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Vereadores são barrados na Feira PDF
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25-Ago-2011
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Numa tentativa de apaziguar as tensões geradas pelo fechamento da Feira da Madrugada, três vereadores pertencentes à Subcomissão de Estudos do espaço, Adilson Amadeu (PTB), José Américo (PT) e Aurélio Miguel (PR) foram impedidos de entrar na Feira, na tarde do último dia 10 de agosto.

Foi necessário chamar o presidente da Câmara Municipal José Police Neto, e o líder do PSDB, Floriano Pesaro, que também não conseguiram entrar. Após cerca de uma hora e meia de espera, os vereadores falaram com o secretário de Segurança Urbana, Edsom Ortega. Adilson, em forma de protesto, subiu no portão situado na rua Monsenhor Andrade, 987, para mostrar à Imprensa e aos comerciantes da Feira (impedidos de trabalhar devido ao fechamento do local no dia 5 de agosto) sua indignação com o barramento dos parlamentares na Feira.

Algumas horas mais tarde, já nas dependências da Câmara, houve reunião (sem acesso para a Imprensa) dos vereadores com o secretário Edsom Ortega, para tratar dessa questão. Participaram os vereadores Police Neto, Adilson Amadeu, Aurélio Miguel, Abou Anni, Netinho de Paula e Ítalo Cardoso.

 

Desrespeito à Câmara Municipal

Após o encontro com Ortega, os vereadores falaram com a Imprensa.

O primeiro a conceder entrevista foi Netinho de Paula. “Enquanto não houver uma manifestação do prefeito Gilberto Kassab, os projetos do Executivo estão suspensos aqui na Casa. Ortega não permitiu que os vereadores adentrassem na Feira. A Lei Orgânica do Município é clara no sentido de esclarecer que os vereadores podem adentrar e investigar em qualquer ambiente público do município”.

 

Gestão Municipal na Feira

Para o vereador Adilson Amadeu, desde que a Feira está sob controle da Prefeitura, em novembro de 2010, a gestão não está sendo transparente e deixa muitas dúvidas. “É preciso investir corretamente na população que quer trabalhar ali, mas que está do lado de fora e sendo tratada como escrava. Os vereadores no dia de hoje foram tratados como cachorros. A GCM pedia para que eu descesse do portão da Feira e os cachorros me pegassem. Hoje havia gente lá dentro que não podia estar. A Prefeitura não tem como administrar o espaço de 136.000 m² e não está querendo receber as pessoas que estão lá há muito tempo. O Executivo não quer ajuda, acha-se suficiente em resolver e não dá solução para o que está acontecendo”, contou Adilson. Segundo ele, o secretário Ortega disse que quem deu orientação para que os vereadores não entrassem na Feira foi o Procurador Geral do Município. “Não se vota nada nesta Casa enquanto o prefeito não der solução para algo tão crônico, como a Feira da Madrugada”.

 

Vereadores ao lado dos permissionários

O último a falar foi o vereador José Police Neto. Ele disse que a Feira continuará tendo atenção de todos os vereadores, na certeza de colaboração com uma solução para o problema. Para o vereador, a Feira fechada gera a cada minuto, mais intranqüilidade, e a abertura dela, de forma irresponsável, pode gerar outras. “O que a Câmara quer é que aquelas pessoas tenham a sua oportunidade de trabalhar, de maneira lícita, organizada e que se garanta, não só a eles, mas aos consumidores que vão até lá, todos os ambientes seguros para isso”.

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Falta de diálogo e procedimento arbitrário

O principal caminho para a solução, segundo Police Neto, será o diálogo com o prefeito, com os outros secretários e com aqueles que estão naquela área e respondem pelo Estado e Governo Federal. “Queremos a manutenção de relações harmoniosas e respeitosas e a garantia de que o parlamento participará das soluções. A questão é circunstanciosa e tem uma dimensão muito grande”.

Rogerim do PSB, perguntou ao vereador Police Neto, sobre o porquê de não se proceder a operação com a Feira aberta. “Cadê o diálogo com as pessoas lá de dentro? Isso é uma ditadura!”, disse Rogerim. “O procedimento foi arbitrário”.

“Por mais difícil que seja esse processo, temos que confiar que vamos buscar a solução juntos. Se houver animosidade, vai haver a maior catástrofe”, respondeu o vereador.

Os parlamentares já falam em Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) e em convocar o secretário de Segurança, Edsom Ortega, para se explicar.

 

 
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