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EDIÇÃO 329 - 2ª quinzena de outubro/2017
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70 anos de Ufologia - Povo já pode conhecer casos reais de OVNIs PDF
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04-Out-2017


Eduardo Martellotta

 

Nos próximos anos, o contato com seres extraterrestres será realizado de forma oficial e aberto ao conhecimento de toda população mundial. É o que afirma Edison Boaventura Júnior, ufólogo, presidente do GUG – Grupo Ufológico de Guarujá e diretor de Pesquisa de Campo da BURN, em entrevista ao Jornal do Brás.

Nascido em Santos e criado no Guarujá, Edison explicou que vários países já estão fazendo a preparação da divulgação do fenômeno UFO. A França, segundo ele, foi o primeiro país a reconhecer a existência dos OVNIs, em 1974. Depois foram o Chile, Uruguai, Austrália, Brasil e Inglaterra, que começaram a liberar documentos. Os EUA liberaram mais de 20.000 páginas de documentação, mas muito antigas, de acordo com ele. A França liberou o Dossiê Cometa, completou Edison.

Operação Prato

Edison lembrou que a Força Aérea Brasileira teve atitude louvável ao colocar parte da documentação à disposição do público no Arquivo Nacional (COREG de Brasília). São pesquisas feitas pela Aeronáutica de 1952 até os dias atuais. “O que estranha é que eles colocaram coisas simples”, disse o ufólogo, como as filmagens feitas na famosa Operação Prato no Pará em 1977 pelo Primeiro Comando Aéreo do Pará, missão essa que durou vários meses com inúmeros registros fotográficos e também em Super 8 (vídeo). Eram luzes que atacavam as populações ribeirinhas. Através de um foco de luz, os OVNIs atingiam os peitos das mulheres e sugavam pequenas porções de sangue, e nos homens atingiam o pescoço. Ficou conhecido como fenômeno Chupa-Chupa. A Aeronáutica fez pesquisa porque as pessoas estavam apavoradas. O coronel da Aeronáutica Uyrangê Hollanda chefiou a pesquisa e chegou à conclusão que eram naves operadas por inteligências desconhecidas de extraterrestres.

Outro material liberado foram áudios da Noite Oficial dos OVNIs, ocorrida em 19 de maio de 1986, quando uma frota de mais de 20 OVNIs sobrevoou os Estados de SP, RJ e GO. Neles, há o diálogo dos controladores de tráfego aéreo do Cindacta com os pilotos dos caças da FAB que perseguiram os objetos. Estão disponíveis também no Arquivo Nacional – COREG.

Caso Varginha ficou conhecido no País

Na noite de 19 para 20 de janeiro de 1996 um OVNI foi abalroado e perdendo a altura, até que Eurico e Oralina de Freitas, casal de ruralistas, viram o objeto soltando fumaça. Algumas criaturas pularam por um buraco. Eram seres com 1,65 m de altura e o corpo escuro, olho vermelho, nariz pequeno, três dedos nas mãos e dois dedos nos pés.

Pela manhã, começaram a jogar pedra em uma das criaturas. Um caminhão do Exército levou o ser, que soltava um zumbido e viscosidade.

Em seguida, o Exército viu novas criaturas dentro de uma mata e as capturou.

À tarde, as jovens Liliane, Katia e Valquíria viram em um terreno baldio, outra criatura, agachada. A nova espécie foi capturada e levada para o hospital regional de Varginha no final da tarde.

Ao final, duas das criaturas foram entregues ao legista Badan Palhares na Unicamp em 23 de janeiro daquele ano, segundo Edison. “Palhares mentiu descaradamente. Foi um acobertamento tremendo”, lembrou o ufólogo, que esteve em Varginha na época acompanhando o caso. A NASA, por meio de um acordo, teria levado as criaturas para os EUA, segundo ele. O caso Varginha é envolto em ameaças, e o próprio Edison teve o telefone grampeado.

Edison era vice-presidente do INFA – Instituto Nacional de Investigação de Fenômenos Aeroespaciais e foi à Varginha junto do saudoso e também ufólogo Claudeir Covo, então presidente da entidade.

Área 51

De acordo com Edison, a famosa Área 51 nos EUA sempre existiu, e como estava indo muita gente para lá (turistas), criaram as Áreas 52 e 53. “A 51 virou um polo turístico e transferiram tudo de lá para os outros locais”. No passado, o local não era reconhecido pelo governo norte-americano. Ele abriga vestígios do caso Roswell de 1947 e várias naves acidentadas coletadas, lembrou Edison. “Através do processo de engenharia reversa, o governo reconstruiu discos voadores terrestres para utilização em guerra, como os aviões triangulares e drones”.

Ufologia Científica

Edison recebeu recentemente uma carta do filho de um ex-militar do Exército Brasileiro contendo supostos fragmentos de um OVNI que teria explodido em Ubatuba em 1957. O caso foi publicado na época na revista “O Cruzeiro”. “Pessoas teriam visto um objeto em forma de bacia descendo até encostar ao mar da Praia das Toninhas. Quando ia subir, explodiu e alguns fragmentos caíram na água e outros chegaram à terra”. Edison fez várias análises do material na USP que comprovam que os fragmentos são do caso, contendo 99,3% magnésio. Agora será feita análise estrutural desses fragmentos. “Caminhamos para a Ufologia Científica”, ressaltou ele.

São Vicente, 1995

O ufólogo Edison coleciona também no GUG a marca da sapata do pouso de um disco voador ocorrido em agosto de 1995 na Ilha do Major em São Vicente. “Fui um dos primeiros a chegar ao local”, lembrou. Segundo ele, dois pescadores foram recolher rede à noite quando apareceu um OVNI jogando foco de luz em cima deles, parando o motor do barco. O objeto com pezinhos e muito luminoso, foi se afastando, até pousar na Ilha do Major. Os pescadores ficaram com irritação nos olhos, disfunção no organismo, diarreia e vômitos. No dia seguinte, voltaram ao local com Edison e notaram uma marca circular de 5,5 metros de diâmetro e o mato calcinado. Em 2015, o pesquisador voltou ao local e percebeu que não cresceu mato lá desde o evento ufológico.

Preparação da divulgação

Finalizando a entrevista, Edison Boaventura Jr disse que os ufólogos fazem o papel de preparação da população. E que há sinais de que não irá demorar muito para ocorrer a revelação da existência de vida em outros planetas. “Os militares de vários países estão liberando os documentos para não chocar tanto”.

Para ele, os religiosos irão se chocar mais. “Muitas religiões explicam que estamos sozinhos no Universo. Com a revelação, isso vai entrar em choque com as concepções religiosas”. A Igreja Católica, completou Edison, é a mais avançada e tem até um órgão específico que pesquisa OVNIs. “Teremos que conviver num futuro próximo com esses seres de outros orbes. Faz parte de uma Interação Cósmica, inevitável”.

Mais casos no Portal BURN – www.portalburn.com.br

Arquivo Nacional/SIAN - http://sian.an.gov.br/sianex/consulta/login.asp

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Edison Boaventura Jr tem vários documentos da FAB sobre aparições de OVNIs. Em destaque, um sobre a famosa Operação Prato

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Durante a Operação Prato em 1977, a FAB apurou que ETs sugavam por meio de luz pequenas porções de sangue da população ribeirinha

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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São Bernardo do Campo - 2/9/2016 - OVNI fotografado por Edison durante o almoço, considerado autêntico por grupos brasileiros, norte-americanos e portugueses. Além dele, outras 23 testemunhas viram o mesmo objeto, em dias anteriores. O objeto, polido, estava indo na direção de Santo André, fez um L e subiu numa velocidade tremenda. “A Aeronáutica veio atrás de mim por causa da foto e considerou ela impressionante”, lembrou o ufólogo

 

 

 

 

 

 

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Fotos e relatórios da Central de Investigação de Objetos Aéreos Não-Identificados (CIOANI)

 

 

 

 
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