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POLÍTICA COM “P” MAIÚSCULO PDF
Classificação: / 1
FracoBom 
23-Jul-2009
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* Paulo H. De Paula

 

‘MEIO GRÁVIDA’, PODE ?

 

 

É claro que pode!

Quem já não viu u’a mulher “meio grávida” ?

Os que não enxergam, são os exegetas, os puritanos, os recalcados e os moralistas! Os despeitados. Aqueles que escondem seus despudores, suas mazelas, seus erros e suas vontades de erros. Os que negam, camuflam, mascaram suas frustrações mediante a observação e a crítica para e dos “outros”. Só mesmo estes, que, diz-se, “sentam no próprio rabo”, --- pelo menos estas são algumas das “judiciosas alegações” apresentadas pelos defensores das “meio gravidezes” ---  é que não admitem esta obviedade:

 

EXISTE MEIA GRAVIDEZ  !!!

E que Deus nos perdoe!

 

Mas há uma razoável explicação:

Se Deus NÃO existe, tudo é permitido ! (A frase não é minha, é de Dostoievski, conhecido e famoso autor russo.)

 

Não é a toa que “excelências”, nossos mandatários, senadores, deputados e vereadores, proclamam, vivem intensa e despudoradamente todas as “meias gravidezes”.

Tudo é permitido !

 

Entretanto, há que se destacar que o “Estado“ somos nós e não essa corja de “excelências”, de ontem e de hoje, que tentam enfiar goela a baixo da nação práticas absolutamente imorais, em total descompasso com a maioria do povo trabalhador, povo explorado e pagador de pesados impostos.

Cabe-nos, no mínimo, denunciar, não só os retrógrados, os velhos “coronéis” da política, como também os verborrágicos e demagogos sindicalistas (ou ex sindicalistas) e supostos socialistas de matriz de esquerda que, no fundo no fundo, são “sócios” na divisão do que consideram propriedade deles, isto é, o “Estado” que, ao final,  somos nós!

 

A verdade é que não há como se fazer concessões morais em nome de “governabilidade”, ou seja lá o que  for. Não se redime crimes cometidos em favor de pseudos bons princípios de fins discutíveis.

 

Crime é crime. Desmando é desmando. O mal feito é mal feito.

 

O pretexto de melhorias para a sociedade, lá na frente, a propalada “governabilidade” e eventuais outros pretensos benefícios, não explicam nem atenuam os escândalos sem fim dos Executivos, do Senado Federal, da Câmara Federal, das Assembleias Legislativas e das Câmaras Municipais.

 

O “Estado” não foi constituído para fins privados, fins partidários ou fins familiares. Não é, nem deve ser, nunca foi na essência de sua formação filosófica, um butim a ser dividido entre apaniguados.

 

Com relação ao erro, algumas atitudes:

Silêncio, para os que calam por vilania, ou ;

Silêncio, para os que calam por covardia !

 

Propomos e escolhemos uma terceira posição:

Denuncia.

 

Não existe “meio honesto”.

Não existe “meio ético”.

Não existe “meia gravidez”.  

 

 Paulo H. De Paula Mtb. 9.148

Jornalista e Diretor de Marketing do Jornal do Brás

 

 
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