hostconect.net
Jornal do Brás Advertisement
Início
23-Jun-2017
 
 
Menu Principal
Início
Edições
Notícias
Expediente
Links
Contato
Procurar
A História do Jornal
Jornalista Edu Martellotta
Cadastro de Empresas
Onde estamos
Campanha de Assinaturas
Jornal "O Braz"
Revista O Brazinha
Aniversário do Brás
EDIÇÃO 321 - 2ª quinzena de junho de 2017
Image
Curta-nos, siga-nos
Image


Jornal do Brás

 

Image

 

Jornal do Brás

 

 

Image

 

 

Jornal do Brás - Comunidade

 

 

Image

 

Tarde de Chá

Login





Esqueceu a senha?
Sem conta? Criar Conta!
Estatísticas
Visitas: 2343134
Difusão de Notícias
Flash de Notícias

Apartir de agora estará disponiveis para downloads as Edições do Jornal do Brás em pdf, para que o internauta leia na integra o nosso jornal. Entre na seção de Edições do menu principal.

Caso não tenha um leitor de PDF, entre em www.adobe.com e baixe a última versão do Adobe Reader.

Webmaster

 
QUALIDADE DE VIDA
Classificação: / 0
21-Jun-2017
Image


 

Desfaçatez e ética da ambiguidade: a hora do mea culpa

 

 

Marisa Moura Verdade

           

 

               A vida do Brasil parece travada! Nas redes sociais, o desabafo mais frequente é um enfático chega! Quem aguenta um escândalo atrás do outro, cada um agenciando caos político e incertezas? O mais recente sufocou um momento de alívio, quando surgiam pequenos sinais de recuperação da economia e controle da inflação. Desta vez, outros figurões da República – incluindo o Presidente – afundam no mar de lama do compadrio e da propina, prejudicando ainda mais a busca de soluções para a maior crise da história brasileira. Como vencer o imenso esquema de corrupção que causou recessão e 14 milhões de desempregados? A saída para os impasses da política e da economia parece bloqueada. A equação “nós contra eles”, tantas vezes adotada como discurso político, promove rivalidades, disputas e violência. Em vez da colaboração necessária para enfrentar e resolver os graves problemas do país, Suas Excelências oferecem hipocrisia e ganância. Em democracias desenvolvidas, suspeitas e denúncias são suficientes para que uma autoridade pública se afaste do cargo ou renuncie ao mandato. Aqui não, o descaramento é visivelmente assumido como artifício de conduta e de governabilidade.  A desfaçatez, - característica dos caras-de-pau que não sentem culpa nem vergonha por seus atos condenáveis -, atua o tempo todo nos centros de poder do país. Nossos “representantes” estão desprovidos de qualquer senso de grandeza, preferem as práticas da impostura e do clientelismo, do nepotismo e apadrinhamento, dos privilégios partidários e particulares. Nesse contexto, o compromisso coletivo, inerente à administração do bem comum, perdeu o sentido. Os riscos da desagregação social estão implantados. Nesses casos, todo cuidado é pouco! Os efeitos mais cruéis da desagregação social são o empobrecimento da população e a decadência humana.

               Ainda há esperança, felizmente. Milhões de brasileiros anseiam vencer os cartéis da corrupção para fortalecer a democracia e suas instituições. Tarefa hercúlea! É difícil entender a psicologia dos tipos insensíveis à ética, especialmente quando queremos desfazer as tramoias dos poderosos. A imagem formada dos subornáveis sinaliza que são indivíduos ladinos, egoístas, oportunistas, descarados, atentos às chances de burlar o Estado e os cidadãos, irresponsáveis em relação às leis e aos valores comunitários. As condutas mais frequentes entre eles são a apropriação de bens públicos, a sonegação fiscal e o recebimento de propinas. Sabemos que nosso histórico cultural ajuda a formar uma mentalidade corrupta. Nesse contexto tão favorável à corrupção, é fundamental desenvolver a própria reflexão ética. Um dos exercícios propostos é assumir um mea culpa generalizado. As Ciências Políticas informam que a abundância de leis torna a organização da coisa pública mais vulnerável à corrupção. Outros aspectos psicossociais também influem na constância da nossa corrupção política, desta vez implicando quem rejeita os esquemas corruptores. Em algum momento, a conduta ética dos honestos será confrontada com interpelações muito famosas. Exemplo: – “Sabe com quem está falando? Ou: “Sabe quem está desafiando? ”

Aqueles que atuam contra a cultura da “troca de favores” são avaliados como trouxas, babacas ou criadores de caso.  A procura de benefícios valendo-se da influência de alguém é bem comum entre nós. Esse comportamento desvaloriza a conquista pelo mérito. Assim, convivemos com a “ética da ambiguidade” inerente à malandragem, um fator inseparável da nossa corrupção política.  Tal malandragem atingiu níveis tão absurdos que o país clama por uma faxina ética. Na mídia, o esquema atual da corrupção nacional é apresentado como o maior já registrado na política internacional.  Razão de sobra para justificar uma faxina ética de políticas da desfaçatez! Afinal, chegou a hora de impor limites às vigarices que corrompem a democracia e os valores republicanos! As instituições brasileiras estão resistindo ao impacto das crises sobrepostas, apesar da ética da ambiguidade que alimenta a falsidade dos governantes. É imprescindível identificar os desvios éticos despudorados, bem como a defesa de uma ambiguidade ética adotada por lideranças populistas, sempre com a justificativa do “vale tudo” para diminuir a desigualdade social.  É a nossa reflexão que precisa ser desenvolvida para confrontar políticas da desfaçatez e éticas da ambiguidade. Nesse caso, um mea culpa individual envolve a compreensão de que avanços democráticos jamais são conquistados com métodos corruptos. É bom lembrar que a Ética   impõe avaliação de valores que não estão definidos nos termos da lei e dos códigos de conduta, mas estão presentes quando reclamamos de quem desrespeita o bem comum, as diferenças e a construção de uma sociedade mais justa.  

 

Marisa Moura Verdade é Mestra em Educação Ambiental, Doutora em Psicologia, especializada em Psico-Oncologia. Autora do livro Ecologia Mental da Morte. A troca simbólica da alma com a morte. (Editora Casa do Psicólogo & FAPESP). E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email

 

 
Imigrantes vibram com Música e Gastronomia no Museu
Classificação: / 0
21-Jun-2017


Eduardo Martellotta

Foi realizada dias 4, 10 e 11 de junho no Museu da Imigração a Festa do Imigrante, em sua 22ª edição, com a participação de 44 expositores de alimentação, 32 de artesanato e 45 grupos de dança e música. Ao todo, 50 nacionalidades foram representadas em diversos tipos de atrações oferecidas aos visitantes.

Confira aqui os flashes do dia 10 de junho último:

Image

 

 

 

Viva a Dança Flamenca com o Garaje Flamenca – Raies

 

 

 

 

 

 

 

 

Image

 

 

 

Representando a China, a Associação Taboão da Serra de Kung Fu Garra de Águia Lily Lau também fez linda apresentação

 

 

 

 

 

 

 

Image

 

 

 

Os japoneses do Tenryuu Wadaiko foram bastante aplaudidos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Image

 

 

 

Dança do ventre e outras dos Países Árabes com o Espaço Artístico e Terapêutico Malaika

 

 

 

 

 

 

 

 

Image

 

 

 

 

Os bolivianos do Grupo Caporales-Kantuta estão sempre na festa

 

 

 

 

 

 

 

 

Image

 

 

 

 

O Shawarma, churrasco árabe com molho especial, e outras iguarias agradaram em cheio na tenda do Iraque

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Image

 

 

 

 

Paella espanhola fez sucesso no museu

 

 

 

 
CARTA ABERTA A POPULAÇÃO
Classificação: / 0
21-Jun-2017
Image

 


 

 

São Paulo, 19 de Junho 2017

 

No dia 14/06/2017 a TV GLOBO exibe em seu programa de televisão uma matéria tendenciosa classificando os comerciantes de Rua da Feira da Madrugada no Brás como segmento igual aos usuários da Cracolândia e também nos denominando como: (Marginais) e solicitando ainda intervenção da Polícia Militar.

Desconsiderando todo esforço que a instituição está empenhando junto com seus parceiros para executar o projeto que visa realizar:

1-     Etapa: Regularização Profissional;

2-     Etapa: Regularização da Atividade Econômica;

3-     Etapa: Regularização do Local de Trabalho;

Com objetivo de trazer dignidade para categoria, promovendo qualidade de vida para os trabalhadores que desenvolvem esta atividade como comerciantes de rua há mais de 20 anos.

Os comerciantes de rua se uniram em torno dos direitos humanos, através da Cooperativa para solicitar Política Pública efetiva que permita o uso legal do espaço ocupado por eles considerando:

·        Direito ao Trabalho;

·        Direito a Cidade;

Esclarecemos também que o Comércio de Rua está ligado à constituição do trabalho livre no Brasil, e a sua permanência e aumento conforme Folhapress/2016 se dá ao fato do desemprego no Brasil (16,8% /Nov/2016/Divulgação PED nº 385/Dez/2016), onde nas seis maiores regiões metropolitanas, segundo o IBGE empurrou para as ruas centenas de novos comerciantes de rua. (Folhapress/2016).

Que segundo DIEESE/2010 existem 138 mil ambulantes no município de São Paulo com um número irrisório de 1.940 licenças concedidas representando apenas 1,4% do total de trabalhadores no município, os outros cercas de 136.000 trabalhadores de ruas são obrigados a correr diariamente para fugir da fiscalização. (Estudo  Itikawa/2014)

A COOPSBRAS participa de Fóruns, Audiências Públicas, seguindo diretrizes do Plano Diretor para parametrizar suas propostas, com relação a reportagem citada MANIFESTAMOS REPÚDIO uma vez que somos uma cooperativa fundada por trabalhadores, registrada em órgão responsável, com estatuto social, regimento interno  e documentos abertos que atestam e credenciam seu funcionamento.  Sendo falsa a acusação a qual foi exposta. Hoje o cooperativismo é uma prática nova no mundo, se tornando uma importante forma de associação, que visa interesses mútuos, buscando novas formas de trabalho associado.

 

Consideramos o cooperativismo uma forma ideal de organização, para o público que defendemos, baseado na democracia, participação, direitos e deveres iguais para todos, sem discriminação de qualquer natureza, para todos os sócios.

Em respeito aos nossos trabalhadores comerciantes de rua onde podemos quantificar que 35% são de Nacionalidade Boliviana (Segunda maior colônia de estrangeiro em São Paulo) e que também são cooperativados. Os nossos membros cooperativados são pessoas físicas que compram matéria prima de fabricantes NACIONAL  para confecção e vendas das  suas mercadorias.

Esclarecemos que cada cooperativado gera trabalho de forma indireta para mais de 5 pessoas em suas comunidades. E que são contribuintes do INSS como também muitos são empreendedores individuais - MEI.

Não cabendo a reportagem tendenciosa classificar como trabalhadores ilegais a margem das leis. Nos trabalhadores Comerciantes de Rua NÃO SOMOS MARGINAIS.

EM RESPEITO às cercas de 15 mil pessoas que visitam todos os dias a MAIOR FEIRA POPULAR DO BRASIL – FEIRINHA DA MADRUGADA DO BRAS – MANIFESTAMOS REPÚDIO – A MATERIA TENDENCIOSA, DISCRIMINATIVA, VEICULADA NA TV GLOBO que o único objetivo foi desqualificar a organização dos trabalhadores junto a sua representação de classe legalmente instituída através do ingresso livre no Cooperativismo.

 

Cooperativas de Trabalho dos Profissionais do Comércio Solidário do Brás

Rua Vitor Hugo, 42 – Canindé CEP03031-010

 

 

 

 

 

 

 
<< Início < Anterior | 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 | Próximo > Final >>

Resultados 17 - 20 de 4440
Enquete
Que lugar é o símbolo do Brás?
 
Usuários On-line
Utilidades Públicas
Fones da Região
Subprefeituras
Poupatempo
Busca CEP
Links Úteis
Parceiros

Image











Image


 



Image 

 

 

 

 

Image

 

 

Image

 

 

 

 

 

 

 

Image

 

 

 

 

Image

 

 

 

Image

 
Top! Top!