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EDIÇÃO 342 - 2ª quinzena de junho/2018


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Greve causa prejuízos na região Brás/Pari PDF
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08-Jun-2018


Eduardo Martellotta

 

A Greve dos Caminhoneiros, que durou 10 dias, provocou muitos reflexos no comércio dos bairros Brás e Pari, com desabastecimento de comida e outros produtos, falta de coleta de lixo, além de outros transtornos a motoristas de Táxi e Uber, proprietários de postos de gasolina etc, devido à falta de combustível advinda da paralisação, ocorrida em todo País.

Vários postos da região Brás/Pari estavam sem combustível, até o final da tarde de 29 de maio. Os prejuízos com a paralisação dos Caminhoneiros passam dos R$ 30 bilhões no Brasil.

Procurados pelo Jornal do Brás, proprietários de postos de combustível e taxistas da Praça Padre Bento não quiseram se manifestar sobre os reflexos provocados pela Greve dos Caminhoneiros. Conversamos na região com dois proprietários de hortifrúti e com outro de entregas rápidas por moto.

 

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Motos paradas

Cleonildo Marinho de Souza, o popular Nildo, proprietário da Moto Brás Express – rua Monsenhor Andrade, 223, reclamou da falta de combustível nos postos da região, pois não conseguia abastecer as motos utilizadas em sua empresa no serviço de entregas rápidas. "Andei colocando gasolina do meu carro para abastecer as motos. Está atrasando tudo. Minha equipe precisou fazer entregas de ônibus, metrô e bicicletas", disse Nildo, completando que conta com 12 motoboys, mas que tinha à disposição apenas uma moto na data da entrevista (29/5).

 

 

 

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Quitanda de prateleiras vazias

O proprietário de uma quitanda na rua Rio Bonito, 132, Zezinho, relatou as dificuldades enfrentadas no abastecimento do espaço. “Meus fornecedores, a maioria vinda de Ibiúna, não passaram pelo bloqueio. Os clientes sumiram. Não sei mais o que fazer para pagar aluguel, água, luz e telefone”.

Zezinho disse que na quitanda, até o dia 28 de maio último, faltavam cebola, batata, alface, coentro, alho, couve, salsa, tomate, leite, ovos, laranja, água de coco e mamão. Zezinho está há 20 anos no local. “Quando a compra é pequena, como alface e cheiro verde, eu trago na bicicleta. Quando é maior, utilizo a Kombi, mas a gasolina não vai durar muito”, explicou ele, na data da entrevista. Zezinho esperava normalização no abastecimento 10 dias depois.

 

 

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Comerciantes mantém preço no Pari

O Hoje Hortifrúti da rua Silva Teles, 1.433 – Pari, também sentiu os efeitos do desabastecimento. Frutas, legumes e verduras vendidos no espaço vêm do Ceagesp, mas no último dia 28 de maio, o local estava com as prateleiras vazias.

“Eu tinha reserva, mas para vender com o mesmo preço. Se eu aumentar, meus clientes não irão comprar”, disse Valter Evangelista Soares da Costa Jr, um dos proprietários.

Outro proprietário, o pai de Valter Jr, Valter Evangelista Soares da Costa, lembrou que comprou alguns produtos em mercados atacadistas. Ele estimou prejuízo de R$ 20.000 com a Greve dos Caminhoneiros, citando o preço do saco de 50 kg de batata no Ceagesp, que estava sendo vendido a R$ 500,00.

Além da loja no Pari, ambos são proprietários de outra, na av. Ede, 85.

 

 

 

 
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