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Adilson reforça moção de Subprefeitura para o Brás PDF
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12-Jun-2012

ImageEm seus dois mandatos, de 2005 a 2012, o vereador Adilson Amadeu teve 167 projetos protocolados. O maior deles é o PL 472/2008, em tramitação na Câmara Municipal, que cria a Subprefeitura do Brás/Pari.
Adilson, disse, em entrevista ao Jornal do Brás, em seu gabinete na Câmara Municipal, que houve uma tentativa de indicação para o então prefeito José Serra e o atual Gilberto Kassab, mas não obteve uma resposta. “O Brás merece mais do que outros bairros uma Subprefeitura própria, pela quantidade exorbitante de impostos que arrecada”.
O vereador afirmou ainda que o local já estaria definido: seria no quadrilátero abrangido pelas ruas Cachoeira e Joaquim Carlos. Outras razões para a desvinculação do Brás e do Pari da Subprefeitura Mooca, é que ambos têm características muito distintas do restante da área compreendida por esta subprefeitura (Mooca, Belém, Tatuapé e Água Rasa), juntos atraem cerca de 100.000 pessoas diariamente (chegando a 500.000 em datas festivas) no maior shopping a céu aberto da América Latina, gerando um faturamento de R$ 9 bilhões/ano e deveriam ter uma administração mais próxima da sua rotina.
Adilson defende também que a região onde seria instalada a Subprefeitura Brás/Pari, poderia ter uma creche maior do que a existente e inclusive uma AMA Brás, além de um hospital de grande porte.

Feira da Madrugada
Em relação ao turismo de compras, Adilson quer a vinda de mais ônibus no “percurso de compras”. “Creio que o passo maior do Brás é fazer um shopping popular na altura que o bairro merece”, disse ele, que avalia a administração do coronel Fonseca na Feira da Madrugada como péssima. Segundo o vereador, o local não tem rota de fuga e preparo para atender o público. Além disso, como verdadeiro fiscalizador do município, ele denuncia que cerca de 1.600 boxes foram vendidos para outras pessoas, que nada tem a ver com o espaço. “Existem mais de 800 BOs (Boletins de Ocorrência) sobre a feira no 12º DP. Tudo o que eu recebi de desacordo na subcomissão (da qual ele faz parte, que avalia as supostas irregularidades da feira) estou mandando para o Ministério Público, com provas, inclusive. Porque não se pode facilitar para uns e interromper a vida de outros”, contou Adilson, que defende que todos aqueles cadastrados há muitos anos, merecem ter o seu lugar garantido, e sugere a criação de um conselho para ouvir a população.

Mil irregularidades
Ainda de acordo com Adilson Amadeu, as praças estão mal cuidadas, as piscinas do Clube Escola Mooca precisam ser melhor tratadas, e as pessoas que frequentam essas piscinas deveriam passar por exame médico. Para ele, faltam áreas de lazer no Brás.
Enfim, existem muitos problemas em toda a região que precisam ter melhor atenção do Executivo e dos órgãos especificamente responsáveis.
Entre 2005 e 2012, o vereador Adilson Amadeu teve 36 propostas aprovadas.
A mais recente, a Lei nº 15.499, de 7 de dezembro de 2011, institui o Auto de Licença de Funcionamento Condicionado. Nas CPIs dos Bingos e Eventos, observou-se uma lacuna enorme na legislação que trata do licenciamento, fazendo com que boa parte dos estabelecimentos trabalhassem de forma irregular. A lei é uma forma de garantir não apenas a regularização, mas a própria segurança da população.

ImagePedaços de saudades do Brás
Nascido e criado no Brás, Adilson Amadeu nasceu no dia da Proclamação da República, 15 de novembro de 1950 na rua Xavantes. Estudou no Externato Santa Catarina, fez o primário na Escola Eduardo Prado, a admissão (5º ano) na Escola Romão Puiggari (por um ano), o ginásio na Escola Padre Anchieta e o colegial no Liceu Acadêmico de São Paulo (então na rua Oriente).
Adilson lembra que do Brás saíram bons jogadores de futebol, a exemplo de seu pai, o saudoso Armando Amadeu, o “Fino da Bola”, que ostenta seu nome na Vila dos Idosos. Na natação, ele próprio foi um dos primeiros militantes de natação na Portuguesa de Desportos, sendo campeão paulista.
Restam saudades do Brás, lembra Adilson, dos tempos em que as crianças jogavam bola nas ruas, e as famílias trocavam bolos e salgados e faziam festas juninas. Quanta lembrança! Teatro Colombo, Cines Glória, Oberdan, Roxy e Braz Polytheama (que ficava na av. Celso Garcia, 223), além do Restaurante Brás Moderno, da rua Oriente com Rubino de Oliveira. “Quem viu, viu. Mas o Brás tem sempre alguma coisa gostosa para contar”, disse o vereador, finalizando a entrevista.

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No final da entrevista, Adilson recebeu a visita do vereador judoca Aurélio Miguel

 

 

 

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Cine Braz Polytheama foi um dos pontos de grande esplendor da aristocracia brasense

 

 

 

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Teatro Colombo, cultura do Brás, propositadamente incendiado em 1966

 

 

 

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Cine Teatro Oberdan, de triste notícia, onde 36 crianças e uma pessoa adulta morreram pisoteados após a tragédia de 11 de agosto de 1938 pelo alarme falso de incêndio

 
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