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23 de Outubro - Dia do Aviador PDF
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22-Out-2013
Santos Dumont, pai da aviação

 

Eduardo Cedeño Martellotta

Alberto Santos Dumont é na realidade, uma figura ímpar em toda a história da humanidade.

Dos grandes inventores, é o que realizou suas invenções, mais jovem.

A história do “homem voador”, até Santos Dumont, passa por visionários (como o italiano Leonardo da Vinci), inventores que puseram balões no ar (como o padre Bartolomeu de Gusmão) e outros homens audaciosos que conseguiram planar em aeroplanos.

Dissera Santos Dumont: “A direção de balões e o voo mecânico eram problemas insolúveis”. E ele mesmo, no entanto, resolveu os dois problemas, construindo, e ele próprio experimentando, o primeiro balão dirigível e, cinco anos depois o primeiro avião (o 14 Bis). Isso tudo sozinho.

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Santos Dumont vivia a arriscar a vida, sofreu inúmeros acidentes. Alberto Santos Dumont tinha avós paternos franceses, nasceu em 1873 na cidade mineira de Palmira, hoje Santos Dumont. Seu pai teve na época 60 fazendas na região de Ribeirão Preto (onde hoje é a cidade de Dumont), era o maior fazendeiro de café do mundo e lhe proporcionou o melhor estudo, em Campinas (no Culto a Ciência), e depois em São Paulo, Ouro Preto, Rio de Janeiro e Paris.

Na França, a princípio, dedicou-se ao automóvel, promoveu corridas, e trouxe o primeiro deles para rodar em nosso chão, um Pegeout. Logo depois, empregou-se como piloto de balões, e não tardou a mandar construir um para si, “o Brasil”. Já aí começou a sua fama, pois era o menor balão já construído. Tinha inúmeras amizades e um jeito estranho de vestir.

Foi ídolo da época, irritado e cortejado, não somente por sua extrema coragem e genialidade, mas por sua simpatia e uma qualidade pouco conhecida: a generosidade. Ajudava famílias necessitadas, e não patenteava nenhuma invenção. Poucos sabem também que entre suas invenções, estão três que estão presentes em bilhões de pessoas e lugares: o uso do relógio no pulso, a regulagem de temperatura em chuveiro (quente e frio) e o uso de rodas em portas.

Suicidou-se em 1932, estava em profunda depressão originada pelo excesso de trabalho e pelas fortes tensões que sofrera em perigo nos voos experimentais.  Os problemas nervosos se intensificaram com o uso do avião como arma, foi tornando-se cada vez mais solitário e pesaroso. Um ano de sua morte, alguns de seus grandes amigos morreram ao cair no mar quando o saudavam em sua chegada ao Brasil em um hidroavião Bleriót batizado com o seu nome. Não mais se reestabeleceu. Ver sua invenção como arma na Revolução de 32 em seu próprio país foi a “gota d´água” – suicidou-se no dia seguinte.

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107 anos do 14 Bis em Bagatelle

Depois de várias tentativas, Santos Dumont conseguiu realizar o primeiro “voo mecânico” do mundo, em 23 de outubro de 1906, em Bagatelle, Paris, devidamente homologado.

Santos Dumont percorreu a distância de 60 metros em um voo nivelado a uma altura que varia entre 2 e 3 metros com duração de 7 segundos. Com este feito ganhou 3.000 francos do prêmio Archdeacon para premiar o primeiro aeronauta que conseguisse voar por mais de 25 metros em voo nivelado.

 

 
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