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Trabalho escravo envolve região Brás PDF
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26-Nov-2012

Sob regime de urgência, tramita na Assembleia Legislativa o Projeto de Lei nº 1186/2001 de autoria do deputado Carlos Bezerra Júnior (“SP quer fechar empresa que usar trabalho escravo” – Folha de São Paulo, 9.11.2012). Trata-se de aplicação de penalidades a empresas que empregam mão-de-obra em regime de verdadeira escravidão. Esta forma de emprego da mão-de-obra, diz a notícia, abrange também a “terceirização da cadeia produtiva”. Muitos elogios e entusiásticos aplausos para propositura: é um caminho para fazer com que os empregadores, os maus empresários comecem a respeitar os direitos humanos dos seus trabalhadores. A notícia, ainda, dá uma revelação do que pode ser considerado trabalho escravo: condições degradantes no local de trabalho, jornada exaustiva e servidão por dívida. Trata-se, pois, de medida para ser revelada ao mundo. Mas, uma contradição existe nessa política doméstica de respeito aos direitos humanos e trabalhistas. O Brasil, como o mundo, vem comprando os produtos manufaturados da China. Afinal o preço é convidativo e muito mais baixo do preço possível de venda do mesmo produto produzido no país. Assim surgiram as lojinhas R$ 1,99 (agora R$ 2,99) que vendem de tudo. Em lojas mais requintadas ou especializadas, são vendidos produtos da marca Christofle ou Microsoft (dentre muitas outras, especialmente as roupas de grife) por preços irresistíveis e que impedem qualquer tipo de concorrência doméstica. 

 

Colaboração: Pedro Luís de Campos Vergueiro Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email

 

 

 
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