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Colapsos marcam 432º aniversário do Pari PDF
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26-Nov-2012

Eduardo Cedeño Martellotta

Cognominado “Bairro Doce de São Paulo”, por abrigar no passado numerosas fábricas e depósitos de doces, o Pari chegou aos 432 anos, oficialmente dia 9 de novembro último, em um cenário nada animador.

Comportando problemas e mais problemas, entre eles o amontoado de lixo registrado diariamente nas suas ruas, o trânsito cada vez mais caótico, a insegurança, rixas entre paraguaios e bolivianos – resultando até em mortes, a falta de iluminação, falta de estacionamento e de áreas verdes, o Pari, com área de três quilômetros quadrados, teve um aumento, em 10 anos, da sua população residente, passando de 14.877 em 2000 para 17.299 no ano de 2010 (dados da Prefeitura de São Paulo).

 

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Igreja Santo Antônio do Pari, cartão-postal do bairro

 

 

 

 

 

Origem da palavra Pari

O Pari está cravado entre os rios Tamanduateí e Tietê, e tem uma história interessante em torno do seu nome: pari era uma cerca de taquara ou cipó, armadilha estendida de mar a mar para pescar peixes. No caso, eles eram pescados principalmente nos rios Tietê e Tamanduateí, que ficavam próximos e eram rios piscosos, próprios para a instalação de "paris". Constituído essencialmente por pescadores, seus habitantes eram formados por índios, portugueses e mamelucos. Situado em uma região de alagamentos, o Pari foi uma parte importante para a sobrevivência e o crescimento da cidade durante seus primeiros séculos, enquanto a alimentação dos moradores era resultado da pesca.

 

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Bairro é Acolhedor e Nostálgico

 

Aconchegante, acolhedor, histórico, familiar e nostálgico. Assim o bairro do Pari é definido pelo pariense Wagner Wilson, nascido e criado no bairro há 40 anos.

Wagner é filho da carismática e simpaticíssima Marlene Cigana, proprietária da loja Boutique Cigana da rua Rodrigues dos Santos, 635. Sempre que pode, Wagner ajuda a mãe na loja, pois ele, além de ter uma preocupação ambiental na região – é membro conselheiro do CADES – Conselho Regional do Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz, órgão do qual Wagner participa mensalmente nas reuniões na Subprefeitura Mooca –, ainda arranja tempo para tocar no grupo musical da Igreja Santo Antônio do Pari, durante as missas (foto), e administrar o Blog do Pari - http://blog.bairrodopari.com, criado por ele em 2007, aliás, nascido justamente nos festejos do aniversário do Pari daquele ano, além do site da Boutique Cigana - http://www.cigana.com.br/.

Ao Jornal do Brás, Wagner disse que, entre os principais problemas no bairro, estão o trânsito, posto de saúde em péssimas condições, poluição, falta de arborização e o velho problema do lixo.

Para o Pari, Wagner daria de presente, em seu aniversário, o Hino ao Pari, criado em 2007 por sua família e registrado no Cartório do Pari em 27 de novembro daquele ano. A letra do hino foi escrita por sua mãe, Marlene Capela, e a música composta por ele e seu irmão Frank. “Outro presente que eu daria é mais qualidade de vida aos moradores”, completou ele.

 

Sujeira, a preocupação do bairro

 

Tranquilidade nos finais de semana, muito movimento durante a semana, bastante comida, religiosidade e comércio forte. Camila Soares Correa, diretora da Biblioteca Pública Adelpha Figueiredo, define assim o Pari, onde trabalha há três anos.

O bairro está sujo, contou ela ao Jornal do Brás, com muito lixo, entulho e vidros quebrados pelas calçadas. Também está violento, com assaltos a residências e roubo de carros. Segundo a gaúcha de Rio Grande Camila, o preço do aluguel subiu muito, “dobrando de valor”, razões pelas quais ela acredita que os moradores estejam saindo do bairro.

 

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Av. Carlos de Campos

 

 

 

 

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Filha do Pari

A proprietária de uma banca de jornais na rua Rio Bonito, 1.509, Maria Bezerra de Souza, nasceu há 47 anos no Pari, na rua Sacramento, e até hoje mora no bairro.

Para ela, o Pari é o melhor bairro de São Paulo. “O bairro acolhe todas as raças e é essa a diferença para outros bairros”, contou.

 

Segurança para a população

O comandante da 3ª Cia do 13º BPM/M, capitão Aldrin Santos Corpas, disse que o maior presente que o Pari ganha no seu aniversário é o compromisso da PM com a comunidade, trabalhando incansavelmente com o objetivo de reduzir os índices criminais. “No período de nove meses, foram reduzidos quase todos os indicadores, exceto roubo de carga”, disse ele. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
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