é muito diferente de quando falamos por telefone ou estamos diante de alguém. É mais diferente ainda quando envolve abraços e olhares, o aconchego de um ombro amigo e a libertação do choro que tentamos segurar.  Históricos de conversas registrados em algum aplicativo não melhoram uma comunicação muito superficial. Crianças, jovens e adultos precisam relacionar-se uns com os outros como seres humanos. E isto acontece quando estamos frente a frente com as pessoas, numa ligação direta, de corpo e alma. Nestes tempos de e-mails e redes sociais, a atenção do olhar e da escuta é uma ação generosa, cuidado que está faltando na era da informação.  



 
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