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EDIÇÃO 362 - 1ª quinzena de maio/2019
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 Equipe Jornal do Brás

 
A chuva e a omissão ambiental PDF
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15-Mar-2019
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A estabilidade do ambiente em que vivemos é uma das maiores dívidas dos sucessivos governos e dos diferentes segmentos da sociedade para com a população brasileira. O desbravamento das florestas e a montagem das estruturas urbanas e de produção foram irracionais e, mesmo depois de lançada a preocupação ambiental, nunca os processos corretivos foram aplicados adequadamente. O que temos hoje são imensas armadilhas que, com o tempo poderiam ter sido eliminadas mas, com a desculpa da falta de recursos, opções político-administrativas equivocadas e desleixo, as soluções conhecidas são seguidamente proteladas. A maioria das inundações ocorre porque o homem ocupou irresponsavelmente a área das várzeas e, pior que isso, desmatou áreas lindeiras sem os cuidados para evitar que a areia e outros materiais sejam lançados pela chuva no leito dos rios.

Mais lamentável é que temos no Brasil conhecimento técnico suficiente e competente para a solução dos problemas. Nossos centros técnicos absorveram, a longo dos anos, informes de como Estados Unidos, Europa e outros pontos mais desenvolvidos do planeta fizeram para mitigar os desastres decorrentes das águas. O aproveitamento hidrelétrico dos nossos rios obedece a técnicas bem aplicadas lá fora, mas o mesmo não ocorre em relação a providências complementares à exploração do potencial energético. Tudo aquilo que não apresenta renda imediata para pagar seus custos e gerar lucros, é deixado para depois. A questão ambiental, em vez de trabalhar pela salubridade do ambiente, descambou para a luta ideológica, tornando-se um imenso cabo de guerra onde o ambiente sucumbiu diante dos interesses subalternos dos seus ditos defensores.

Já passou muito da hora de os governos – federal, estaduais e municipais – adotarem medidas concretas para impedir a ocupação irregular das várzeas e encostas, promover a recuperação das áreas de escape das águas hoje bloqueadas, fazer a manutenção acurada das redes de galerias pluviais e chamar todos os usuários à responsabilidade. Os governos têm de acabar com a politicalha de parar ou atrasar obras iniciadas por seus antecessores, para que os projetos iniciados cheguem ao fim antes de se iniciar novos empreendimentos no mesmo setor.

Nos últimos dias o transtorno foi em São Paulo e sua região metropolitana, com muitos prejuízos materiais e mortes. Recentemente foi no Rio de Janeiro. A chuva, fenômeno previsível, tornou-se ameaça em toda parte, desde os grandes até os menores municípios. Resultado da falta de respeito ambiental e da incúria das autoridades que, no mínimo, são omissas. Isso quando não são políticos travestidos de ambientalistas que ganham votos e até dinheiro mediante a proposta de defender aquilo que nunca defenderam.  O presidente Bolsonaro, que tem falado contra os que ameaçam a soberania da Amazônia, precisa também exigir que todas as localidades voltem suas vistas para a questão ambiental local que, para o munícipe, é tão ou mais importante do que manter a soberania nacional sobre nossa grande floresta.

Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves - dirigente da ASPOMIL (Associação de Assist. Social dos Policiais Militares de São Paulo) - Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email                                                                                                      

 

 
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