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Parque Dom Pedro continua abandonado PDF
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07-Mai-2015


Assaltos e escuridão afetam a Escola São Paulo

Desde que a Prefeitura mudou-se do Palácio das Indústrias para o viaduto do Chá, em 2004, o Parque Dom Pedro II ficou às moscas, abandonado, atraindo bandidos para o local, gerando vários assaltos a estudantes e funcionários da EE São Paulo, a moradores e trabalhadores do Brás e a outros vindos de outras partes da cidade. Há até casos de estupros e assassinatos. A população se desloca diariamente em vários destinos: Estação Pedro II do Metrô, Comgás, Expresso Tiradentes, Escola São Paulo, Catavento Cultural, Terminal Pq. D. Pedro, Mercado Municipal, Zona Cerealista, rua do Gasômetro e av. Rangel Pestana. A escuridão persiste, logo na entrada do parque. A área pertence a três Batalhões da Polícia Militar – 13º BPM/M, 45º BPM/M e 11º BPM/M. Ao que parece, a prometida revitalização do Parque D. Pedro, cartão-postal do Brás, está sendo relegada mais uma vez ao segundo plano.

Para debater o abandonado Parque Dom Pedro, e tentar encontrar uma solução para tantos problemas, a líder comunitária Marina Atsuko Ueno organizou duas reuniões. Na primeira, dia 27 de abril último, Marina trouxe o comandante do 45º BPM/M, tenente coronel José Eduardo Bexiga, o cmt da 2ª Cia do 45º BPM/M, tenente Géa e o inspetor Joel José de Souza, representante do comando regional Sé da Guarda Civil Metropolitana. No dia seguinte, estava prevista a presença do subprefeito da Sé, Alcides Amazonas e de representantes da Ilume.

 

Também estiveram no dia 27, Jurandir Roque de Assis, diretor da Escola São Paulo, Valdemir Tenório da Silva, supervisor operacional do Metrô, Sena Edson Luís, gerente de segurança da Comgás, Hugo Ribas do Catavento Cultural e Antonio Carlos Carvalho do SENAI Roberto Simonsen.

Mais efetivo e lista de reivindicações

No encontro, Marina Ueno disse que está encaminhando abaixo-assinado para a Secretaria de Segurança Pública, com suas reivindicações. “É preciso contratar mais policiais e viaturas porque está humanamente impossível esses policiais darem toda assistência no bairro” – disse ela, solicitando, entre outras coisas, instalação de Base Fixa da PM no Parque D. Pedro, iluminação, Ronda Escolar, Distrito Policial no Parque D. Pedro, Posto de Saúde, sistema de câmeras de vídeo-monitoramento e atividades no parque (quadras poliesportivas, ciclovia, pista de skate, bebedouros e banheiros).

 

Ao fazer o uso da palavra, o tenente coronel José Eduardo Bexiga, 31 anos de Polícia Militar, e que está há um ano e quatro meses no 45º BPM/M, disse: “Quando tem grande fluxo de pessoas, a PM tem que estar presente. A Constituição Federal, artigo 144, diz que a nossa função é fazer policiamento preventivo, ostensivo e fardado. Queríamos estar em todos os lugares, mas infelizmente, não podemos”.

 

Nova Promessa

Bexiga informou que a PM atende na cidade de São Paulo, 42.000 chamadas por dia no serviço 190. São 18.000 deslocamentos por dia, completou . “A PM está trabalhando, atendendo ocorrência”. Sobre os casos de assaltos na saída da EE São Paulo e no caminho ao Metrô, o coronel Bexiga disse que a PM planeja em cima de estatística e pediu para que todos façam a necessária elaboração do Boletim de Ocorrência.

Bexiga informou ainda que a PM atua com um planejamento científico chamado Cartão de Prioridade de Policiamento. “Não existe segurança absoluta, mas podemos melhorar os meios”, explicou, acrescentando que irá expandir o perímetro do policiamento nas proximidades do Metrô e da Escola São Paulo. Por fim, informou que na região do Parque D. Pedro e Glicério há um crime comum, o quebra-vidro, praticado por usuários de drogas e infratores da lei.

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Marina Ueno, que mora há 27 anos no Parque D. Pedro, foi assaltada 30 vezes

 

 

 

 

 

 

 

 

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Tenente Géa (2ª Cia 45º BPM), coronel Bexiga (cmt 45º BPM), diretor Jurandir da Escola São Paulo e Valdemir Tenório, supervisor operacional do Metrô

 

 

 

 

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Moradores do Parque D. Pedro fizeram o uso da palavra. O primeiro fez reclamação antiga acerca de um terreno baldio na rua da Figueira com a Azevedo Junior, ao lado da empresa Contax, em frente ao Metrô Pedro II. "Eu peço mais uma vez para colocarem um poste de iluminação naquele terreno para que sejam afastados os marginais"

 

 

 

 

 

 

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Esta moradora relatou que não há policiamento no bairro. “Não vejo viatura alguma passar aqui no Parque D. Pedro II. Depois das 18h não dá para pegar o Metrô” 

 

 

 

 

 

 

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Outro morador, que também pediu para não ser identificado, relatou: “Estão acontecendo muitos assaltos na Rangel Pestana, rua da Figueira e no caminho do Metrô até o prédio onde moro. É desesperador passar debaixo do viaduto”

 

 

 

 

 

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“Fui assaltado no ‘corredor da morte’ do Parque D. Pedro II e já vi gente sendo esfaqueada lá” – disse este morador

 

 

 

 

 

 

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Coronel Bexiga pede para todos fazerem o BO

 

 

 

 

 

 

 

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Moradores imploram urgente segurança

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Outro participante disse que já foi assaltado e que as estatísticas não servirão para o Brás, que é sazonal, diferente de outros bairros. “Vem gente do Brasil inteiro comprar aqui. À noite, tenho medo de andar, é horroroso”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 
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