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As Pandemias na História Mundial
Classificação: / 1
27-Abr-2020


Pandemia do Coronavírus é a segunda no século XXI e a 4ª mortal da história

Segundo a Organizacão Mundial de Saúde - OMS, uma pandemia é a disseminação mundial de uma nova doença. O termo é utilizado quando uma epidemia - grande surto que afeta uma região - se espalha por diferentes continentes com transmissão sustentada de pessoa para pessoa.
Não é a gravidade da doença que a define como pandemia, mas a sua disseminação geográfica.
O vírus do Coronavírus surgiu na cidade chinesa de Wuhan em 31 de dezembro de 2019 e a causa mais provável seria o consumo de sopa morcego e carne de cobra pelos moradores da cidade. Outras fontes, porém, sem prova qualquer, informam que o vírus foi fabricado em laboratório chinês.
A primeira pandemia neste século XXI foi a Influenza (H1N1), surgida em 2009.

Origem da H1N1
A gripe Influenza (H1N1) se originou do contato dos humanos com criações de porcos nos EUA e Canadá.
A OMS declarou como pandemia a H1N1 (Influenza). Estudos científicos mostram que o vírus da Gripe Suína (Influenza A ou H1N1), tenha infectado cerca de 1 bilhão de pessoas. Em 16 meses de pandemia, foram mais de 493.000 casos confirmados, e 18.600 mortes pelo H1N1 no mundo.
No Brasil foram quase 60.000 casos confirmados de Gripe Suína e pouco mais de 2.100 mortes, nos anos de 2009 e 2010. Em 2016, voltou a matar 1.774 pessoas no Brasil, segundo o Ministério da Saúde.

Gripe Espanhola alastrou-se em 1918
Como curiosidade lembramos que há 100 anos, entre 1918 e 1920, o mundo enfrentou a pandemia da Gripe Espanhola que matou 50 milhões de pessoas em todo o mundo, e infectou 500 milhões, sendo a pior pandemia do século XX.

Assim como a Gripe Suína nasceu nos Estados Unidos e numa fazenda de porcos do Canadá, também a Gripe Espanhola teria surgido nos Estados Unidos, em campos de treinamento militar. Isso porque os primeiros casos da doença também foram registrados lá. Esses casos aconteceram em trabalhadores de uma fábrica em Detroit e em soldados instalados em um campo militar no estado do Kansas.
Entretanto, apesar de chamar-se Gripe Espanhola, o início da pandemia nada tem a ver com a Espanha.
Passou a ser chamada de Gripe Espanhola porque a Espanha não estava envolvida com a 1ª Guerra Mundial, e não houve portanto, a necessidade de censurar a sua imprensa. Por isso a imprensa espanhola deu larga divulgação ao alastramento da gripe que teria surgido nos Estados Unidos e, assim, as notícias sobre a enfermidade espalharam-se a partir do que a imprensa espanhola noticiava. Foi por essa razão que a pandemia recebeu o nome de Gripe Espanhola.
Aqui no Brasil, ela chegou em setembro de 1918, espalhando-se por todas as regiões do país e causando a morte de mais de 35.000 brasileiros.
Detalhe: a Gripe Espanhola matou o então presidente eleito do Brasil, Rodrigues Alves, em 1919.

Peste Negra entre 1343 e 1353
A Peste Negra durou dez anos, de 1343 a 1353. Nesse período tirou a vida — de acordo com aferições muito provavelmente incertas — de entre 75 a 200 milhões de homens, mulheres e crianças da Europa e Ásia.
São números com certeza imprecisos. Não se pode cravar com exatidão sequer a população do planeta naquela época. Mas são os cálculos que a história registra.

Varíola
A doença atormentou a humanidade por mais de 3000 anos.

Cerca de 300 milhões teriam morrido, de 1896 a 1980. O faraó egípcio Ramsés II, a rainha Maria II da Inglaterra e o rei Luís XV da França tiveram a temida “bixiga”. O vírus Orthopoxvírus variolae era transmitido de pessoa para pessoa, por meio das vias respiratórias. Os sintomas eram febre, seguida de erupções na garganta, na boca e no rosto.
A varíola foi erradicada do planeta em 1980, após campanha de vacinação em massa.

Epidemias em São Paulo
1564 - primeira epidemia de varíola. De 1561 a 1564 aproximadamente 30.000 índios faleceram.

1893 - epidemia de cólera - 53 mortes. A incidência preferencial: estrangeiros. Aproxima-se do padrão observado na cidade do Rio de Janeiro, no mesmo período, onde 88% das mortes por febre amarela ocorridas entre 1890 e 1903 também foram de estrangeiros, num total de 23.000 óbitos.
1918 - Gripe espanhola - resultou entre 116.000 e 350.000 infectados, cerca de 5.000 mortes no Estado de São Paulo, 35.000 no Brasil.
1971 a 1974 - Estado de São Paulo - Epidemia de meningite: 20.000 casos com cerca de 2.000 mortes. 

 

 

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Gripe Espanhola

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Anúncio do governo na época da gripe espanhola informava dicas de prevenção ao povo, semelhantes às atuais

 
Sempre fomos violentos
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27-Abr-2020
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*José Renato Nalini

 

            Um dos mitos ainda repetidos no Brasil por quem não se aprofunda no estudo e costuma repetir o que ouviu não se sabe onde, é o de que somos povo pacífico, tranquilo e cordial.

            É óbvio que não somos. Hoje matamos mais de 70 mil jovens em homicídios que não são julgados e, por isso mesmo, não são punidos. Mais 45 mil jovens que morrem no trânsito. Mais os suicídios em taxa crescente. Fora os boletins de ocorrência de “encontro de cadáver”, nem sempre computados como assassinatos.

            A surpresa, para muita gente, é que isso não é novo. Nossa história é cruenta. Derramou mais sangue do que se imagina. O que não existe é um estudo sério sobre as causas da violência.

            Um período que merece revisita é o da Regência, um verdadeiro “buraco negro” na História do Brasil. Foi o período mais dramático da turbulenta caminhada desta Terra de Santa Cruz, desde que os portugueses chegaram, até este estupidificante século XXI.

            Foram apenas 9 anos: da partida de Pedro I, em 1831, à maioridade de Pedro II, em 1840. Para governar o Brasil, instituiu-se a Regência Trina Provisória, que durou dois meses, de abril a junho de 1831. Exerceram-na os senadores Lima e Silva, Vergueiro e Marquês de Caravelas. Em seguida, vem a Regência Trina Permanente, que governou quatro anos, com os regentes José da Costa Carvalho, o Marquês de Monte Alegre, João Bráulio Muniz e Francisco de Lima e Silva.

            O Ato Adicional de 1834 transformou a Regência Trina em Uma e foi eleito regente o Padre Diogo Antonio Feijó. Comandou o Brasil de 12.12.1835 até 19.9.1837, quando renunciou e foi sucedido pelo Marquês de Olinda, Pedro de Araújo Lima.

            Foi um período prenhe de violência. Três revoltas foram insurreições de escravos: a Rebelião das Carrancas, de 1833, em Minas, a Revolta dos Malés, em 1835, e Salvador e a de Manoel Congo, no Rio, em 1838. Mas ainda houve a Cabanada, de Pernambuco, a Cabanagem no Pará, a Sabinada na Bahia e a Balaiada, que ocorreu no Maranhão.

            A pior foi a Revolta Farroupilha, a mais sangrenta e a que mais brasileiros matou: 50 mil, à exceção da Revolta dos Malés, que dizimou 70 mil pessoas. Cabanada eliminou 15 mil, Cabanagem 3 mil, Sabinada 5 mil e Balaiada 15 mil. São 150 mil mortos, o que parece pouco para nove anos, consideradas as cifras atuais. Somos um povo tranquilo e pacífico?

*José Renato Nalini é Reitor da UNIREGISTRAL, docente da Pós-Graduação da UNINOVE e Presidente da ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS – 2019-2020.   

 
Serviços de entregas precisam de cuidados
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27-Abr-2020
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Com o aumento do número de casos registrados por covid-19, a Prefeitura de São Paulo, por meio da Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa), preparou mais uma cartilha com dicas e recomendações, desta vez, as orientações são voltadas para empresas e trabalhadores que realizam serviços de entregas.

Por atuarem circulando nas ruas, os entregadores precisam redobrar ao máximo os cuidados com higiene a fim de evitar a proliferação do vírus, lavando sempre as mãos e evitando o contato físico.

As plataformas digitais / empresas / estabelecimentos tomadores de serviços de entrega devem:

- Em ambientes fechados, manter, preferencialmente, a ventilação natural do ambiente de trabalho;

- Garantir aos trabalhadores informações e orientações claras para a correta higienização dos veículos e bagageiros;

- Disponibilizar espaço seguro para retirada de mercadorias de modo a reduzir/evitar contato físico direto entre pessoas;

- Nos pontos de espera das mercadorias, os entregadores devem ser orientados a respeitar o distanciamento social recomendado pela Organização Mundial de Saúde, mantendo distância maior que um metro entre as pessoas e evitar aglomerações;

- Recomenda-se prover aos profissionais de entrega: soluções com água e sabão, álcool gel, toalhas de papel e luvas descartáveis para promover a entrega segura dos seus produtos.

- Disponibilizar e garantir álcool gel para uso dos trabalhadores em pontos estratégicos de fácil acesso, para higiene das mãos, principalmente em locais onde não há acesso fácil à lavagem das mãos.

- Incentivar o pagamento por cartões de crédito ou transferências digitais.

- As máquinas utilizadas para pagamento devem estar protegidas com material impermeável que facilite a higienização (capa protetora ou filme plástico).

- Faça destas medidas um diferencial do seu atendimento, promovendo a entrega segura.

- Essas condutas se tornam urgentes para conter o avanço da pandemia.

Aos trabalhadores:

- Manter todos os cuidados gerais frente a pandemia por covid-19 em relação à higienização dos ambientes, assim como os cuidados de higiene pessoal e distanciamento social;

- Seguir as medidas de etiqueta respiratória. Orientações sobre etiquetas respiratórias estão disponíveis no site da COVISA.

- Lavar as mãos sempre que possível entre atendimentos e utilizar álcool gel quando a atividade não permitir a freqüência da lavagem das mãos;

- Realizar desinfecção do veiculo de transporte (motocicletas, bicicletas, veículos, etc.) assim como de suas roupas antes e após as entregas, quantas vezes forem necessárias.

- No momento de espera, tanto para recebimento ou entrega de pedido, ou no momento de descanso, deve-se respeitar a distância maior que um (01) metro entre as pessoas.

- O pagamento deve ser realizado preferencialmente com cartões de crédito, os quais devem ser inseridos na máquina pelo cliente para evitar o contato. Em caso de recebimento em dinheiro, guardar em local adequado e higienizar as mãos.

- Recomenda-se que recebam e depositem pedidos em locais específicos (passa volumes) nos estabelecimentos e nos locais de entrega. Na impossibilidade, manter distância maior que um (01) metro entre as pessoas.

- No caso de recebimento de documentos e objetos, utilizar um recipiente que permita higienização, para evitar o contato direto. Caso necessite tocar no objeto utilize uma luva descartável, descarte no lixo e higienize as mãos.

- Sempre tenha em mãos solução de água e sabão para lavagem de mãos, assim como toalhas de papel para secá-las.

- Evitar compartilhar objetos de uso pessoal, inclusive canetas e ferramentas. Caso necessário, higienizar antes e depois dos procedimentos com solução de água e sabão ou álcool 70%.

- Não comparecer ao trabalho se manifestar sintomas respiratórios. Pessoas com sintomas respiratórios, bem como os contatos intradomiciliares precisam permanecer em isolamento domiciliar por 14 dias, contados da data de início dos sintomas. Nessa situação, caso seja extremamente necessário sair de casa, usar máscara.

- Avisar imediatamente o responsável/colegas de trabalho, se vier a apresentar sintomas respiratórios durante o expediente de trabalho.

Foto: Agência Brasil - EBC

 
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