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EDIÇÃO 351 - 2ª quinzena de outubro/2018
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Como o varejo deve aproveitar a época mais lucrativa do ano?
Classificação: / 0
18-Out-2018
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O fim de ano traz diversas situações atípicas às empresas, sobretudo as que lidam com o comércio, seja ele através de lojas de rua, shoppings, ou mesmo o e-commerce. Isso porque é uma época de grande injeção monetária vinda do 13º salário de milhares de brasileiros, que buscam por promoções para comprar seus presentes de Natal.

É claro que picos de vendas são extremamente positivos. Porém, eles podem ser também caóticos. Uma empresa pouco preparada para lidar com essa situação pode deixar de ganhar dinheiro. Se, por exemplo, há um aumento no número de clientes, mas a oferta de produtos e serviços, bem como a mão de obra para atender à demanda não acompanhar o ritmo de expansão, a empresa certamente terá problemas.

Por esse motivo, o field marketing tem um papel de importância extrema na prevenção de perdas e ampliação de vendas. Prevenir perdas não é somente evitar roubos, mas se trata de conhecer seu estoque, saber quais produtos estão para vencer ou podem ser direcionados para uma promoção. Evitar o desperdício e maximizar as vendas é um trabalho de prevenção tão eficiente quanto promoções e outras ações ativas de marketing.

É preciso que o gerente da loja conheça sua empresa como a palma de sua mão, pois assim ele pode começar a implementar as ações ativas de forma estratégica. O field marketing é justamente isso, conhecer, planejar e aplicar ações no ponto de venda que fazem a diferença, sobretudo porque são estratégicas, criadas para atender àquela loja, naquele momento, com aquele tipo de consumidor, e considerando o que se tem de produtos disponíveis.

A ideia central é ter um contato direto com o consumidor, se utilizando muitas vezes de promotores de venda. Contudo, isso não quer dizer apenas ter alguém oferecendo amostras dentro de uma loja. A ideia é que haja inteligência no processo. O ambiente online, por exemplo, deve ser utilizado de forma estratégica para que a interação com a marca traga a ela visibilidade enquanto divulga e atrai clientes.

Já dentro do varejo em si, um produto mal posicionado pode ficar encalhado. Um outro que vendeu bem, mas não teve acompanhamento em tempo real pode não ser reposto no momento de maior venda, criando a impressão de que o estoque ficou “encalhado”, quando na verdade foi o varejista que não soube lidar com sua demanda. Para se ter essa noção, é preciso uma equipe bem treinada e efetivas métricas de análise.

field marketing visa trabalhar o varejo com inteligência. Vender não é tão simples, sobretudo quando há marcas buscando crescimento e colocação em um mercado. As gigantes do comércio só estão onde estão, porque consideraram esse tipo de ação há muito tempo, e vêm incrementando suas ações com a inteligência de mercado adquirida ao longo de anos de trabalho. Não é à toa que há Coca-Cola ou mesmo aves que não costumamos comer aqui no Brasil, presentes nessas festas de Natal. São estratégias reforçadas há décadas.

Vender é muito mais complicado do que parece, sobretudo em épocas agitadas como a que estamos iniciando. Vale a pena considerar uma equipe especializada para ajudar o negócio a tomar as rédeas e maximizar o crescimento do lucro na empresa. Para aproveitar bem a melhor temporada do ano para o varejo é preciso muita sabedoria e planejamento.

 

André Romero é diretor da Red Lemon Agency, agência especializada em comunicação, field marketing e ações promocionais.

 

Sobre a Red Lemon Agency:  http://redlemon.agency - (11) 5031 6066

A Red Lemon Agency é uma empresa do Grupo NVH que atua de forma integrada em três áreas complementares: field marketing, comunicação e ações promocionais. Com isso, desenvolveu o conceito do Twist and Sell, que mistura planejamento estratégico, inteligência de negócio, capacidade operacional e criatividade. Junto a sua equipe multidisciplinar, leva aos clientes um caminho em que os resultados são alcançados de maneira inteligente, mensurável e direcionável. Os mais diversos serviços são oferecidos pela agência, entre eles, auditoria e comunicação no PDV, campanhas institucionais, mídia on e off-line, redes sociais, branding, experience marketing, ativações e eventos.

 

Fonte: InformaMídia Comunicação

 

 
3ª Cia dá dicas de segurança a compradores
Classificação: / 0
18-Out-2018

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ImageFotos: 3ª Cia

Teve início dia 12 de outubro último o trabalho de Prevenção Primária Volante na Estação Brás da CPTM, desenvolvido pelo CPA/M-1, que nesse final de ano também está sendo realizado na área da 3ª Cia do 13º BPM/M, todas as terças, quintas e sábados, aproximando a população da Polícia Militar, com dicas de segurança para àqueles que vem realizar suas compras nesse final de ano, oficina esta que irá atuar preventivamente, coibindo com informações e informativos os furtos e roubos a celulares, bolsas e correntinhas na região.

A Cartilha Segurança está à disposição de todos na sede da 3ª Cia – rua Rio Bonito, 950, Base PM Pari – Praça Catumbi e Base PM Largo da Concórdia.


 
13º salário: pagar dívidas, fazer compras de fim de ano ou investir?
Classificação: / 0
18-Out-2018


A chegada do 13º salário coincide com o aumento de gastos típicos de final de ano, como troca de presentes, ceia de Natal e viagens. Mas é preciso considerar as despesas previstas para o início de 2019, além de olhar para a vida financeira e usar essa renda extra de forma consciente, respeitando o padrão de vida da família.
É importante entender que o 13º salário foi criado para ser uma gratificação de fim de ano, algo a ser recebido pela população como um presente. Hoje, muitos contam com ele para pagar as dívidas que já têm ou para começar novas, uma evidência de que gastam mais do que a sua renda permite.
Dinheiro extra não deveria ser utilizado para quitar dívidas, afinal de contas, o correto é planejar e ter compromissos financeiros que caibam no orçamento mensal. O 13º, então, pode ser poupado, investido (para render) e destinado para a realização de sonhos de curto prazo (a serem realizados em até um ano), médio prazo (de um a dez anos) e longo prazo (acima de dez anos).

 

ImageFazer as compras de fim de ano

Muitas pessoas vão utilizar o 13º salário para fazer as compras de final de ano, o que não é errado, desde que isso já tenha sido programado. Uma maneira de fazer isso é escolher uma época do ano (geralmente o início). Se puder inserir as despesas com a ceia de Natal e os presentes já no orçamento financeiro mensal e poupar o 13º inteiramente para os sonhos, melhor ainda.

 

Quitar as dívidas

Para aqueles que estão endividados e veem esse dinheiro extra como a solução dos problemas, saiba que ele não é. O ideal é que os compromissos financeiros caibam no orçamento financeiro mensal.

Antes de sair pagando as dívidas, analise todas elas, saiba o total, os juros, os prazos, enfim, reúna todas as informações possíveis. A partir daí, tente renegociar esses valores com o credor e então veja a possibilidade de usar o 13º para quitar uma dívida e resolver o problema. 

 

Poupar e investir

Há pessoas que estão em uma “zona de conforto”, ou seja, não devem, mas também não poupam. A esses, faço um alerta para que ajam com consciência, pois um passo em falso pode levá-los ao endividamento e até à inadimplência, uma vez que não possuem reserva financeira para se apoiar.

É claro que cada pessoa usa o 13º salário como bem entender e julgar coerente, no entanto, já que não possui dívidas, é importante que se guarde boa parte dele, para começar a formar essa reserva e também para realizar mais sonhos, de agora em diante.
Para os investidores, mesmo que iniciantes, a melhor opção para utilizar o 13º é continuar investindo, tendo sempre um objetivo, seja ele qual for. A conclusão que podemos tirar é que dinheiro extra é muito positivo quando utilizado com educação financeira.

 

Reinaldo Domingos é doutor em educação financeira, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin –www.abefin.org.br) e da DSOP Educação Financeira (www.dsop.com.br). Está a frente do canal Dinheiro à Vista e é autor do best-seller Terapia Financeira.

Fonte: DSOP Educação Financeira

 

 

 

 
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