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Vacinação contra gripe é peça estratégica no combate ao coronavírus PDF
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09-Abr-2020


Especialista da Faculdade Anhanguera Jundiaí explica que população precisa superar mitos em cima do tema em momento crítico de combate ao COVID-19


Não dá para fechar os olhos: o Brasil caminha para semanas duras de combate ao novo coronavírus, causador da COVID-19, de acordo com o Ministério da Saúde. E além da capacidade de disseminação altíssima do vírus -- que já atinge todos os estados brasileiros - ele se mostra extremamente traiçoeiro por ter sintomas tão similares a gripes e resfriados. Com o País caminhando para temperaturas mais amenas nestes meses de outono e, posteriormente, inverno, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe ganhou ainda mais importância para a saúde pública. A estratégia é simples: é preciso diferenciar o que é COVID-19 e o que é influenza.
As ações começaram esta semana, por todo o País, com idosos e trabalhadores da saúde. A próxima etapa da campanha inicia 16 de abril, com o intuito de vacinar doentes crônicos, professores (rede pública e privada) e profissionais das forças de segurança. A fase final começa no dia 9 de maio e dará prioridade a crianças de 6 meses a menores de 6 anos, pessoas com 55 a 59 anos, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas com deficiência, povos indígenas, funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas e população privada de liberdade. Vale dizer: em São Paulo -- estado com mais mortes pelo coronavírus até aqui - a vacinação contra gripe para as forças policiais, Polícia Militar, Polícia Civil, corpo de bombeiros, sistema prisional, polícia científica foi antecipada para o dia 30 de março.
Ao todo, a expectativa é vacinar 67,6 milhões de pessoas em todo o país, atingindo 90% de cada um dos grupos até o dia 23 de maio. O investimento do governo federal é de R$ 1 bilhão na aquisição de 75 milhões de doses da vacina.

 

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População e os mitos da vacinação
Apesar da campanha massiva ao longo dos últimos anos, a coordenadora do Curso de Farmácia da Faculdade Anhanguera de Jundiaí relata que muitos brasileiros ainda se mostram receosos em tomar a vacina da gripe. O movimento antivacina, aliás, gerou um impacto global no ano passado -- inclusive nos Estados Unidos -- e ainda reflete culturalmente em algumas regiões. No Brasil, muitos idosos, por exemplo, acreditam que a vacina leva a doença para dentro do corpo. "Muitos dizem que tomaram a vacina e acabaram tendo um resfriado ou desconforto. A explicação é que o organismo entra em contato com o vírus atenuado e até gerar uma resposta imunológica, o organismo "briga" com o vírus até perceber que se trata de um aliado", explica a profa. Sandra Emiko Oshiro. Outra possibilidade é que as pessoas que adquirem a gripe logo após a vacinação já poderiam estar com o vírus incubado em seu organismo, portanto estas reações não seriam necessariamente provocadas pela vacina.

Velocidade é segredo da eficiência
Com os casos de coronavírus dobrando a cada pouco mais de 48 horas no Brasil, a vacinação contra a gripe precisa ser eficiente e assim o sistema de saúde público e privado poderão distinguir os casos de COVID-19 e influenza de forma otimizada durante o mês de abril. "É preciso entender que quem toma a vacina agora demorará entre 10 a 15 dias para que o corpo crie memória imunológica contra os ataques da influenza. Se lá em meados de abril esse paciente tiver uma suspeita de COVID-19, ficará mais fácil diagnosticá-la, já que a influenza poderá ser descartada".

Fonte: Weber Shandwick

 

 
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