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EDIÇÃO 380 - 1ª quinzena de fevereiro/2020
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Jornal do Belém Ed 1 - 20/01/2020
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Muçulmanos exaltam Invenções em Bienal PDF
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06-Set-2016


Eduardo Martellotta

 

A 24ª Bienal Internacional do Livro, de 26 de agosto a 4 de setembro no Pavilhão de Exposições do Anhembi, não se resumiu apenas a stands de livros e revistas.

A Fambras – Federação das Associações Muçulmanas do Brasil, entidade que participa pela quinta vez do evento, trouxe uma interessante exposição, intitulada “Invenções que mudaram o mundo – As Criações de Grandes Muçulmanos”, exibindo cinco invenções: o Astrolábio (Mariam Al-Ljliya), a Câmera Escura (Ibn Al-Haytham), o primeiro Voo controlado da história, Medicina (Ibn Sina/Avicena) e Navegação (Zheng He).

“Essa iniciativa é muito importante, para que a informação correta e pacífica sobre a religião chegue a todos os brasileiros e sejam desmistificadas muitas informações errôneas, por parte de pessoas que tenham atitudes que não vão ao encontro do que a religião prega” – disse Imani Zoghbi da Fambras.

Mensagem de Paz

A federação, localizada no Jabaquara, tem como atividade a distribuição gratuita de livros em ações nas ruas, praças públicas, eventos e no seu site – www.fambras.org.br. Mais informações pelo fone 5035-0820.

Imani ressaltou que os brasileiros têm curiosidade sobre a religião Islâmica e muitas vezes ficam surpresos com o que ouvem. “A ideia que o Brasil tem do Islamismo é muito pautada pelo que aparece na grande mídia, que não consegue esclarecer quais são as bases da religião. Esses tristes incidentes (terrorismo) estão envolvidos com pessoas mal intencionadas e que se autointitulam ‘religiosas’” – explicou ela.

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Muitas surpresas. Um largo sucesso realçou a Bienal do Livro. Na foto, a muçulmana Imani Zoghbi exibe o Astrolábio do século X, entre outras invenções

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O muçulmano almirante Zheng He comandou a marinha chinesa durante a dinastia Ming no século XV

 

 

 

 

 

 

 

 

Nordestinos trazem milenar Cordel

Outro stand interessante na Bienal foi o Espaço Cordel e Repente. Crispiniano Neto da Câmara Cearense do Livro – CCL disse ao Jornal do Brás que muita coisa da literatura brasileira tem origem no cordel, como a música, teatro, cinema e as artes plásticas e visuais.

Segundo ele, o cordel surgiu há milênios em Portugal, Espanha, Inglaterra e Alemanha, e apareceu aqui por meio das caravelas. “No Nordeste, ganhou um formato específico dos folhetos com uma poética definida de rima, métrica, oração, ritmo e melodia”. Quem iniciou este formato gráfico no Brasil, disse Crispiniano, foi Leandro Gomes de Barros que em 1905 publicou o primeiro folheto. Leandro chegou a imprimir mil livretos de diferentes tamanhos e temas e montou uma pequena indústria gráfica.

 

Cordelivro

Hoje com as redes sociais e as impressoras domésticas, a literatura de cordel voltou a ter força, acrescentou Crispiniano. Agora surge uma nova modalidade, o “Cordelivro”, texto de cordel em formato de livro, com ilustração de qualidade para encantar crianças. A editora IMEPH lidera o mercado. Nos últimos três anos, a IMEPH lançou mais de 150 títulos, dos quais 100 só com texto de cordel.

Na Bienal, com apoio da Câmara Cearense do Livro e Câmara Brasileira do Livro – CBL, foi instalada uma carreta trazendo cerca de 60 cordelistas, músicos e ilustradores.

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Cordelista famoso de Fortaleza, Rouxinol do Rinaré, disse na Bienal que tem mais de 80 títulos publicados em formato de folheto e 20 livros, alguns por editoras de São Paulo, como a Nova Alexandria, onde adaptou “O Alienista” de Machado de Assis para uma coleção chamada “Clássicos em Cordel”, organizada pelo poeta Marco Haurélio que está escrevendo textos para a novela Velho Chico. Contatos com ele pelo e-mail Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email

 

 

 

 

 

 

 

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O poeta Paulo de Tarso de Tauá, também no Ceará, participa pela primeira vez da Bienal Internacional do Livro, na foto declamando cordel para brasileiros e estrangeiros presentes. “Tenho mais de 80 cordéis publicados e uma sequência de 13 cordéis sobre Luiz Gonzaga, o maior divulgador do Nordeste, além de dois CDs de Recital de Poesia”. Contatos com ele pelo Facebook - Paulo de Tarso Bezerra Gomes ou na Web Rádio Confiança – O Nordeste em boas Mãos – www.paulodetarsoopoetadetaua.com.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Outros flashes da Bienal do Livro

 

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Maria Izabel da recém-lançada Editora Conquista do Rio de Janeiro com o jornalista e palestrante Tony Di Terlizzi, autor de “Quem Roubou o meu Lugar?” que prepara seu novo trabalho infanto-juvenil, “Pula Pytú”, pela Editora Uirapuru

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Espaço Mauricio de Sousa fez sucesso com a criançada na Bienal do Livro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Stand do Banco Itaú

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Milhares de livros foram vendidos no evento, como estes que contam a história do Fusca

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Livraria Loyola

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Truco mesmo!!

A Copag também marcou presença com diversos tipos de baralho

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Jaqueline Beloto, autora de “Entre Olhares” da Madras Editora

 

 

 

 
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