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Jamelão PDF
Classificação: / 1
FracoBom 
11-Fev-2009
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Joaquim Cavalcanti de Oliveira Lima Neto

 

Nos anos cinquenta, anos dourados, e sessenta na Vila Buarque, ficava a Boca do Luxo, atual Lixo, onde se encontravam as melhores boates de garotas de programa de São Paulo, como o Michel da Bia Coutinho dama da alta sociedade paulistana, Dakar La Vie Rose, Holiday e outras, local onde vibravam os melhores cantores do Brasil, a exemplo da inconfundível Isaurinha Garcia e o excepcional Jamelão, entre outros magos da voz.

O extraordinário escritor e cronista Carlos Heitor Cony, da Academia Brasileira de Letras com ligações com a cidade de Lins, Capital Mundial do Café, onde meu pai conheceu minha mãe cantando fados no clube da cidade, e formaram um casal de almas gêmeas.

Minha avó materna que tinha sido dona de escravos, possuía duas fazendas em Guaíçara, próxima a Lins, era amiga de Dona Veridiana Prado, importantíssima dama do Segundo Império do Brasil.

Carlos Heitor fez duas lindas crônicas sobre José Bispo, o Jamelão.

Ele contou que outra crônica foi plagiada pelo escritor Paulo Coelho que vendeu milhões de livros no Mundo, para tentar ser cronista de um jornal do Nordeste, e por outras pessoas.

Falou que ficou feliz com os plágios até uma honra demonstrando sua extraordinária bondade.

Permita que eu o chame de Carlos, é mais íntimo, queria muito conhecê-lo. Estou numa luta cruel com a mídia para publicar meus livros. Recentemente publiquei um livro de crônicas no Rio de Janeiro embora more em São Paulo, só sobre mulheres com as quais convivi.

Uma delas é a Carol, que conheci ainda menina. Um dia via já com uns quatorze anos conversando com os garotos na esquina da rua Rangel Pestana. Pedi para ter um clone que crescesse logo, e pudesse desfilar com ela na Estação Primeira de Mangueira como Porta Estandarte, e ela como Porta Bandeira e como intérprete o Jamelão cantando um samba enredo da Escola que eu amo por causa dele.

Ele cantou obras primas do cancioneiro popular brasileiro como “Folhas Mortas” de Ary Barroso e outras de Lupicínio Rodrigues e “Matriz e Filial” de Lucio Cardim.

Não tenho o mesmo brilho do prezado amigo, mas fiz uma crônica e dei o melhor de mim para sair no Jornal do Brás, bairro onde resido.

Um dia pretendo conhecer o prezado amigo que aprendi a gostar como um dos melhores escritores e cronistas do País.

Informo que nasceu uma nova Estrela no Universo de Deus, bem em cima do Morro da Mangueira que é a alma do extraordinário cantor Jamelão, que subiu aos Céus num carro Azul de Glórias iguais às do profeta Elias.

Joaquim Cavalcanti de Oliveira Lima Neto é advogado, escritor e fundador diretor do Museu do Brás.

 

 

 

 
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