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 Equipe Jornal do Brás

 
Arazenka, história dos jornais de bairro PDF
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09-Ago-2019
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Presente na Tarde de Chá, em novo local, Associação dos Oficiais Militares do Estado de São Paulo – AOMESP, o Coronel Arazenka disse ao Jornal do Brás que teve conhecimento da entidade por meio das matérias divulgadas no Jornal do Brás. “Eu era sócio remido do Juventus. O Jornal do Brás está de parabéns em promover a Tarde de Chá. É um incentivo à Terceira Idade. Desinibe a pessoa, traz um pouco de prazer”.

Ele, aos 92 anos, tem amizade com Milton George há cerca de 40, e conhece a fundo a história dos jornais de bairro. “O Diário do Grande ABC começou na Vila Zelina, divulgando os jornais de bairro, que eu aprecio muito”, lembrou Arazenka.

“É importante que os jornais de bairro mostrem a palavra escrita e o trabalho na sua comunidade”, completou ele, oriundo da Guarda Civil, onde ficou 14 anos, e da Força Pública, onde permaneceu durante 16 anos. “Na Guarda Civil, havia inspetores, e na Força Pública que adotou a hierarquia militar, eram capitães, majores, coronéis, oficiais e praças”.

 

Benemérita da zona norte

Ao lado dele na Tarde de Chá, a mãe do Coronel do Exército Brasileiro e também médico, Dr Carlos Parra, sra. Lurdes Parra. “Eu costumava ir no Chá do Juventus, mas agora para mim, está mais fácil, por ser mais perto”, explicou ela. Lurdes, por meio do Lions Tucuruvi, fundou diversas associações na zona norte da Capital, entre elas, um Clube de Mães, há 52 anos e a Creche Santa Terezinha, na av. Guapira, hoje com 80 crianças.

 
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