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Atropelamentos matam 4 pessoas por dia PDF
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08-Set-2014


Em 2013, 1,5 mil pessoas morreram vítimas de atropelamentos no Estado; quase metade dos óbitos ocorreu na capital e Grande SP

 

Levantamento realizado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo aponta que, em média, quatro pessoas morrem por dia no Estado vítimas de atropelamentos.

Em 2013, 1.515 óbitos por atropelamento foram registrados, dos quais 722 na capital e em municípios da região metropolitana da Grande São Paulo, o que representa 47,6% do total. A região de Campinas foi a segunda que registrou mais óbitos no ano passado, com 172 (veja dados regionais abaixo).

Também em 2013 foram registradas 9,5 mil internações, o que corresponde a 26 pacientes internados por atropelamento a cada dia no Estado.

No Estado, a maioria das mortes por atropelamento ocorre entre idosos a partir de 60 anos e adultos de 30 a 49 anos de idade, que correspondem a 64% do total de óbitos.

“A primeira coisa a se fazer, caso se presencie um atropelamento, é chamar imediatamente o resgate ou o Samu para atendimento de primeiros-socorros”, diz o médico Jorge Ribera, gerente operacional do Grau (Grupo de Resgates e Atenção às Urgências e Emergência, serviço da Secretaria em parceria com o Corpo de Bombeiros. “É importante também que, durante a ligação, a pessoa mantenha a calma, relate o ocorrido e o número de vítimas envolvidas”, ressalta Ribeira.

Outro fator importante, segundo ele, é verificar se a vítima não corre o risco de ser atropelada novamente, e sinalizar o local do acidente com alguns metros de distância, mas sem colocar em risco a própria vida.

O médico também recomenda que a vítima não seja removida do local onde está antes da chegada de socorro especializado, que irá prestar a assistência pré-hospitalar necessária e depois, realizar a remoção para o hospital.

“As vítimas só devem ser removidas pelas testemunhas em caso de risco de um novo atropelamento, porém com muito cuidado, para não haver lesões na coluna. Fora isso, somente profissionais treinados devem transportar as vítimas”, conclui Ribera.

 

Fonte: Secretaria Estadual da Saúde.

 

 
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