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EDIÇÃO 367 - 2ª quinzena de julho/2019
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Pingue-Pongue volta a vibrar PDF
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15-Out-2009

Eduardo Cedeño Martellotta

Em pleno bairro da Mooca, existe um espaço onde cerca de 40 pessoas praticam o pingue-pongue. É um seleto grupo de amantes do esporte que lutam para que o esporte não desapareça, em virtude de ter perdido espaço, nos últimos anos, para o tênis de mesa.

O lugar fica na rua João Borba, 116, travessa da rua Fernandes Falcão.

Adelson Nogueira Martins, de 63 anos, é um desses apaixonados pelo pingue-pongue. Ele conta que foi presidente da Federação Paulista de Pingue-Pongue (fundada em 1949), na gestão de 2000 a 2002. Como a entidade não renovou as eleições, não houve um substituto. “Eu continuo simbolicamente como presidente, por uma questão moral porque eu acho que vale a pena incentivar o esporte”, acredita ele.

O fundador do salão onde são realizados os jogos foi o saudoso Gilberto Câmara Leitão, que era o dono do imóvel. “Ele foi um dos maiores incentivadores do pingue-pongue e fundou este grupo aqui na década de 80”. Gilberto jogou no Parque da Mooca, no Vasquinho e no Clube de Malho Oratório, acrescenta ele.

O lugar recebe o nome de UALEI – União dos Amigos de Leitão. O público que freqüenta lá é eminentemente masculino. O UALEI tem o seu próprio time: o Lero-Lero, que no instante em que fazíamos a reportagem, jogava contra o Santo Amaro.

 

Sem disputas oficiais

Atualmente o pingue-pongue tem apenas 40 a 50 simpatizantes que o praticam em São Paulo. O último campeonato oficial da Federação foi realizado em 1996. “Naquela época tínhamos 135 praticantes”, compara Adelson.

 

Pingue-pongue x Tênis de Mesa

A diferença entre o tênis de mesa e o pingue-pongue é grande, explica Adelson. A começar pelo tamanho da mesa – a de pingue-pongue tem 3 metros por 1,5 metro e 80 cm de altura, a de tênis de mesa possui 2,75 metros por 1,52 de largura e 75 cm de altura.

E as regras também diferem de um para outro. “Por exemplo, a mesa de pingue-pongue tem duas faixas paralelas para que o jogador dê o saque e responda. A de tênis de mesa tem apenas uma faixa transversal para que ele possa iniciar a partida”, explica. Outra diferença é nas raquetes. “No pingue-pongue ela é de madeira e no tênis de mesa, é de borracha”. Ele completa: “No tênis de mesa, o jogador já pode decidir o ponto na hora que saca. O saque já é fatal. No pingue-pongue, só na terceira batida”.

O pingue-pongue é bem mais antigo que o tênis de mesa. “O tênis de mesa no Brasil começou a ser oficializado depois dos Jogos Pan-Americanos de 1959, aqui em São Paulo”, lembra Adelson. Aí o pingue-pongue começou a declinar, deixando de ser um esporte competitivo. “Todos os clubes importantes de São Paulo passaram a praticar o tênis de mesa porque era um jogo internacional”, finaliza a entrevista.

Mais informações com o Fulvio pelo fone 9668-7785.

 

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Adelson e seu irmão Sidnei conhecem toda história e regulamento do pingue-pongue

 

 

 

 

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Aqui o valoroso esquadrão Lero-Lero

 

 

 

 

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E aqui o elétrico time de Santo Amaro

 

 

 

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Graças a ele, o saudoso Gilberto Câmara Leitão, o pingue-pongue continua raqueteando na Mooca, para alegria de todos os amigos

 

 

 

 

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Come essa, meu! – assim é o vibrante jogo que continua fascinando com o dogma maior de fazer amigos

 

 

 

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Fulvio Borelli é um tremendo apaixonado pelo pingue-pongue, incentivando agora a juventude para a herança

 

 

 

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Mingo é o mais coroão do pingue-pongue, dando cortadas e puxadas com toda essa vitalidade

 

 

 

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Encontro de craques. De um lado Santo Amaro de outro o Lero-Lero do UALEI

 

 

 

 
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