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EDIÇÃO 330 - 1ª quinzena de novembro/2017
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Guarda Civil comemora 91 anos em Casa PDF
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08-Nov-2017


 

Em almoço realizado dia 21 de outubro último na AOMESP (Associação dos Oficiais Militares do Estado de São Paulo) foram comemorados os 91 anos da Guarda Civil de São Paulo, fundada em 22 de outubro de 1926 e extinta em 1970.

 

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Em seu pronunciamento, o presidente da AOMESP, coronel Jorge Gonçalves ressaltou os princípios da atual Guarda Civil Metropolitana, trazidos da antiga Guarda Civil

 

 

 

 

 

 

 

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O major André do CPA/M-1, representando o cmt coronel Cangerana, disse: “Sem os senhores não existiríamos. Devo ao que sou pelo que estou vendo aqui. Participar desse conhecimento é uma honra”. Seu tio foi coronel da PM, lembrou

 

 

 

 

 

 

 

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Emoção no fundador da GCM

Organizador todos os anos do almoço, Daniel D´Atilio apresentou a todos a presença do coronel D´Avila do Exército Brasileiro (fundador da GCM), que lembrou: “Me sinto aqui na contingência de fazer uma busca do passado que levou à nossa Guarda Civil Metropolitana. A Guarda Civil de São Paulo caiu de pé, era a polícia do cidadão. Eu sempre idealizei uma polícia municipal para o Estado de São Paulo com aquelas características londrinas da extinta Guarda Civil”. Emocionado, com lágrimas nos olhos, disse: “Não deixem perder aqueles princípios que a extinta Guarda Civil deixou para nós”

 

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GCM inspirada na antiga Guarda Civil

O cmt Adelson da Guarda Civil Metropolitana veio prestigiar o almoço com ex-componentes da Guarda Civil de São Paulo. Ele disse, no palco: “Quero cumprimentar todos os ex-integrantes da Guarda, principalmente aqueles que participaram de nossa formação. Somos herdeiros da história de 91 anos da Guarda Civil de São Paulo”.

Em seguida, lembrou ao Jornal do Brás que a GCM foi fundada em 15 de setembro de 1986 pelo então prefeito Jânio Quadros. E comentou que vê hoje a GCM seguindo o mesmo caminho da extinta Guarda Civil. “O coronel José D´Avila da Rocha, cmt na época, estruturou a GCM. Desde então buscamos os objetivos de seguir os passos da Guarda Civil de São Paulo. Nosso objetivo é ser uma polícia de proximidade, estando junto com a comunidade”, ressaltou.

Adelson informou que hoje no Estado de SP mais de 400 municípios têm Guardas Municipais e que o efetivo da GCM é composto por 5.760 guardas, porém com uma previsão na Lei 13.022 de 2014 de aumentar esse efetivo para 22.036. “Vai demorar um pouco, precisamos de vários concursos. Para o ano que vem, pretendemos instituir um novo concurso público para aumentar nosso efetivo”

 

 

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O início da Nova

Ao Jornal do Brás, o coronel José D´Avila da Rocha, na mesa com major Dércio Chiconello, lembrou que fundou a Guarda Civil Metropolitana a convite do prefeito Jânio Quadros, há 31 anos. No início, havia 300 inscritos. “Os inspetores estavam em casa ociosos e fui buscá-los para manter os meus quadros”, disse, completando que o major Chiconello da AOMESP foi seu braço direito na organização da diretoria da recém-fundada GCM na época. “Fui buscar também os oficiais da Reserva do Batalhão de Guarda do Exército”. D´Avila fazia palestras e campanhas para a criação da polícia municipal

 

 

 

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Major Lourival, Istanislau, Ferrão e Pasquini

 

 

 

 

 

 

 

 

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Guarda Luizinho do Mappin

Luizinho Gonzaga, o famoso Guarda Luizinho, também foi uma grata presença no almoço. Os melhores tempos da sua vida foram na época que estava à frente do Mappin como policial militar de trânsito, de 4 de outubro de 1971 a outubro de 1981, recordou.

Luizinho trabalhou também no Pátio do Colégio, regularizando estacionamentos e em outros cruzamentos, mas ficou conhecido como Guarda Luizinho pelos pedestres por seu trabalho na rua Xavier de Toledo.

Por fim, deixou mensagem aos novos Guardas Civis e aos pedestres: “Tratem as pessoas com respeito, carinho, amor e dignidade. O Guarda Civil é símbolo de segurança para a população. Se ao atravessarem a rua e tiverem pressa, lembrem que a pressa sempre existirá, mas a mesma pressa fará com que ele esteja a desistir. Atravesse o farol com atenção e cautela e viva muito mais”, disse o Guarda Luizinho, mostrando sua inseparável caveirinha

 

 

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Valter (ex-guarda civil, hoje primeiro-tenente) com Isaura, capitão Miguel e Amaúde

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Aproximação com as pessoas

O coronel Jorge Gonçalves é também oriundo da Guarda Civil de São Paulo, onde permaneceu de 1952 até a fusão com a Força Pública em 1970, formando a Polícia Militar. “Cheguei a inspetor-chefe de divisão na Guarda Civil, passando a capitão e promovido a coronel em 1984”, lembrou ele, ao Jornal do Brás. Sua formação foi na antiga Escola de Polícia da rua São Joaquim, acrescentou. “Naquele tempo a vontade de aprender era tão grande que durante o estágio a gente saía pelas ruas procurando ocorrência”.

O principio da Guarda Civil sempre foi a aproximação e o relacionamento humano, inspirando confiança, lembrou o coronel Jorge. “Com o tempo, a própria Polícia Militar passou a fazer o policiamento comunitário”

 

 

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Rádio patrulha no Brás

Na foto com a atual esposa Liliana Gonçalves, Daniel D´Atilio, vestido com a farda da antiga Guarda Civil de São Paulo com chapa numérica 3045, lembrou que entrou na corporação em 1956. “Foram quatro turmas naquele ano, E, F, G e H. Do trânsito, fui para o rádio patrulha, a minha paixão”. No Brás, Daniel atuou sete anos no Largo da Concórdia como rádio patrulha, lembrou ele, que organiza o almoço há 18 anos.

“Nosso povo na época da Guarda Civil de São Paulo, tinha a polícia que merecia. Hoje a polícia não merece uma parcela do povo que está vivendo aqui na nossa terra”

 

 

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O tenente Nascimento, também entusiasta organizador do almoço anual, entrou na Guarda Civil em 1º de outubro de 1952

 

 

 

 

 

 

 

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O primeiro tenente Francisco Cândido de Lima, de 92 anos, é o mais antigo Guarda Civil, (entrou em 1951), na foto com o filho Paulo Lima

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Guarda Civil disciplinada

Também presente, o ex-guarda civil Mario Ferreira Mendes, 82 anos e a esposa Lucilia Duarte, 86 anos. Mendes entrou na Guarda Civil em 3 de maio de 1954. E lembrou que o seu chefe na rua São Joaquim era um delegado de polícia. “Aquela Guarda Civil era pujante e disciplinada. Hoje as coisas mudaram. Os componentes têm outra mentalidade”. Mendes trabalhou em serviços burocráticos, como na seção de Controle de Multas, na rua São Paulo – Segunda Divisão de Trânsito. A mensagem que ele deixa aos atuais GCMs é a seguinte: “Tenham contato com o povo. Os tempos estão muito difíceis hoje”

 

 

 

 

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Laurentino Sala, que entrou na Guarda Civil dia 16/12/1951 e Vilma Figueiredo, esposa dele

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Major Lourival em vibrante discurso

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Acervo da antiga Guarda Civil na AOMESP

 

 

 

 

 
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