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São Paulo se agiganta aos 462 anos PDF
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20-Jan-2016


Cidade mais populosa da América terá o sexto maior PIB do mundo em 2025

 

Eduardo Martellotta

 

"Vambora, vambora / Olha a hora, vambora". Esse refrão é da música “Tema de São Paulo – Sinfonia Paulistana”, de Billy Blanco, que retrata muito bem a correria e a vida frenética dos paulistanos e daqueles que adotaram a grande metrópole sua opção de vida, imigrantes e migrantes de vários Estados do Brasil.

Perto de completar 462 anos dia 25 de janeiro, São Paulo é hoje a cidade mais populosa da América, com 11.967.825 habitantes (estimativa IBGE – 2015) numa área de 1 522, 986 km². É também o município mais rico do País, tendo PIB de R$ 570.706.192 mil (IBGE – 2013). Segundo projeção da PricewaterhouseCoopers - PwC, São Paulo terá o sexto maior PIB do mundo em 2025.

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Início no Pátio do Colégio

A história de São Paulo de Piratininga começa em 25 de janeiro de 1554, com a construção de um colégio jesuíta por doze padres, entre eles Manuel da Nóbrega e José de Anchieta, no alto de uma colina escarpada, entre os rios Anhangabaú e Tamanduateí. O Pateo do Collegio, cuja primeira instalação era uma cabana de pau a pique de cerca de 90 m², dois anos depois transformada em taipa de pilão, tinha, por finalidade, catequizar os índios que viviam na região do Planalto de Piratininga, separados do litoral pela Serra do Mar, chamada pelos índios de "Serra de Paranapiacaba".

O nome São Paulo foi escolhido porque o dia da fundação do colégio foi 25 de janeiro, mesmo dia no qual a Igreja Católica celebra a conversão do Apóstolo Paulo de Tarso.

O povoamento da região do Pátio do Colégio se iniciou em 1560. Em 1640, ocorre a expulsão dos jesuítas pelos bandeirantes, por defenderem os índios, e o local, seriamente danificado, é totalmente reconstruído em 1653 com a volta dos jesuítas, negociada pelo bandeirante Fernão Dias Paes Leme.

 

Estagnação de 300 anos

O Brás já estava fincado em imensa copa verdejante na mesma época em que surgiu a Mooca, em 1556, embora a transformação do Brás em freguesia tenha acontecido 262 anos depois, com o decreto do Rei D. João VI em 8 de junho de 1818.

Ocorre que somente em 11 de julho de 1711, a Vila de São Paulo foi elevada à categoria de cidade. A cidade ficou cerca de 300 anos estagnada, como uma vila pobre e isolada do centro de gravidade da colônia, o litoral, e se mantinha por meio de lavouras de subsistência. Esse isolamento de São Paulo se dava principalmente porque era dificílimo subir a Serra do Mar a pé da Vila de Santos ou da Vila de São Vicente para o Planalto de Piratininga. Com a descoberta do ouro pelos bandeirantes em Minas Gerais, por volta de 1700, as atenções foram voltadas para São Paulo.

A origem do bairro do Brás se deu em 1769, quando o chacareiro português José Brás construiu a Capela Bom Jesus de Matosinhos, na atual av. Rangel Pestana.

 

Ciclo do café e vinda dos imigrantes

Outro fator do crescimento de São Paulo foi a expansão da produção do café, inicialmente na região do Vale do Paraíba. A partir de 1867, São Paulo passa a beneficiar-se da ferrovia São Paulo Railway – SPR, ligando Santos a Jundiaí, em trecho de 159 km.

Surgem, no final do século XIX, várias outras ferrovias que ligam o interior do Estado à capital, São Paulo, como a Estrada de Ferro Sorocabana, a Cia Paulista de Estradas de Ferro, a Cia Mogiana de Estradas de Ferro e outras.

A partir de 1887, com a fundação da Hospedaria dos Imigrantes no bairro do Brás, a província começou a receber uma grande quantidade de imigrantes, em sua maioria italianos, espanhóis, portugueses, japoneses, libaneses, árabes e alemães, que chegavam de navio no Porto de Santos, sendo encaminhados para a Hospedaria, dos quais muitos se fixaram na capital e outros nas fazendas do interior, e as primeiras indústrias começaram a se instalar.

A população do município de São Paulo, que em 1872, era de 31.385 habitantes, saltou para 239.820 em 1900. Em 1940, a população já estava em 1.326.261 (Fonte: História Demográfica do Município de São Paulo – Prefeitura).

 

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Parabéns São Paulo, a cidade que não para de crescer

 

 

 

 

 

 

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Chegada da Maria Fumaça na Hospedaria dos Imigrantes em 1908 

 

 

 

 

 

 

 

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Um panorama do Brás em 1914

 

 

 

 

 

 

 

 
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