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Comércio Legal apreende mercadorias piratas PDF
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24-Mai-2019
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É a maior operação desde setembro de 2017. Total chegou a 3 milhões de itens apreendidos

 

A Prefeitura de São Paulo e o Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) divulgaram dia 17 de maio último, balanço da Operação Comércio Legal de combate à pirataria realizada desde o dia 14 na região do Brás. Foi a maior operação desde setembro de 2017 com a apreensão de 370 toneladas de mercadorias ilegais. Foram utilizados 26 caminhões para o transporte de um total de 3 milhões de itens.

Desta vez, a ação se concentrou no comércio ilegal de itens de vestuário em um Shopping na rua João Teodoro, no Brás, região central da capital.

 

Mercadoria pirata

Segundo o prefeito Bruno Covas, eram quatro estabelecimentos distintos e apenas um deles tinha alvará com a Prefeitura. “São 500 boxes. Todos vendendo mercadoria pirata. Tudo será apreendido. O estabelecimento com alvará tem o prazo de cinco dias para apresentação de defesa e os outros três já serão lacrados a partir de hoje”, disse o prefeito no primeiro dia da operação.

Com respaldo judicial, a operação contou com o apoio de 150 agentes da Guarda Civil Metropolitana (GCM) e de mais de 100 profissionais que atuaram no carregamento dos caminhões, dos quais 40 da Prefeitura e os demais das marcas envolvidas. A Polícia Civil participou através do DEIC com 25 policiais e aproximadamente 20 viaturas.

Segundo o delegado Wagner Carrasco, titular da 1ª Delegacia de Investigações Sobre Propriedade Imaterial (Antipirataria) todos os indivíduos identificados como responsáveis pelos boxes responderão criminalmente por isso.

Os imigrantes que trabalhavam nos boxes receberam atendimento social da Prefeitura por meio da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania.

Foto: Gildson Di Souza /Secom

 

 
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