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 Equipe Jornal do Brás

 
QUALIDADE DE VIDA
Classificação: / 0
08-Mai-2018
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   Indignação e consciência política

 

Marisa Moura Verdade

 

No Brasil, já faz alguns anos, dia a dia somos confrontados com um sistema de corrupção transformado em método de governo. O crescente número de escândalos incorporou suspeitas e irritação associadas à impunidade, atraindo razoável atenção popular para as altas esferas da Justiça. Descobrimos como é frustrante acompanhar o julgamento de políticos e empresários corruptos no país das liminares, dos habeas corpus, dos desmentidos impossíveis e das protelações intermináveis. E a geração de estresses só aumenta.

Muita gente observa, em si mesmo e nos outros, que as questões políticas e da corrupção despertam reações emocionais cada vez mais intensas. Passamos das decepções e lamentações iniciais para expressões de repulsa e animosidade crescentes. Uma afetividade indigesta instalou-se na polarização do nós contra eles: adversários são vistos como inimigos, conflitos são tratados com mais agressão, não há abertura para diálogos. Sentimos falta das demonstrações de respeito pelos outros, o que tende a provocar medo e desconfiança. Na crise atual, aquele entorpecimento ético e moral inerente ao descarado “rouba, mas faz”, tradicionalmente adotado diante de políticos corruptos, não reflete o estado de ânimo nacional. É visível que tal indiferença deu lugar a uma indignação coletiva.

Analistas desse contexto apontam diferentes facetas das manifestações de indignação. Há quem considere que uma parte expressiva delas pode indicar um desejo de acomodação, de afastamento da política e dos seus problemas. Outras análises sinalizam que expressões de indignação podem disfarçar mera vocação para criticar. Reflexões sobre formas agressivas de indignação evidenciam que todas são injustificáveis. As interpretações propõem que os atos violentos ou ofensivos denotam a exasperação de quem reprime sentimentos de ódio, quase sempre entrelaçados a vivências de injustiça e desrespeito. Nesses casos, mais cedo ou mais tarde, a hostilidade acumulada explode, revelando impotência e bloqueio para avaliar fatos que contrariam o bom senso, a decência e o bem comum. Trata-se aqui de uma indignação superficial, estéril em termos de sentimento ético.

Estudos sobre a personalidade ética e moral afirmam que indignação é um dos sentimentos que participam das noções de justiça e respeito. Essa reação afetiva começa a se desenvolver na infância, quando a criança reclama de promessas que não são cumpridas ou de ser castigada por algo que não fez. O progresso ético e moral individual será aprimorado posteriormente, acrescentando reações de revolta diante do desrespeito aos outros. Nesta perspectiva, a indignação refere ao fato de direitos terem sido desrespeitados, portanto alguma injustiça foi cometida.   

Afetos, emoções e sentimentos são processos fundamentais da vida psíquica. Têm função importante no autoconhecimento e no autocontrole, duas habilidades inerentes à verdadeira independência pessoal. Tais elementos de maturidade são relevantes nos momentos de crise, pois promovem mudanças de comportamento, exercendo influência direta na maneira de pensar sobre algo. A indignação coletiva que vivemos sinaliza a necessidade de revalorizar a personalidade ética e moral, atributo principal da verdadeira consciência política. Precisamos muito desse processo de conscientização. Ele é fundamental para escolher governantes que tenham a habilidade de defender os interesses da coletividade e não de particulares. 

 

Marisa Moura Verdade é Mestra em Educação Ambiental, Doutora em Psicologia, especializada em Psico-Oncologia, pesquisadora do Laboratório de Psicologia Social da Religião do IP-USP. Autora do livro Ecologia Mental da Morte. A troca simbólica da alma com a morte. (Editora Casa do Psicólogo & FAPESP). E-mail:  Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email

 

 
A Política tem muito que aprender com o Futebol
Classificação: / 0
08-Mai-2018
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*Luiz Augusto Filizzola D’Urso
 
Quando tratamos sobre política ou sobre futebol, sabemos que estamos lidando com duas paixões. Da mesma forma que o torcedor ama o seu time de futebol favorito, também o militante defende, incondicionalmente, seu partido político escolhido. Em ambos os casos vemos paixões que movem multidões, que lotam estádios e avenidas, tanto para assistir um jogo, como para acompanhar um ato político ou alguma manifestação pública.
Constata-se, infelizmente, que estas duas paixões estão cada vez mais radicais, e verifica-se que atos de violência relacionados com o futebol e com política estão cada vez mais comuns. Em que pese a semelhança, existe uma diferença fundamental.
Uma luz de aprendizado pode ser notada no comportamento dos torcedores de futebol, pois sua paixão não é cega, podendo ser até incondicional, mas sempre muito crítica. Por óbvio que aqui não tratamos dos torcedores que se utilizam da violência para seu protesto.
Observa-se que, quando um time de futebol não está em boa fase, nota-se uma reação imediata vindo das arquibancadas, como forma de cobrança dos próprios torcedores. Mesmo aqueles torcedores mais apaixonados pelos seus times de futebol, utilizam seu amor como justificativa para reclamar dos jogadores e dirigentes, cobrando-os melhor desempenho.
Quanto mais fanático o torcedor, maior a cobrança por bons resultados de seus clubes, sendo que isto produz um efeito, qual seja, a grande rotatividade de técnicos e jogadores nos clubes, vale dizer, caso o jogador ou técnico não esteja realizando um bom trabalho, será rapidamente cortado e substituído.
Isto é uma grande lição, que deveria servir de exemplo para os filiados e militantes de um partido, todavia, infelizmente, não é o que se verifica na política.
Nota-se que, muitas vezes, a paixão política está acima de tudo, e mesmo que o partido não esteja realizando um bom trabalho, ou até nos casos em que os políticos do partido estejam envolvidos em escândalos, a devida cobrança não é realizada. A reação verificada são os ataques à oposição, sempre em defesa de suas escolhas políticas, justificando os defeitos e erros cometidos. Os políticos e filiados, ao invés de fazerem um mea culpa, sempre justificam seus insucessos, atribuindo a responsabilidade a terceiros, geralmente adversários e opositores.
Tais apontamentos prestam-se a uma reflexão, pois, a política pode aprender com o futebol, que reconhece seus erros e sofre a cobrança internamente, não elegendo culpados de fora, fato ainda não verificado com frequência na política. Os apaixonados por política defendem cegamente seus partidos e respectivos líderes, e, ao invés de cobrarem mudanças internas, cobram uma mudança na conduta da oposição, aliás, muitas vezes justificam a fortuita má conduta de seus representantes pela eventual perseguição feita pelos outros partidos.
Portanto, nota-se a necessária e urgente reformulação, na busca por novos tempos e novos costumes na política, aprendendo com os bons exemplos do próprio futebol, sempre com o objetivo de evoluir e ocasionar uma grande renovação no cenário político brasileiro.

 

*Dr. Luiz Augusto Filizzola D’Urso, Advogado Criminalista, Presidente da Comissão Nacional de Estudos dos Cibercrimes da Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas (ABRACRIM), Pós-Graduado pela Universidade de Castilla-La Mancha (Espanha), integra o Conselho de Política Criminal e Penitenciaria do Estado de São Paulo, Auditor no Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) do Futebol do Estado de São Paulo.   

 
Escola faz nova audiência sobre o Parque D. Pedro
Classificação: / 0
08-Mai-2018
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A líder comunitária do Brás e Parque D. Pedro, Marina Atsuko Ueno e o Comitê Gestor da Praça Ulysses Guimarães, do Parque D. Pedro II, estão promovendo nova Audiência Pública para revitalização daquela área.

Detalhes dessa audiência foram tratados em jantar promovido por ela dia 28 de abril último no Restaurante Mexilhão – rua 13 de Maio, 626. Estiveram presentes, o cel Genival (cmt 45º BPM/M), Persio Leiva (comerciante), Eurico Darocha (artista, ativista e morador do Brás), Cícera do Conselho Gestor do Parque, assim como o Jornal do Brás.

 

 
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