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EDIÇÃO 332 - 30/11 a 15/12/2017
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 Equipe Jornal do Brás

 
Brás, a um passo do II Centenário PDF
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07-Jun-2017

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Então estagnado como São Paulo, que adormeceu no tempo durante 300 anos, o bairro do Brás acionou suas primeiras engrenagens no final do século 19 com a parceria dos imigrantes europeus.

Já bem antes de sua fundação em 8 de junho de 1818 pela Carta Régia de D. João VI, o bairro vivia de chácaras e empórios. Entre os plantadores de verduras do lugarejo sem nome, figurava um devoto de Bom Jesus de Matozinhos, de nome José Brás, que iniciou a construção da capela ao Santo, defronte a hoje Igreja Bom Jesus do Brás como assim se transformou.

E o bairro floresceu, vieram novos imigrantes, italianos, espanhóis e portugueses. Depois árabes e japoneses e, mais ultimamente coreanos e bolivianos.

 

Pujança Empresarial

Hoje o Brás agrega cerca de 9.000 empresas onde trabalham 100.000 pessoas, com um PIB invejável de R$ 10 bilhões por ano.

 

Novos moradores

Sobre ser alvissareiro em seu contexto comercial, atendendo 500.000 pessoas por dia no denominado Turismo de Compras, o bairro Brás está fortalecendo o senso de moradores, agora com 29 mil pessoas (Censo 2010), em residências verticais, a grande opção das construtoras.

 

Bairro da Fé

Milhões de pessoas conhecem o Brás pela excelência de suas festas religiosas, como a Igreja São Vito Mártir, Casaluce, Bom Jesus do Brás, São Pedro, São João, Santo Antônio e Santa Rita, além de San Gennaro e Nossa Senhora dos Ferroviários ambas na divisa com a Mooca.

Não bastasse todas essas igrejas, o bairro recebeu ao longo dos anos a participação de centenas de outros templos, das mais variadas religiões, tornando-se assim, indiscutivelmente, o Bairro da Fé, em particular com o Majestoso Templo de Salomão no coração do bairro entre a av. Celso Garcia, João Boemer e Julio Cesar da Silva, além da Igreja Ortodoxa existente na rua Bresser.

 

II Centenário

Dia 11 de junho, o Brás estará comemorando 199 anos de história, em seu Pré-II Centenário. Cada história é narrada por cada um de seus antigos moradores, que viveram o esplendor do bairro em décadas inesquecíveis.

A festa, a exemplo do ano passado, será no Largo do Brás, com Passeio Ciclístico, saída e chegada defronte a Igreja Bom Jesus, onde um retumbante show se estenderá até as 19 horas.

 

Colaboradores

Organizada pelo Jornal do Brás desde 1990, a Festa Brás 199 Anos conta com apoio do Bradesco Matriz, Crifér Laminados de Ferro e Aço, Lorenzetti, Hospital Santa Virgínia, Feirinha da Concórdia e Alex Pães.

Quem puder colaborar: 2692-6694/ 2692-0081 – Jornal do Brás.

 

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Rua Caetano Pinto em 1959

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Antigo Cine Roxy na av. Celso Garcia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Teatro Colombo ficava no Largo da Concórdia

 

 

 

 

 

 

 

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Ciclovias entravam o progresso

Agora com promessa de reavaliação pelo secretário municipal de Transportes, as malfadadas ciclofaixas implantadas na região Brás/Pari, é o maior obstáculo em todo o bairro.

A foto mostra o leito da rua Silva Teles, esquina com a rua Paulo Andriguetti no Pari, onde a ciclovia é uma aberração do então prefeito Fernando Haddad. Dali pra frente, voltamos a focalizar as farmácias onde não se pode estacionar, a exemplo da Sinete na rua Bresser esquina da 21 de Abril.

Foi uma desnecessidade, uma excrescência, um erro gritante, mesmo porque não há ciclismo na região toda, a menos que se faça uma nova campanha junto aos ciclistas da cidade para passear no Brás.

 

 

 

 

ImagePoluição massacra o Bairro

São tantos os problemas do Brás, cujo descaso das autoridades acabou gerando um caos total em todos os setores.

Não existe área verde, sufocando os turistas de compras, moradores e os próprios comerciantes. A Prefeitura quer plantar árvores mas enfrenta rejeições. Além do percentual zero de área verde, os milhares de ônibus a diesel asfixiam as pessoas na região. Defronte às escolas, as peruas Vans a diesel ficam com o motor ligado afetando gravemente as crianças na entrada e saída das aulas.

Impacto Ambiental

O progresso é bom quando feito com esmero, com respeito à saúde do povo.

Mas no Brás, não há essa atenção, nem fiscalização, nem impedimentos. Grandes prédios invadem o subsolo da região, impedindo a vazão da água pluvial, numa ganância desenfreada, afrontando o Meio Ambiente e as leis que deveriam disciplinar as descabidas e exageradas construções.

Prefeitura Brás/Pari

Pleiteada pelo Jornal do Brás em 1990 junto à prefeita Luiza Erundina, a já aprovada (em primeira votação) Prefeitura Regional Brás/Pari continua engavetada, aguardando apenas o Bom Senso do prefeito João Doria. Toda documentação está no gabinete do vereador Adilson Amadeu.

 

 

 

 

 

 

 
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