hostconect.net
Jornal do Brás Advertisement
Início seta Notícias seta Edição 359 seta Alagamentos expõem povo ao risco de leptospirose
21-Mar-2019
 
 
Menu Principal
Início
Edições
Notícias
Expediente
Links
Contato
Procurar
A História do Jornal
Jornalista Edu Martellotta
Cadastro de Empresas
Onde estamos
Campanha de Assinaturas
Jornal "O Braz"
Revista O Brazinha
Aniversário do Brás
EDIÇÃO 359 - 1ª e 2ª quinzenas de março/2019
Image         

Curta-nos, siga-nos
Image


Jornal do Brás

 

Image

 

Jornal do Brás

 

 

Image

 

Tarde de Chá

Estatísticas
Visitas: 5549179
Flash de Notícias

Todo 1º domingo do mês, o Movimento Poético de São Paulo faz sarau no Parque do Piqueri

 
Alagamentos expõem povo ao risco de leptospirose PDF
Classificação: / 0
FracoBom 
15-Mar-2019
Image


Evitar o contato da água de enchentes é o mais recomendado como medida preventiva

 

São Paulo, 11 de março de 2019 – O grande volume de chuvas que atingiu a Grande São Paulo nos últimos dias e provocou enchentes e alagamentos em várias cidades provoca transtornos às populações atingidas pelas águas. Não apenas bens materiais são perdidos, como também as pessoas afetadas são expostas às doenças, como a leptospirose. O contato direto com a água da chuva pode representar um risco elevado de contaminação.

Segundo dados do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, de 2007 a 2016 foram registrados 39.623 casos da doença no Brasil, uma média anual de 3.926 casos. As regiões Sul e Sudeste foram as que tiveram maior incidência e o período de outubro a março apresentou maior número de casos.

Os principais agentes transmissores da leptospirose são os ratos, que por meio da urina eliminam a bactéria causadora da doença, a Leptospira. Portanto, evitar o contato com a água de enxurradas e enchentes é o mais recomendado como medida preventiva, assim como evitar lavar sem proteção adequada quintais, caixas de esgoto e áreas que possam ter sido contaminadas.

Em caso de moradias alagadas pela água da chuva, o infectologista da Unidade Referenciada Oswaldo Cruz Vergueiro do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Dr. Filipe Piastrelli, indica medidas necessárias para limpar os ambientes e utensílios. "Deve-se usar luvas, botas de borrachas ou outro tipo de proteção, como sacos plásticos duplos, para as pernas e braços. O que não puder ser recuperado deve ser descartado e a lama que permanecer nos ambientes, utensílios, móveis e outros objetos deve ser removida com escova, sabão e água limpa. Os alimentos devem ser descartados, pois mesmo se forem lavados ainda podem estar contaminados".

O especialista diz ainda que em casos em que não há a chance de evitar o contato com a água e lama das enchentes, o ideal é permanecer o menor tempo possível e evitar que crianças nadem e brinquem neste ambiente.

"Em geral, os primeiros sintomas são dores pelo corpo, febre e dor de cabeça. Podem ocorrer tosse seca, vômitos e diarreia. Nos casos graves, o paciente pode evoluir com icterícia, que é o amarelamento da pele e dos olhos por alterações hepáticas, insuficiência renal, insuficiência respiratória e hemorragias", explica o infectologista.

O tratamento com antibióticos e internação hospitalar para suporte às alterações que podem ocorrer reduzem o risco de complicações graves. Dentre os casos mais graves, a letalidade pode atingir 40% dos pacientes. No período de 2007 a 2016, o Boletim Epidemiológico identificou uma taxa de letalidade geral de 8,9%.

Hospital Alemão Oswaldo Cruz – http://www.hospitaloswaldocruz.org.br/

Fonte: Conteúdo Comunicação

 

 
< Anterior   Próximo >
 
Top! Top!