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EDIÇÃO 340 - 1ª quinzena de maio/2018
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Difusão de Notícias
21º Batalhão define detalhes de Jantar Beneficente
Classificação: / 1
20-Abr-2018


O 21º BPM/M realizou dia 3 de abril último em sua sede (rua Celso de Azevedo Marques, 454, Parque da Mooca) café da manhã e reunião para definição de detalhes e parcerias para a realização do 2º Jantar Beneficente da APMDFESP – Associação dos Policiais Militares Portadores de Deficiência do Estado de São Paulo, marcado para o dia 18 de maio às 19h30 no Clube Atlético Juventus. O evento tem patrocínio do São Cristóvão Saúde e apoio do Clube Atlético Juventus.

Na PM, 7.000 policiais apresentam algum tipo de deficiência, o que representa 6% do efetivo de 120.000 policiais da corporação, segundo matéria da TV Record exibida no encontro. A associação beneficente e de caráter filantrópico tem como objetivo amparar e reabilitar estes policiais militares, prestando vários serviços como fisioterapia, ortopedia, terapia ocupacional, psicologia e fonoaudiologia.

 

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O cel Delafina, cmt do 21º BPM/M, organizou o encontro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Atleta da entidade

O tenente Luiz Fernando Cavalli é associado da APMDFESP. Ele disse que a associação o auxilia desde o início da sua deficiência, há 14 anos. Cavalli destacou o trabalho de organização do esporte paraolímpico em âmbito nacional. “As seleções brasileiras de atletismo, natação e tênis de mesa usam diariamente o CERET, nosso Centro de Treinamento. Temos cerca de 300 crianças com deficiência que treinam modalidades esportivas no local”, reforçou.

Ele é atleta de rugby em cadeira de rodas desde 2008. “Joguei pela Seleção Brasileira de 2010 a 2016”.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Walter preside o Conseg do 57º DP

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Ana Maria Pantaleão é presidente há 33 anos do Conseg Mooca (18º DP). “O cel Delafina, além de ter aberto as portas, mostrou para as pessoas que não estão diretamente envolvidas com a polícia, os prejuízos que a segurança traz para aqueles que se dedicam a ela. Muitas vezes ninguém sabe o sofrimento deles”

 

 

 

 

 

 

 

 

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Lucilene e Mônica do Lavoisier Mooca que numa palestra só para mulheres diagnosticaram câncer de mama em policial do batalhão. “Ela fez cirurgia e está recuperada”, disse o cel Delafina, com alívio

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Rafael Arantes da Acqua Academia: “Quanto mais bem você faz, mais você colhe”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Luciano da Stradaly Jeans da rua Fernando Falcão

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Wagner Elias é proprietário da WM Paulista, voltada na terceirização de mão-de-obra a porteiros, recepcionistas, telefonistas etc, sediada na Mooca. “Trabalhamos num projeto de levar o 190 para dentro dos condomínios. A população muitas vezes fica receosa de acionar o 190”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Eduardo da empresa Fercoi da rua Carneiro Leão, Brás

 

 

 
Márcio França assume o Governo Paulista
Classificação: / 1
20-Abr-2018


 

 

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O governador Márcio França tomou posse dia 6 de abril último, em cerimônia na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. França substitui Geraldo Alckmin, que governou o Estado desde 2011 e, anteriormente, de 2001 a 2006. Após assinar o termo de posse e fazer o juramento à Constituição, o governador discursou na tribuna de honra do Legislativo e ressaltou a tradição e a longa trajetória dos paulistas, que sempre contribuíram com o país nos momentos mais decisivos da história. E disse:

“O Brasil nunca pôde falar que de São Paulo não partiram as soluções para os seus problemas. Nesse instante, estou convicto que de São Paulo, mais uma vez, vão sair soluções importantes para o Brasil.”

Depois de receber o pavilhão do Estado, simbolizando a transmissão do cargo, França voltou a discursar e exaltou a lealdade ao governador Geraldo Alckmin e ao seu legado. O governador destacou, ainda, que trabalhará para que todos possam ter as mesmas oportunidades, com igualdade e justiça.

“Que o futuro seja sempre melhor do que foi antes, que todos possam acreditar mais no que são do que no que têm. Que a lei sirva a todos e que não privilegie ninguém. Que as decisões mais importantes possam vir do voto do povo, que a tolerância e a generosidade possam vencer de novo.  Que digam com orgulho que moram em uma pátria amada e gentil. Que não fujam da luta e que nunca desistam do Brasil”, sintetizou o governador. 

Por fim, o governador Márcio França e a primeira-dama Lúcia França seguiram para o hall nobre do Palácio dos Bandeirantes, onde receberam os cumprimentos das pessoas que acompanharam o evento.

 

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Conheça o governador Márcio França

Márcio França iniciou sua carreira política como líder estudantil na Faculdade de Direito de Santos. É filiado ao PSB há 30 anos, tendo ocupado os cargos de presidente do PSB no Estado de São Paulo e secretário nacional do partido. Foi vereador em São Vicente por dois mandatos (1989-1996). Em 1997, foi eleito prefeito e iniciou um relevante trabalho social que tirou o município da posição de terceira cidade mais violenta do Estado. Incentivou o turismo, a geração de empregos, ampliou o transporte público e a rede de ensino. Em 2000, foi reeleito prefeito com 93,1% dos votos válidos. 

Em 2007, iniciou o primeiro dos seus mandatos como deputado federal (2007 a 2014). Depois, foi convidado pelo governador Geraldo Alckmin a criar e assumir a Secretaria de Turismo do Estado de São Paulo, onde implantou programas turísticos de acesso à população. Posteriormente, foi escolhido como vice na chapa de reeleição. Ambos foram eleitos no primeiro turno, com 12,2 milhões de votos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 
QUALIDADE DE VIDA
Classificação: / 0
20-Abr-2018


 

 

TEMPERANÇA – UMA ALIADA DA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

 

                                                                                                       ImageMarisa Moura Verdade

 

Diante de desafios ou dificuldades impactantes é comum sentir-se paralisado e impotente, como se o cérebro e os músculos estivessem adormecidos. Esse tipo de situação provoca a veia dramática de cada um, atrapalhando a apreensão dos problemas e das tribulações. É comum confundir frustrações com fracasso e incertezas com incompetência, o que leva a antecipar derrotas, perdas e vexames. Nesse contexto, sentimentos de inferioridade, inutilidade, vergonha ou limitação tendem a ocupar a mente, gerando mais sofrimento, sensação de vazio e perda de sentido para o trabalho e a própria vida. É indispensável avaliar bem as circunstâncias e as reações psicológicas dos envolvidos. Porém, quase sempre falta temperança, uma virtude associada à inteligência emocional. 

A raiz da palavra temperança é o verbo latino  temperare, no sentido de moderar, equilibrar. O termo refere à qualidade de quem atua com prudência, sem exageros. Implica controle sobre as paixões, sobriedade nas atitudes e decisões, capacidade de evitar excessos nos apetites, desejos e vontades. É um dom, atributo pessoal que inclui maneiras de domesticar instintos, regulando impulsos. Para isso, é fundamental administrar a atração dos prazeres, afirmar o domínio da vontade sobre a impulsividade e assumir cautela no uso dos bens naturais e produzidos. Por meio desse equilíbrio permanecemos livres para desfrutar a própria liberdade. Cultivar a temperança é uma tarefa difícil, impõe práticas de autocontrole, renúncia e moderação. Trata-se de uma característica importante na jornada que leva aos deveres, às responsabilidades e à maturidade.  

No entanto, numa época de extremismos e consumo de paixões, moderação nos apetites, bom senso nos entusiasmos e reflexão focada nas emoções não são bem avaliados. Conhecemos os efeitos nocivos dos discursos de polarização na atual cena política, no Brasil e no mundo. As falas e atitudes só incentivam discórdia e fanatismo, indiferentes à destrutividade desse tipo de jogos de poder. Nesses casos, sobriedade e sensatez são vistas como rigidez ou frouxidão frente aos extremos mais agressivos. Afinal, qualquer um pode esbravejar, isso é fácil. Difícil é expressar a raiva sem ofender os outros, mais difícil ainda é zangar-se e repreender ou corrigir com jeito, sem humilhar, levando em conta as motivações corretas. Desse prisma, temperança e inteligência emocional são aliadas.

 

Inteligência corresponde à ação de discernir, compreender, entender. Inteligência emocional refere à habilidade de perceber e conduzir as emoções – próprias e das pessoas com quem convivemos. Isso requer talento para raciocinar sobre emoções e informações emotivas. Quem é dotado de alto grau de inteligência emocional sabe o que está sentindo, o que as emoções revelam e como elas afetam os outros.  É igualmente capaz de resolver uma variedade de problemas da emotividade com precisão e rapidez. Exemplos: é capaz de identificar emoções faciais com atenção, compreende a importância das emoções transmitidas, decifrando sua influência nas atitudes, tal como, pessoas irritadas tendem a ser agressivas, quem está feliz procura a companhia dos outros, quem está triste prefere ficar sozinho. A concepção de inteligência emocional envolve competências específicas: autoconsciência, autogestão, empatia e sociabilidade. Autoconsciência significa conhecer o que sentimos e a razão desses sentimentos, base do autoconhecimento e da intuição importante na tomada de decisões.  Autogestão refere ao entendimento das emoções geradoras do estresse, o que ensina a aliviar tensões e conciliar ações e paixões. A empatia pressupõe intuir emocionalmente o outro, captando suas reações afetivas. Essas competências enriquecem as relações com a própria interioridade, com os outros e com o mundo habitado.  

 

           

Marisa Moura Verdade é Mestra em Educação Ambiental, Doutora em Psicologia, especializada em Psico-Oncologia, pesquisadora do Laboratório de Psicologia Social da Religião do IP-USP. Autora do livro Ecologia Mental da Morte. A troca simbólica da alma com a morte. (Editora Casa do Psicólogo & FAPESP). E-mail:  Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email

 

 

 
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