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Visconde de Parnaíba, fundador da Hospedaria PDF
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04-Ago-2017


Eduardo Martellotta

 

A rua Visconde de Parnaíba homenageia Antônio de Queirós Teles, proprietário rural e político brasileiro. Ele foi o segundo barão e visconde com grandeza e primeiro e único conde de Parnaíba. Nasceu em Jundiaí16 de agosto de 1831.

Oitavo filho do barão de Jundiaí e de Ana Leduína de Morais e irmão do barão do Japi, Joaquim Benedito de Queirós Teles e da segunda baronesa de Jundiaí, Ana Joaquina do Prado Fonseca, ele casou-se em 13 de junho de 1854 em Itu com Rita M'Boi Tibiriçá Piratininga (Itu, 28 de abril de 1841 - São Paulo, 26 de fevereiro de 1901), filha de João Tibiriçá Piratininga e Maria Antonia Camargo, sendo tia de Jorge Tibiriçá Piratininga. Com ela teve cinco filhos, dentre os quais o engenheiro Antônio de Queirós Teles Júnior.

Antônio Teles, o Visconde de Parnaíba, formou-se pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, onde matriculou-se em 1850, havendo se formado em 1854, tendo iniciado a carreira de advogado em Itu. Em 1855 iniciou na sua carreira de político, tendo sido eleito à assembleia provincial por três biênios, de 1856 a 1861. Ocupou a presidência de Itu. Seu mais alto cargo foi o de presidente da Província de São Paulo, de 26 de abril a 16 de julho de 1886 e de 26 de julho de 1886 a 19 de novembro de 1887.

Hospedaria dos Imigrantes inaugurada por ele

Sempre preocupado e interessado no tema da imigração e colonização do interior da província, o Visconde de Parnaíba construiu a Hospedaria de Imigrantes, sob sua presidência, e a inaugurou em 1887, em execução da Lei nº 56, de 21 de março de 1885, destinada a receber os imigrantes procedentes do estrangeiro ou de outros Estados da União. Foi também presidente da Companhia de Estradas de Ferro Mogiana de 1873 a 1886. Em 1887 tomou parte da reunião dos lavradores paulistas para estabelecerem prazo pra a libertação dos escravos.

Seus títulos nobiliárquicos recordam a chegada do caminho de ferro da Mogiana às cercanias do Rio Parnaíba, cidade de Santana de Parnaíba, São Paulo. Era Comendador da Ordem da Rosa. O título de Barão foi-lhe concedido em 31 de dezembro de 1880 tendo sido elevado a Visconde, com Grandeza, em 7 de maio de 1887 e a Conde em 3 de dezembro de 1887 (D. Pedro II). Faleceu em Campinas dia 6 de maio de 1888, em virtude da febre amarela, contraída no Rio de Janeiro, onde havia ido acompanhar um filho que seguia para a Europa. Foi sepultado em Itu.

 

Interrupções pela linha do trem

O logradouro foi oficializado através do Ato nº 972, de 24 de agosto de 1916. O nome foi alterado pelo Decreto 15.635, de 17 de janeiro de 1979. Seu início se dá no Parque D. Pedro (esquina da rua da Figueira), paralela que é com a av. Alcântara Machado, e no número 1.211 (cruzamento da Palmorino Mônaco e Domingos Paiva), é interrompida pela linha do trem, continuando do outro lado, onde está a Hospedaria dos Imigrantes até a estação Bresser-Mooca do Metrô, onde as linhas do trem e do metrô mais uma vez separam a rua, prosseguindo após o viaduto Bresser. O término da Visconde de Parnaíba é no Belém (cruzamento com rua Passos), com sequência como rua Conselheiro Cotegipe.

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A escadaria da antiga passarela, hoje desativada. Há projetos de reativação pela CPTM

 

 

 

 

 

 

 

 

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O início da rua Visconde de Parnaíba na esquina com a rua da Figueira

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A primeira interrupção do logradouro no Brás, esquina com a Domingos Paiva, onde está a linha do trem, continuando à frente, no Museu da Imigração

 

 

 

 

 

 

 

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No Belém é o final da Visconde de Parnaíba, esquina com rua Passos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Sede da Congregação Cristã no Brasil no Brás, fundada em 7 de abril de 1954 na Visconde de Parnaíba, 1.616

 

 

 

 

 
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