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O Brás tem muita história pra contar PDF
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07-Jun-2019
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Antão Ouriques de Farias

O bairro do Brás é situado na região Central, nasceu como uma fonte de produção da chácara do português José Brás.

A origem do nome está ligada a um português, José Brás, com uma grande chácara, na região onde foi construída a capela Bom Jesus de Matosinhos. Vamos conhecer um pouco mais da história do bairro que compõe a capital de São Paulo, onde iniciou a grande cosmopolita em meados do século XVIII, quando foi erguida a capela do Bom Jesus de Matosinhos, construída por José Brás, que ficava nas margens de uma estrada que levava ao bairro da Penha, conhecida como Caminho do José Brás, hoje av. Rangel Pestana. Lá residiam famílias ricas da época, como o engenheiro Carlos Bresser em sua Chácara, e na Chácara do Ferrão, a Marquesa de Santos.

O Brás tem sua fundação oficial na Carta Régia do então Rei Dom João VI, datada de 8 de junho de 1818.

O desenvolvimento do Brás foi lento, até que veio a cultura do café, com a chegada da imigração na Hospedaria dos Imigrantes. O desembarque era feito em Santos, e em seguida, eram encaminhados de trem até o Brás, de onde partiam para as lavouras de café, no interior do Estado, mas muitos imigrantes ficavam na Capital, o que transformou o Brás em um reduto de italianos e espanhóis.

A partir desse momento, as fábricas juntaram-se ao café e trouxeram grande desenvolvimento ao bairro. Com isso, os italianos começam, então, a montar suas fábricas no Brás, como o Conde Francisco Matarazzo.

Em meados da década de 1940, devido à uma grande seca que atingiu alguns estados do nosso Nordeste, muitos nordestinos migravam para São Paulo, em especial ao bairro do Brás. Foi com sua disposição de lutar com entusiasmo, que iniciaram na luta do progresso. A partir de 1970, o Brás desenvolveu o comércio do vestuário no ramo têxtil, além de outros ramos variados, como tecidos e aviamentos que fazem parte do vestuário.

Atualmente o Brás é o maior comércio da América Latina. É um acervo histórico, cultural, em Literatura, Música e Jornalismo. Alguns aqui nasceram, outros aqui viveram em sua infância, como o jornalista Rangel Pestana, Dr Carlos Botelho, Dr Ricardo Gonçalves, Bresser e o tradicional Arnesto do Samba do Brás de Adoniran Barbosa, o Ernesto Paulelli, meu amigo e colega na Faculdade de Direito de Guarulhos. O Maestro Alberto Marino compôs a valsa “Rapaziada do Brás” em 1917. Seu filho, o Desembargador Alberto Marino Júnior, foi o criador da letra da música em 1960. Ele foi meu professor em Direito Penal, exímio professor.

No Jornalismo, o 1º jornal de bairro “O Braz”, fundado em 1895. Outros jornalistas viveram no Brás, e os cantores Paraguassu, Isaurinha Garcia e Nelson Gonçalves. Francisco Alves fez seu último show no Brás, antes de morrer, em 1952. Costa Valente é nome de rua no Brás, ele é autor da música “Eu pensei que todo mundo era filho do Papai Noel”, jornalista Milton George Thame, fundador e diretor-presidente do grande Jornal do Brás e o seu eficiente jornalista Eduardo Cedeño Martellotta. Fiz a letra em homenagem ao Bicentenário do Brás, música e gravação do cantor Zé Wilson.

Salve o bairro do Brás, maior centro comercial, industrial e do vestuário da América Latina.

Antão Ouriques de Farias, é escritor, historiador e pesquisador.

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Isaurinha Garcia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Ernesto Paulelli, o Arnesto do Brás (1914-2014)

 

 
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