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Prezados Amigos,
Prezadas Amigas,


Permitimo-nos apresentar para sua apreciação, a primeira edição do Jornal do Belém, de portas abertas e páginas abertas à disposição dos moradores da região, empresários, autoridades, lideranças comunitárias e simpatizantes, com a mesma dedicação dos mais de 30 anos de nosso Jornal do Brás.
Ao ensejo, rogamos seu incentivo para essa nova bandeira da Região Brás/Belém.

Abraço Fraterno,
Milton George

 


 
Saúde mental na escola PDF
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FracoBom 
20-Jan-2020


Psicopedagogia ou psicologia: digladiar ou harmonizar?

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Marcos Venicio EsperI, 1; Alzira Jorri TomeiII, 2

É comum pais, professores e até mesmo alguns profissionais da saúde confundirem as funções e papéis desempenhados por profissionais da psicopedagogia ou da psicologia.

Saúde Mental na infância abarca também conceitos de deficiências, transtornos, síndromes e processos de aprendizagem. Busca-se, nesse texto, interdisciplinarizar e multiprofissionalizar os olhares para essa densa e complexa temática. Criança agitada, triste e angustiada, insociável, come demais ou come de menos, apresenta problemas de aprendizagem na escola, talentosa em excesso, tímida e violenta: há várias razões para a família ou responsáveis confiar e buscar auxílio de um profissional da saúde ou da educação. Na fase de inocência e da autoconstrução, quais são os comportamentos patológicos e os que não são? O que é da área da saúde ou educação? Onde o sofrimento psíquico começa na criança? Quando e quem consultar e buscar apoio? É necessário, desde cedo, rotular e medicalizar comportamentos atípicos? Essas questões dizem respeito à sociedade como um todo, porque refletem nossa relação com a norma, as regras e as diferenças.

Alguns pais, diante de questões de saúde mental das mais variadas com seus filhos, nem sempre procuram uma terapêutica para seus eles, mas buscam "respostas profissionais" que amenizem suas angústias diante dos eventos.

Essa é uma realidade no âmbito educacional, pois nem sempre os professores encaminham ou orientam os pais ou responsáveis de maneira ponderada. Segundo NASCIMENTO (2012), queixas escolares e comportamentais têm aumentado significativamente o número de diagnósticos psiquiátricos na infância. Esse aumento está ligado ao surgimento de inúmeras estratégias e discursos que apoiam ferramentas medicalizantes na educação, resultando assim na patologização da infância - prática terapêutica que medicaliza excessivamente a infância, propiciando que diversos comportamentos e dificuldades, principalmente quando relacionados à escola, sejam abordados como doenças, síndromes ou transtornos (Corrêa, 2010). 

 

1 Pedagogo, Psicopedagogo e Psicanalista -  Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email
2 Pedagoga e Psicopedagoga.

IUniversidade de São Paulo e Universidade do Estado de Minas Gerais
IIUninove São Paulo

Referências

CORRÊA, A. R. M. (2010). Infância e patologização: crianças sob controle. Revista brasileira de psicodrama18(2), 97-106.        

NASCIMENTO, R. T. A. D., & Serafim, A. D. P. (2012). Psicopedagogia e Psiquiatria: possibilidades de cooperação.        

 

 

 

 

 
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