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EDIÇÃO 384 - 1ª quinzena de abril/2020
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Estudo realizado pela Demanda Pesquisa monitora o impacto das medidas de combate à pandemia na rotina do brasileiro

Entre os dias 18 e 21 de março, a Demanda Pesquisa e Desenvolvimento de Marketing entrevistou 1065 pessoas de todo o país. Os resultados identificaram os níveis de preocupação, de atitudes tomadas para prevenção e de informação acerca da pandemia da Covid-19 (coronavírus). O estudo tem nível de confiabilidade de 95% e margem de erro de 3%.

“Uma das armas contra a pandemia do coronavírus é a informação, por isso dedicamos nossa expertise em análise de informação e mapeamento de tendências para entendermos o verdadeiro impacto do coronavírus na vida das pessoas. Dessa forma, a Demanda pretende dar sua parte de contribuição ao país em um momento que exige união de todos”, explica Gabriela Prado, diretora executiva da Demanda Pesquisa, Desenvolvimento e Marketing.

Homens e mulheres têm diferentes preocupações

O que mais preocupa os brasileiros no período de pandemia é o colapso no sistema brasileiro de saúde, mencionado por 52% dos entrevistados. “A preocupação com algo que afeta o coletivo vem em primeiro lugar, antes do que reflete individualmente”, destaca Gabriela. Muito mencionados também são o temor pelo aumento do desemprego (50%) e uma eventual recessão econômica (43%), bem como a possível quebra de empresas (41%). Um ponto fora da curva nessa questão é o medo do desabastecimento: a paralisação na fabricação de produtos (6%) e a redução de oferta de produtos (6%) aflige pouco as pessoas.

Quando os grupos são separados por gênero, percebe-se uma diferença grande nas preocupações de homens e mulheres em alguns pontos. É possível identificar que as mulheres pensam um pouco mais na saúde enquanto homens pensam mais nas questões financeiras. Por exemplo, o colapso na saúde foi citado por 58% das mulheres e por 47% dos homens, já a falência das empresas foi lembrada por 39% e 43%, respectivamente.

Internet é o principal canal de busca de informação

Como canais de busca de informação sobre a pandemia e o coronavírus, a internet foi a mais citada, por 86% dos entrevistados, seguida pela TV (72%) e o jornal impresso (50%). A consulta a amigos e parentes (22%) ficou bem acima das entidades da saúde, como unidades do SUS (5%), hospitais privados (4%), hospitais públicos (3%) e clínicas privadas (2%).

Apesar da obviedade da internet figurar no topo da lista, Gabriela alerta que é um detalhe que merece atenção. “Sabendo que quase 3 em cada 4 brasileiros se informam pela internet, é um sinal de que o cuidado com informações erradas ou mesmo as fake news deve ser extremamente grande, começando dentro das casas e criando essa consciência nos cidadãos”.

Atividades ao ar livre foram as mais prejudicadas

Sobre as alterações de rotina, entre as maiores privações estão as atividades ao ar livre (87%), eventos (83%) e visita a bares e restaurantes (82%). Nos cuidados com a higiene, os hábitos mais inseridos no dia-a-dia das pessoas foram lavar as mãos com maior frequência (93%), evitar beijos e abraços (90%) e o uso do álcool gel (90%).

Mudanças também foram identificadas no abastecimento do lar. 36% dos entrevistados disseram que modificaram seu comportamento de compra adquirindo mais itens do que o normal. Entre os produtos que tiveram maior aumento de consumo estão os alimentos não perecíveis (76%), produtos de higiene pessoal (60%) e produtos de limpeza doméstica (56%). Já os medicamentos estão sendo mais estocados por 36% dos entrevistados.

Fonte: Castilho e Montano Comunicação.  


 
Leitor do Butantã fala do lixo no Brás PDF
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FracoBom 
06-Mai-2015


Recebemos carta do assistente de diretoria da EMEF Ibrahim Nobre, professor Christian Sznick, a respeito dos problemas vividos no Brás. Diz ele:

“Caro editor,

 

Trabalho na área da Educação pública no Butantã e estou em processo de mudança para o Brás assim que o apartamento de minha noiva ficar pronto no bairro. Leio, acompanho e divulgo vosso jornal.

Na edição da 2ª quinzena de abril de vosso Jornal o subprefeito Evando Reis disse diariamente fazer operações de cata bagulho. 

Isso não tem ocorrido na Praça do Imigrante, sob a linha Vermelha do Metrô (esquinas da Torquato Neto com a Caetano Pinto).  

Praça na rua Torquato Neto tem mato alto e entulho (pneu) jogado em sua praça além de lixo resultante do não recolhimento da feira de sábado dia 25 de abril, aliás uma constante. 

Por fim o ponto de ônibus da rua Piratininga defronte a antiga Escola Getúlio Vargas (Vara da Infância e Juventude) é apenas um ferro retorcido e torto, sem cobertura. 

Encaminho a este jornal para que possa ser encaminhado às autoridades municipais, uma vez que pelo SAC não se tem respostas efetivas, apenas paliativas. Como é o caso da Feira do Rolo que ocorre toda madrugada de sábado para domingo e deixa entulho sobre as ruas Prudente de Morais e Martim Burchard.  

Seguem fotos destas ocorrências.

Fico à disposição para demais esclarecimentos. 

 

 Christian de Mello Sznick”.

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