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Sobrevento lembra último show de Chico Viola no Brás PDF
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18-Set-2015
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26 de setembro de 1952. O Rei da Voz Francisco Alves subiu na sacada do Teatro Colombo e cantou para uma multidão de mais de 5.000 pessoas, naquele que foi o maior show que o bairro do Brás já teve.

Contratado pela co-irmã paulista, a recém – inaugurada Rádio Nacional de São Paulo para uma série de shows ao ar livre nos bairros da cidade, Francisco Alves fez sua estreia no Largo da Concórdia, no Brás, às 20 horas daquele dia, uma sexta-feira, com transmissão da emissora. Também chamado de “Chico Viola”, o artista subiu ao palco ao lado do Regional de Antônio Rago, um violonista muito requisitado pelo meio musical daqueles tempos.

Em depoimento, Rago conta que o show terminou às 22 horas e estava previsto para o cantor ficar em São Paulo, descansar, e só viajar no sábado pela manhã, “mas ele mudou os planos e disse ter compromissos no Rio e que precisava estar por lá o quanto antes”.

Naquela madrugada fatídica de 27 de setembro, da viagem de volta ao Rio pela Via Dutra, nas proximidades de Pindamonhangaba, o carro Buick preto ano 1951 com o “Rei da Voz” ao volante, foi colidido de frente por um caminhão que vinha em alta velocidade na contramão da estrada. O carro se incendiou e o cantor morreu carbonizado no acidente, “e partiu para nunca mais voltar”. Antonio Rago morreria décadas depois, aos 91 anos, em 2008.

Para lembrar Chico Viola, o Espaço Sobrevento da rua Coronel Albino Bairão, 42, realizou dia 4 de setembro último um Sarau, que faz parte do projeto O Teatro de Casa vai à Praça, que prevê uma série de atividades que pretendem recuperar a tradição dos bairros do Brás e Belenzinho. Veja alguns flashes do sarau, que também fez homenagens às cristalerias do Belenzinho:

 

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Luiz André Querubini é diretor do Espaço Sobrevento, existente há seis anos no local. Ele contou que o objetivo do projeto é ser um ponto de encontro de vizinhos e amigos, para recuperar a memória afetiva do bairro. Luiz lembrou que a Oficina Amácio Mazzaropi ficava na mesma rua, quase ao lado do Sobrevento

 

 

 

 

 

 

 

 

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Mauricio Santana é ator e está desde 1997 no Sobrevento. No sarau, interpretou o último show do Chico Viola, narrando com detalhes o dia da tragédia. O grupo, contou ele, é especializado em teatro de bonecos e começou suas atividades no Rio de Janeiro em 1986. Está há cerca de 15 anos em São Paulo

 

 

 

 

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O brasense Pedro Nastri contou um pouco da sua história e de sua família: “Meu bisavô trouxe a alcachofra para o Brasil e plantou a primeira em São Roque que tinha clima propício. Ele, junto com os amigos, montou a empresa Cinar. Meu avô foi morar na rua Firmiano Pinto e junto com meu pai montaram uma cantina na rua Monsenhor Anacleto. Meu pai e meu padrinho tinham uma metalúrgica próximo à Liberdade e depois trouxeram para o Brás, na Visconde de Abaeté, permanecendo até 1993” – disse Pedro, genro do Altafini, o Mazzola campeão mundial de futebol em 1958

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A atriz e artista plástica Liana Yuri fez apresentações sobre as cristalerias

 

 

 

 

 

 

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O compositor Edgard Poças, criador da Turma do Balão Mágico, lembrou no sarau que seus avós moravam na avenida Rangel Pestana, em cima do então Cine Piratininga. Por essa razão, Edgard presenciou o último show de Francisco Alves. “Eu era um menino e estava naquele apartamento” – contou ele

 

 

 

 

 

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Raul Nazário, que mora no Brás, é sósia do Roberto Carlos e cantou sucessos da Jovem Guarda no sarau. Ele lembrou que no aniversário de Roberto Carlos em 1976, o cantor fez show no Cine Universo, para mais de 6.000 pessoas.

 

 

 

 

 

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Sucessos de Adoniran Barbosa, Alberto Marino (Rapaziada do Brás) e do Chico Viola foram lembrados no sarau

 

 

 

 

 

 

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Rafael Joaquim Mathias da Cristais Lugano (rua Firmiano Pinto, 209), fez questão de trazer a matéria de 2007 publicada pelo Jornal do Brás. Acompanhado da esposa Nair, Rafael lembrou que a primeira cristaleria foi a Prado. Tinham também a Reinoso e a Cambé, completou. A Lugano foi fundada em 1953. “Fazemos trabalho de lapidação e restauração de peças e temos algumas produções próprias” – explicou Rafael, 66 anos. Contatos com a empresa pelo fone 2692-2453

 

 
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