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A Questão da Impunidade PDF
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04-Jun-2013
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Euclydes Barbulho*

 

Meu caro amigo Thame, recebi seu jornal, cada vez melhor, mais informativo e com crônicas pertinentes às necessidades da população brasileira como: A Educação no Olho do Vizinho e Impunidade Juvenil.

São dois pontos ligados, pois só se poderá diminuir a criminalidade juvenil se houver educação adequada, aqui, acrescento que não só das escolas, mas também a do lar, a dos pais.

Vamos comentar sobre a Impunidade Juvenil.

Primeiro: erram aqueles que pregam que o jovem não tem responsabilidade sobre seus atos. Isso foi no passado, há cerca de trinta anos atrás. Hoje com a internet, liberação dos costumes, revistas e toda tecnologia virtual, o jovem sabe mais do que os próprios pais que têm que trabalhar para ganhar o sustento do dia a dia.

Segundo: os chamados direitos humanos que tentam proteger o ser humano de violências e desigualdades que defendem a maioridade após os 18 anos. Como afirmamos acima, o jovem hoje sabe mais do que os adultos, portanto, é lógico que devem responder como tal e essa defesa de ser “de menó” passou a ser utilizada pelos traficantes que se utilizam dessa falsa proteção para insuflar os menores a cometer crimes que nunca foram em número tão grandes como agora.

Terceiro: é uma utopia (sonho de realização impossível) que o jovem possa se recuperar sem responder por seus atos.

Se quisermos proteger nossos jovens devemos sim, responsabilizá-los por seus atos porque assim tiraríamos o argumento dos traficantes de drogas e dos bandidos, de que o jovem sendo menor não será punido, ou seja, não serão utilizados por criminosos e se o forem, terão consciência de que responderão pelos crimes cometidos.

Hoje nossas crianças já estão sendo utilizadas pelo crime, temos visto pela imprensa garotos e garotas de menos de dez anos praticando crimes como se fossem adultos, como vimos no arrastão feito em restaurante onde o menor comandava a equipe que tinha maiores de idade.

O que pregamos é que o ser humano seja responsável pelo crime cometido, não interessa a idade. Matou, cometeu um crime considerado hediondo ou outro qualquer tem que responder pelo mesmo, não interessa a idade, é claro que enquanto menor seja preso em cadeia separada dos adultos. Hoje esses menores são colocados em casas junto com pequenos infratores que acabam insuflados pelos verdadeiros bandidos e fazendo depredações, mantendo funcionários como reféns, fugindo muitas vezes com o auxílio dos bandidos do lado de fora para proteger seus asseclas.

Se a sociedade não se manifestar em breve, ficaremos totalmente à mercê dos bandidos com essas leis frouxas, com um judiciário atravancado de tanto recursos e burocracias que só encarecem os processos em benefício dos bandidos. E o cidadão que trabalha, é honesto e paga seus impostos, como fica?

É preciso que todos se coloquem a favor de uma remodelação em nossas leis penais, onde o bandido é punido por 30 anos, fica um sexto na cadeia e passa a responder em liberdade praticando os mesmos crimes de antes, pelo nosso ensino cada vez mais desatualizado.

Ao cidadão comum só restará pedir ajuda ao Senhor se tudo continuar como está. 

 

* Euclydes Barbulho – escritor, Administrador de Empresas e de Recursos Humanos.

   

 
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