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 Equipe Jornal do Brás

 
São Paulo, 463 Anos PDF
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19-Jan-2017
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Antão Ouriques de Farias

Nesta grande São Paulo, estão as mãos dos primeiros jesuítas. A 25 de janeiro de 1554, os jesuítas fundaram o colégio hoje Pátio do Colégio. José de Anchieta ergueu um barracão. Ali celebrou a 1ª missa no alto da colina de Piratininga, entre os Rios Anhangabaú e Tamanduateí. Ali habitava uma tribo de índios catequizada ao Cristianismo.

Então ali no Planalto de Piratininga se deu origem à cidade de São Paulo, hoje maior marco da história do Brasil e maior cidade da América do Sul.

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O advento da história do bairro do Brás

O bairro do Brás é situado na região central de São Paulo. Nasceu como uma região de chácara.
A origem do nome está ligada a um português chamado José Brás, proprietário de uma chácara na região onde foi construída a Capela Bom Jesus de Matosinhos. Portanto, vamos conhecer um pouco mais da história do bairro que compõe a capital de São Paulo, onde a imigração europeia e asiática está mais presente no amanhecer da história de São Paulo.
O bairro do Brás é do início do século XVIII quando foi erguida a Capela Bom Jesus de Matosinhos de José Brás, que ficava na margem de uma estrada que levava ao bairro da Penha, conhecida como Caminho do José Brás, hoje chamada avenida Rangel Pestana, onde residiam famílias ricas da época, como o engenheiro Carlos Bresser e a chácara do Ferrão, que pertencia a Marquesa de Santos.

O Brás tem sua fundação oficial na Carta Régia do então rei D. João VI, datada de 8 de junho de 1818. 
O desenvolvimento do bairro foi lento até que veio a cultura do café, com ela a chegada dos imigrantes na Hospedaria dos Imigrantes, no centro do Brás. 
Assim que os imigrantes desembarcavam em Santos eram encaminhados de trem até o Brás, de onde partiam para as lavouras de café no interior do Estado. Mas muitos imigrantes preferiam ficar na Capital, o que transformou o bairro em um local onde a influência italiana predominou, embora houvesse a presença de imigrantes espanhóis que também vieram ao Brasil para trabalhar nas lavouras de café. A partir desse momento, as fábricas juntaram-se ao café e trouxeram um grande desenvolvimento ao bairro. Com isso, os italianos começaram a montar suas pequenas fábricas. Então o progresso chegou depressa ao bairro, em meados da década de 1940, devido a uma grande seca que atingiu diversos Estados do Nordeste. Muitos nordestinos migraram para São Paulo, em especial no Brás. Enquanto que a presença dos italianos ia diminuindo com o passar do tempo, o Brás foi dando lugar ao comércio nordestino. A partir de 1970, o Brás desenvolveu comercialmente e industrialmente, em especial na indústria de vestuário, no ramo têxtil, além de outros ramos variados: tecidos e aviamentos que fazem parte do vestuário.

O Brás atualmente é o maior bairro comercial da América Latina, onde está o grande Jornal do Brás que tem à frente o baluarte diretor-presidente jornalista Milton George.

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A Força da Industrialização

Não podemos esquecer do Conde Francisco Matarazzo, nascido no sul da Itália, em 9 de março de 1854. Seu temperamento inquieto e visionário o trouxe ao Brasil, com o sonho de enriquecer. Aqui chegou em 1881, com a carga de banha que trazia para negociar. Mas, afundou num navio. Matarazzo pediu ajuda a um amigo italiano que morava em Sorocaba. Meses depois, já era dono de uma mercearia e transferiu-se para a capital paulista, construiu um moinho para fabricação de farinha de trigo e inaugurou o parque industrial da Água Branca.

Com os seus negócios em progresso, foi o pioneiro e maior industrial do Brasil na época. O grande império, chamado IRFM – Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo, era a quarta maior renda bruta do Brasil. Dirigiu um conglomerado de diversas empresas, com um total de 15.000 funcionários, chegando ao trabalho às sete horas da manhã e retornando a casa somente à noite.

Avesso a ostentações, foi considerado o símbolo da elite paulista e o grande empreendedor deste século. O título de conde lhe foi conferido pela ajuda que prestou ao seu país de origem durante a Primeira Guerra Mundial, quando providenciou o abastecimento das cidades mais atingidas. Matarazzo vivia numa bela mansão na nobre avenida Paulista, faleceu aos 83 anos em 10 de dezembro de 1937.   


Antão Ouriques de Farias é escritor, historiador e pesquisador. 

 

 
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