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Crises financeiras x Crises emocionais PDF
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FracoBom 
18-Ago-2017
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Alzira Jorri de Tomei

 

Crise é uma palavra contemporânea, que passa por todos os lugares: TV, congressos acadêmicos, bares, bate-papo entre amigos, em família, entre desempregados, ou entre empreendedores de sucesso.  Pessoas empregadas reclamam da crise quando vão ao supermercado e se foram desligados, é porque não conseguem se recolocar, ficam inseguros e infelizes. Periodicamente, a crise muda de intensidade, causando danos muitas vezes irreversíveis à saúde mental dos brasileiros.  O distanciamento social, proveniente da baixa autoestima por não se poder ter o mesmo padrão de vida e sustentar as necessidades financeiras desenvolvem problemas psicológicos como aumento de ansiedade, sintomas de depressão e/ou estresse, que podem caminhar para o uso de álcool ou outras drogas lícitas ou ilícitas, chegando ao suicídio.

Sintomas como esses estão presentes de forma acentuada hoje, mas não podem ser atribuídos apenas à crise, pois dependem de estrutura psicológica individual. As crenças pessoais, quando negativas, tendem a ter recidiva de depressão e de sintomas de ansiedade, conforme a instabilidade do ambiente em que se vive. Quando se perde a perspectiva de futuro, aliada à incapacidade de uma retomada do passado, entra-se num eixo crucial, sobre o qual estatísticas justificam as lotações em institutos de psiquiatria e consultórios de psicologia, com acentuada participação do corpo de especialistas em Psicopedagogia.

Como pendurados em cabides, sem chão, o homem fica pendurado no ar, em busca de apoio, que são as relações pessoais mais próximas. As crises financeiras são especialmente graves, porque acometem igualmente, e ao mesmo tempo, as demais pessoas que poderiam servir como pontos de apoio. Nessa situação, perde-se a identidade profissional e pessoal, trazendo riscos iminentes. Esse psiquismo contamina, levando uma reação em cadeia, onde os grupos acabam se esquecendo do período em que viveram bem. Por outro lado, muitos consumidores que se deixam levar por demasiadas notícias negativas, passam a ficar estagnados diante da necessidade de consumo.

A decorrente instabilidade emocional, para muitos, decorre do fato de não ser possível conseguir manter um estilo próprio, modificando totalmente um panorama psicológico. Nas grandes crises sociais, deve-se lembrar das próprias características pessoais, pois as crises passam, havendo sempre uma nova forma de vida; nos momentos das grandes agitações e turbulências, sugere-se manter a calma, para se pensar melhor. A paciência pode remeter a melhores condutas. As crises todas, parecem não ter saída quando estão na fase inicial. O momento parece não ter saída, mas o psiquismo criativo vai se adaptando às mudanças, e o senso de sobrevivência vence, quando se dá abertura a novas propostas de empreendedorismo. Assim vão aparecendo soluções para os problemas e impasses. Gradualmente a sociedade vai estabelecendo os acordos que permitem a reconstrução da vida e de seus cidadãos. Para isso não se pode cair no desespero do imediatismo.

As crises, mesmo dolorosas, permitem renovação pessoal e para a sociedade e a adversidade deve ser encarada como um grande motor de mudança.Passar por dificuldades constrói novas estruturas internas. Alimentação equilibrada, sono adequado e atividade física não devem ser deixados de lado nesses momentos de inquietude a apreensão. Levar a situação para o lado realista e menos trágico, pode também ser atenuante durante esses conflitos. Planejamento e adequação financeira pode colaborar com o fortalecimento dessa fase, observando, como um dos passos de resolução é o de resolver o problema que foi a causa de um suposto endividamento.   Adequar o padrão de vida à realidade é muito difícil, mas cortas gastos para ganhar fôlego é uma excelente opção. Livrar-se imediatamente da alta dos juros traz saúde financeira à resolução dos problemas; a vida só ensina quem de fato quer aprender.

Pesquisas constatam que 25% dos gastos são com supérfluos, uma vez cortados, não se sente falta. Diagnosticar a vida financeira, relacionar o que se gasta e poder cortar até cafezinhos e gorjetas não é assim tão sacrificante, desta forma, pode-se ver uma realidade diferente do que se imagina, desde que essas anotações não sejam vistas de forma fanática. Embora o momento esteja apresentando pesadelos, é necessário sonhar, para que novos objetivos sejam traçados e alcançados. O trabalho familiar, quando se reúnem os componentes para que sejam determinados alvos a curto, médio e longo prazo, pode ser um fator crucial para o resultado ser alcançado. Não adianta um membro apenas se esforçar, todos devem “falar a mesma língua”.

Para os poucos que ainda podem e querem investir, existem opções de aplicação em ativos financeiros, procurando-se variar o investimento, de acordo com o tempo que utilizará o dinheiro. Quanto maior o retorno estimado pelo tipo de aplicação que se escolhe, maior será o risco, por isso é preciso cautela.

Profª Espª Alzira Jorri de Tomei, brasense. Formação em Letras, Direito, Psicopedagogia.

 

 

 

 

 
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