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Deu chabu na Gasômetro PDF
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30-Jan-2013

Eduardo Cedeño Martellotta

 

Na edição de 15 a 31 de dezembro de 2011 (Edição 206) o Jornal do Brás noticiava: “Começa finalmente a reforma da Gasômetro”, em sua manchete de capa.

Também informava na página 2, que as obras, orçadas em R$ 10.358.562,30, terminariam em julho ou agosto de 2012 e que a região seria contemplada com a fiação subterrânea, melhoria das calçadas e canteiros, com alargamento da rua do Gasômetro.

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Mas a promessa feita pela Prefeitura de São Paulo – gestão Gilberto Kassab, não foi cumprida. É que as obras, iniciadas pela Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras – Siurb, foram interrompidas, há cerca de dois meses, colocando o local em total perigo aos transeuntes e causando enorme transtorno aos comerciantes do setor madeireiro ali instalados há décadas, face às calçadas quebradas e cheias de buracos, além dos canteiros estarem totalmente abertos, formando enormes crateras.

Deixaram tudo às moscas. Vale lembrar que a empresa contratada foi a Construtora CVS S/A. Com a palavra, o prefeito Fernando Haddad.

 

Fotos: Gil Cabral

 

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Investimento para cliente voltar

Emerson de Paula Coelho, proprietário da empresa Futura Madeiras, situada na rua do Gasômetro, 322, disse que foi prometido o prazo de 45 dias para a entrega da obra, a contar de 7 de setembro de 2012.

Ele conta que a paralisação causou uma queda de 40% nas vendas. “Mesmo com a obra pronta, vamos precisar fazer investimento para trazer os clientes de volta”, reclama Emerson

 

 

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Queda nas vendas

Descaso. Assim Rogaciano Barbosa Tavares, gerente da Leo Madeiras, localizada no número 353 da Gasômetro, define o que está acontecendo naquela rua.

Ele disse que a cada dois dias, aparecem dois funcionários na obra, para fazer “não-sei-o-quê”.

A sua loja teve queda de 60% no faturamento. “A tubulação foi feita, mas ninguém até agora arrancou os postes. Estamos aqui a ver navios”, reclama Rogaciano

 

 

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As calçadas foram abandonadas como se vê na foto

 

 

 

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Acidentes se repetem

Outro comerciante, Manoel Ricardo Mesquita, gerente da AG Madeiras, situada no número 557, acha que a obra virou uma calamidade pública.

Manoel, instalado há 27 anos naquele local, reclama dos numerosos buracos na calçada. Em um deles, em frente à loja, já viu vários pedestres caírem. Ele próprio teve de socorrer uma idosa de 89 anos e uma mulher grávida de 4 meses.

Outro problema, conta, é que há queda de energia elétrica quase todos os dias. “Ficamos de duas a três horas sem sistema. Não conseguimos emitir nota fiscal, e com isso, os clientes vão embora”

 

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Perigo dos buracos

“Eu estava carregando uma mercadoria à noite e caí no buraco”, relata João Alberto Guirado, outro funcionário da AG Madeiras.

Ele acredita que a obra parou por conta de supostas irregularidades ou que “a CVS tenha falido”.

A AG teve um prejuízo de 15% nas vendas, segundo João. “A rua toda ficou no prejuízo”

 

 

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Antigo morador reitera abandono do Brás

Nascido e criado na rua Benjamim de Oliveira há 69 anos, Carlos Augusto Luchetti, conhecido como Calão, pertence a uma família de nove irmãos, todos criados no local.

“Ninguém nunca fez nada pelo Brás. É o bairro mais abandonado de São Paulo, por falta de vontade política”, disse ele, que mostrou um bueiro entupido há 20 anos na rua do Gasômetro.

Para o antigo morador, as obras viraram “paraíso de ladrão”. “Depois das 19h30, não se vê ninguém na rua”, lamenta Calão

 

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Sujeira e abandono total

Douglas Primo, gerente da loja Paraíso Puxadores Design da rua do Gasômetro, 467, disse ao Jornal do Brás que também teve uma queda de 40% nas vendas, e conta que um cliente caiu em um buraco em frente à sua loja. Já foram demitidos na empresa cerca de seis funcionários.

O comerciante relata também que um carro caiu na valeta principal e que o vento derruba os tapumes, dificultando o tráfego na via. E ainda, como o estacionamento só é permitido após as duas horas da tarde, os clientes não podem estacionar pela manhã

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Para sub Mooca, questões financeiras atrapalharam a obra

O novo subprefeito da Mooca, Francisco Carlos Ricardo, disse ao Jornal do Brás que acompanha o projeto de requalificação da rua do Gasômetro desde o início e que acredita no término das obras.

Para ele, a paralisação houve por questões financeiras e obras de infraestrutura podem ter atrasado o funcionamento. Sobre a fiação subterrânea, prevista no projeto, Francisco disse: “Não vejo a Gasômetro sem essa fiação”.

O subprefeito espera que nos próximos meses a Gasômetro já esteja com as obras concluídas

 

 

 

 

 
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