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Prezados Amigos,
Prezadas Amigas,


Permitimo-nos apresentar para sua apreciação, a primeira edição do Jornal do Belém, de portas abertas e páginas abertas à disposição dos moradores da região, empresários, autoridades, lideranças comunitárias e simpatizantes, com a mesma dedicação dos mais de 30 anos de nosso Jornal do Brás.
Ao ensejo, rogamos seu incentivo para essa nova bandeira da Região Brás/Belém.

Abraço Fraterno,
Milton George

 


 
É verdade que Escola de Samba é empresa? Como fazer parte desse universo? PDF
Classificação: / 2
FracoBom 
30-Jan-2013
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Alzira Jorri de Tomei

 

 

 

 

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Foto: José Cordeiro/SPTuris

 

 

 

 

Desfilar em uma Escola de Samba é o sonho de muitas pessoas que desconhecem essa arte, essa cultura, essa gigantesca administração. O fato de escolher uma fantasia, poder comprá-la e, às pressas, sair em uma ala qualquer é prática que deveria ser pensada com muito cuidado. A partir do momento que se conhecem detalhes importantes sobre esse empreendimento, os riscos são menores para o folião e para o Grêmio Recreativo. Para entrar na avenida não basta estar fantasiado, é preciso saber sobre o enredo que a Escola escolhida vai apresentar aos jurados e ao público pagante. Cantar o samba de enredo é missão fundamental de quem procura esta diversão.  Para as agremiações é arriscado ter componentes que chegam na última hora em busca apenas de um espaço para desfilar, sem conhecer toda trajetória que se tem trabalhado arduamente durante um ano; fazer parte de um  ou dois ensaios técnicos não é suficiente.  Ir às quadras a partir de janeiro apenas é cômodo e antiproducente. É preciso honrar a fantasia escolhida, entendendo seu propósito e contexto na história. Deve-se conhecer a quantidade de alas projetadas pelo carnavalesco da Escola, perceber o esforço e empenho dos diretores de Harmonia, observar a evolução dos casais de Mestre-Sala e Porta-Bandeira, acompanhar o trabalho das baianas, reconhecer o envolvimento da ala das crianças. Estes são fatores dignos do brasileiro que, em vez de viajar, opta por dizer que é sambista.  O “samba no pé” pode não ser o requisito principal, mas a disciplina que envolve essa participação deve ser rigorosamente cumprida. O corpo de jurados que avalia o trabalho de uma Escola de Samba durante os minutos de sua apresentação não perdoa falhas e, por poucos passos em falso dos “componentes de última hora”, a Escola pode ser rebaixada de seu posto, pondo a perder tudo que foi investido num ano. Uma infinidade de turistas chega ao Brasil exclusivamente para observar e aprender este magnífico trabalho.

Alzira Jorri de Tomei, 56 anos, é Docente na Universidade Nove de Julho, formada em Letras, Direito e Gestão Administrativa e especialista em Psicopedagogia. Nasceu e morou no Brás.

 
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