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A Vingança do Leopardo PDF
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13-Out-2008

                                     Antonio Vico Mañas (*)

    

Em certa ocasião conheci duas pessoas. Uma era deputado, a outra na época das eleições anteriores havia sido o seu maior patrocinador.  Não esqueçam que as eleições estão próximas outra vez. Participei de um bate-papo, mais como ouvinte. O que deixaria qualquer um estarrecido passou por uma serie de diálogos. Um deles, o gordo patrocinador dirigiu-se ao deputado e - você fez o que pedi  - Claro, como posso deixar de colaborar com o meu grande eleitor (leia-se benfeitor) disse este último. - Mas e o pessoal do seu bairro não vai chiar, falou novamente o homem do dinheiro.  - Claro, mas que se danem...  Mais recentemente, participando de um evento, vi o mesmo deputado, buscando seus antigos correligionários (leia-se eleitores) e aos sorrisos falava sobre o que já fizera e prometia mais coisas, inclusive distribuía santinhos e outras coisas, como canetas e outros brindes além de tirar muitas fotos com todos. Obviamente que enfeitei o pavão e não coloquei tudo neste espaço. Então fui buscar no fundo do baú (na verdade no site de um amigo) a seguinte fábula: Uma vez um filhote de leopardo afastou-se de casa e se aventurou entre uma grande manada de elefantes. Seus pais o tinham advertido para manter distância daqueles gigantescos animais, mas ele não lhes deu ouvidos. De repente, houve um estouro da manada e um elefante, sem sequer vê-lo, pisou no filhote. Pouco depois uma hiena encontrou o corpo e correu a contar aos pais. – trago notícias horríveis – ela disse. – Encontrei seu filhote morto na savana. A mãe e o pai leopardos deram urros de raiva e desespero.  – Como aconteceu  - perguntou o pai – Diga quem fez isso com nosso filho! Não descansarei até me vingar! – Foram os elefantes – disse a hiena. – Os elefantes  - disse o pai  leopardo, surpreso – Você disse que foram os elefantes    - Sim – disse a hiena, - vi as pegadas deles. O leopardo andou de um lado para outro, rosnando e balançando a cabeça. – Não, você se enganou – disse por fim. – Não foram os elefantes. Foram as cabras. As cabras assassinaram meu filho. Imediatamente deu uma corrida morro abaixo, irrompeu entre um rebanho de cabras que pastavam no vale e, num ataque de fúria, matou todas em vingança. Recado: Como é que algumas pessoas conseguem ser tão falsas, inescrupulosas e covardes ao mesmo tempo. Basta que exista um beneficio qualquer para então esquecer obrigações e deveres. Espero que a nossa memória seja de elefante e esmaguemos esse e outros leopardos (nas eleições). Vinguemos as cabras.

 

(*) Antonio Vico Mañas - 

     Professor Titular da FEA-PUCSP; Consultor Empresarial; Membro do Conselho Deliberativo da Associação Comercial de São Paulo e Conselheiro Nato da Distrital Mooca; Diretor do GT de Comércio do Fórum de Desenvolvimento da Zona Leste; Autor de diversos livros.

 
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