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EDIÇÃO 362 - 1ª quinzena de maio/2019
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Túnel do Tempo lembra Discos Voadores PDF
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18-Abr-2019


Disco Voador foi observado por milhares de pessoas

 

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Por Edison Boaventura Júnior, presidente do Grupo Ufológico de Guarujá – GUG

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Trazemos a memória dos queridos leitores do Jornal do Brás, um episódio clássico ufológico ocorrido na noite do dia 13 para o dia 14 de junho de 1977.

Na ocasião, milhares de pessoas, entre militares da Polícia de São Paulo e civis residentes nos bairros, vilas e jardins situados ao longo das avenidas Sapopemba, Iguatemi, Mateo Bei e Itaquera, ou mesmo, motoristas que transitavam por estas avenidas,  observaram um disco voador luminoso, em formato de ferradura que ficou visível nos céus durante horas, numa altura que variava de 5 a 10 mil metros, conforme relataram os protagonistas.

O COPOM – Centro de Operação da Polícia Militar recebeu muitas comunicações dos moradores a partir das 21 horas do dia 13 de junho e, deslocou 60 guarnições de viaturas para verificar o ocorrido.

Osvaldo de Oliveira estava voltando por volta das 21 horas, de uma visita a casa de parentes para a sua residência localizada na Rua Bresser, depois do SENAI “Theobaldo De Nigris”, na Mooca e, na altura da avenida Sapopemba, avistou um objeto voador muito luminoso que, segundo ele, aparentemente tinha o formato de uma ferradura de cavalo. Apesar de que poderia ser de formato ovóide, pois o disco voador tinha uma parte escura de onde não se via nenhuma luminosidade. Observou que do aparelho eram projetados cones de luz para baixo, nas cores vermelhas e azuis.

A garota Rosemari chegou a afirmar no jornal Diário da Noite, da sua edição de 16 de junho de 1977, na página 8, que “eu vi a luz às 10 horas da noite. Minha mãe também viu”.

Por volta das 2 horas da madrugada do dia 14 de junho, um homem chamado Lauro pediu ajuda para os policiais da viatura Rádio Patrulha - RP 17. O cabo Geraldo Banin e o soldado Mancio Pélico acompanharam o senhor que dizia que tinha “uma coisa estranha, enorme com fortes luzes vermelhas e azuis viradas para a terra, no morro da Vila São Mateus”.

Havia muita neblina, mas às 3:15 horas, transitando pela avenida Mateo Bei, os dois militares observaram a estranha luz e informaram o COPOM, sob ocorrência número 14.638 do talão 16.

A viatura RP 17 chegou próximo ao objeto luminoso e direcionou os faróis do automóvel em direção a ele. Tentaram comunicar com o COPOM, via rádio, mas perceberam que o aparelho emudeceu. “Como as luzes altas do nosso carro, estavam diretamente voltadas em direção ao facho de luz que saia do estranho objeto, tenho a mais absoluta certeza de que o nosso rádio sofreu influências do mesmo, emudecendo daquela forma inexplicável”, afirmou o soldado Pélico.

Então, resolveram se afastar e a cerca de 400 metros de distância o rádio voltou a funcionar.

O COPOM enviou as guarnições dos carros do Tático Móvel de prefixos 117, 118, 119, 170, bem como as da Rádio Patrulha de prefixos 99 e 38. Todos os componentes observaram o fenômeno e passaram a comentar sobre ele.

No comando da guarnição do Tático Móvel 117, o 2º tenente Reginaldo Rivelini disse:“do local onde me postei, pareceu-me que o forte facho de luz emanava de um imenso farol de iodo, colocado entre uma estrela de segunda grandeza e a Lua”.

Por volta das 4:15 horas os fachos de luz projetadas pelo objeto desapareceram. “O estranho objeto, em altíssima velocidade e verticalmente, subiu até desaparecer no espaço”, afirmou o cabo Banin.

Este caso tem um valor inestimável, pois mais de 100 militares do 2º Batalhão de Polícia Militar Metropolitana observaram verdadeiramente aquele fenômeno insólito nos céus de São Paulo.

Se você gostou deste caso histórico ou ainda, foi uma destas testemunhas naquela época ou sabe mais informações, entre em contato conosco pelo e-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email

 

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Diário da Noite de 14 junho de 1977

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Tenente Rivelini

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Cabo Banin

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Soldado Pelico

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Rosemari, testemunha deste episódio clássico da Ufologia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Croqui do OVNI visto por Osvaldo de Oliveira

 

 
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