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Seminário discute futuro dos trilhos no País PDF
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04-Out-2017


Eduardo Martellotta

Buscando promover discussões de ações e políticas que fomentem a modernização e expansão, a 23ª Semana de Tecnologia Metroferroviária foi realizada de 19 a 22 de setembro últimos pela AEAMESP – Associação de Engenheiros e Arquitetos de Metrô e METROFERR no Campus Paraíso da UNIP, à rua Vergueiro, 1.211.

Presente no evento, José Carlos Medaglia Filho, diretor-presidente da EPL - Empresa de Planejamento e Logística, disse: “O sistema ferroviário pode ser a resposta que todos nós procuramos para os problemas de densidade e necessidade de mobilidade urbana e regional. Se tivermos capacidade de executar o prometido Plano Nacional de Logística de Transporte, que envolve todas as modalidades, vamos ter o sistema mais evoluído”. Veja outros destaques:

 

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Diminuição dos gargalos

O presidente da AEAMESP, Pedro Machado, disse: “O atual momento exige mais ofertas de soluções de logística de transporte. Começamos a nos encontrar com os gargalos dentro do setor (construção, recuperação e ampliação da malha) e isso faz com que todos nós desejemos mais investimentos, de forma adequada”. Ele lembrou que o Estado de SP a partir da década de 60, adotou um plano rodoviário constante, com um incremento novo a partir das concessões na década de 90. “19 das 20 melhores rodovias estão no Estado de SP. É preciso que a gente tenha isso nas ferrovias, dando o desenvolvimento que o Estado merece”.

 

 

 

 

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Abandono no resto do País

Também presente, Jean Pejo, secretário geral da ALAF – Associação Latino-Americana de Ferrovias abordou o tema "Soluções para short lines, direito de passagem tráfego mútuo, interoperabilidade e transporte de passageiros de longo percurso". Segundo ele, dos 30.000 km de ferrovias existentes no Brasil, apenas 10.000 km são utilizados, o resto está abandonado. O cenário em vários locais como Manaus, Ceará, Bahia, Belo Horizonte e Porto Alegre é esse: mato crescido, estações invadidas e depredação. Pejo também falou sobre as short lines (linhas curtas regionais, como a Linha Vermelha do Metrô, superlotada nos horários de pico): “Elas alavancam os negócios na região, recuperam o entorno e trazem melhorias, como a ocupação imobiliária”.

 

 

 

 

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O secretário de Logística e Transportes de SP, Laurence Casagrande Lourenço foi o coordenador da sessão “Perspectivas do setor ferroviário”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Alemanha, a melhor logística

Gustavo Gardini, diretor de Desenvolvimento de Negócios da DBI - Deutsche Bahn International abordou o tema “Plataformas logísticas e intermodalidade: como ampliar o transporte de contêineres”.

Ele informou que a Alemanha tem a logística de transporte mais eficiente do mundo, estando na primeira colocação. O Brasil está em 55º lugar, mas nos últimos 10 anos, o País avançou 10 posições.

A DBI, empresa federal de trem da Alemanha, tem um sistema de transporte de carga e passageiros integrado para todos os modais de transporte, explicou Gustavo. O sucesso da Alemanha se deve a um compromisso integrado e decisão política federal (os projetos são realizados pelo Executivo) e a um plano de longo prazo focado, completou. “As pessoas saem de sua casa, pegam o VLT, entram no Metrô e depois pegam um ônibus”. Só no setor ferroviário há mais de 400 operadoras de ferrovia - carga e passageiros, explicou ele.

O Ferroanel de Berlim, de acordo com Gustavo, está inspirando o Governo de São Paulo a construir um em cada extremidade na Capital para que o trem de carga de Santos não precise mais passar pelo Centro de São Paulo.

 

 

 

 

 

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Hackers preocupam Metrô

Thomas Aquino da empresa Thales dissertou palestra sobre “Ciber-Segurança e os Sistemas Metroferroviários”. De acordo com ele, os ataques de hackers ocorrem fora do Brasil. Em 2016, 60% das empresas sofreram uma tentativa de ataque e isso não é diferente no sistema Metroferroviário. Desses ataques, 30% deles têm origem na China e 80% têm como destino os EUA, informou.

“Os hackers podem chegar a um Centro de Controle de Operações Metroferroviário – CCO”, disse Thomas, lembrando que em 2012 hackers clonaram crachás de um operador ferroviário, e em 2015 hackers com acesso a password (senha), entraram em 200 posições de operação do metrô no Oriente Médio. No Brasil ainda não houve ciber-ataques a companhias de metrô ou trem, mas ambas estão suscetíveis.

Thomas explicou na palestra que os ataques pelos hackers ocorrem devido ao acesso via internet pelo passageiro às informações metroferroviárias e ao Wi-Fi. Os ingleses são os mais preocupados, seguidos dos espanhóis. A proteção existe, segundo ele e passa por investimento. O Metrô de São Paulo está se prevenindo e já aplicou proteção no seu sistema de sinalização CBTC (Communications-Based Train Control), finalizou.

 

 

 

 

 

 
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